Ação
A excelência nasce da integração consciente entre direção, estrutura, ação, acompanhamento, aprendizagem e valor.
O Socorro que Clama por Nossa Ação
Por muito tempo, eu vivi de braços cruzados na esperança de um milagre extraordinário. Diante das tempestades da vida, eu não ia à luta porque ficava esperando o barco passar, o helicóptero surgir do céu, o exército chegar ou que o próprio Deus descesse para resolver os meus problemas. O que a minha cegueira espiritual não me deixava perceber era que o apoio divino já havia sido enviado de tantas outras formas. A ajuda já estava ao meu redor na força dos meus braços, na clareza da minha mente e nas oportunidades diárias. Eu insistia em esperar que alguém fizesse por mim o que era da minha inteira responsabilidade. Entendi, finalmente, que Deus nos dá as ferramentas, mas somos nós que precisamos cavar o chão. A fé verdadeira não espera o resgate sentada; ela reage e corre atrás da vitória.
A compaixão é uma emoção instável. Precisa ser traduzida em ação, ou desaparece. Sentir não basta. A compaixão que não se move se dissolve no conforto de quem apenas observa. Entre o que nos toca e o que fazemos com isso, existe um intervalo, e é ali que se decide se o afeto vira presença ou apenas mais uma emoção que passa.
Pró. Messa....o nome já diz: pró indica uma ação futura...e messa lá no passado era um puxar a barba ou retirar a casca...logo, futuramente alguém vai arrancar essa casca de ferida ou puxar a barba do pirata e tá tudo certo e nada prometido que nào será cumprido, mas lá num futuro longe esquecido. Se é que não dificultei e pouco falei pra me fazer entendido. Muitos prometem que serão até a morte unidos, mas já se separaram faz tempo e ainda continuam vivos. Enfim qual é o valor de uma promessa?
TEMPERANÇA ANTES DA AÇÃO.
A advertência consagrada no brocardo popular "melhor precaver do que remediar" encerra uma densidade ética e psicológica de elevada magnitude, cuja negligência tem sido causa de incontáveis desarmonias no comportamento humano. O ser, frequentemente distraído em suas impulsões instintivas, ignora essa máxima prudencial, entregando-se à vertigem das reações imediatas, sem o crivo do discernimento.
A precipitação, nesse contexto, emerge como um fenômeno psíquico complexo, vinculado a mecanismos de autodefesa que, embora pretendam resguardar o indivíduo, acabam por engendrar consequências aflitivas. Tais reações irrefletidas não apenas comprometem o equilíbrio interior, mas também instauram conflitos que se projetam no tempo, ora de forma imediata, ora de modo tardio, invariavelmente com matizes perturbadores.
De fato, a precipitação constitui conselheira infeliz em quaisquer circunstâncias. A razão, faculdade superior do Espírito, deve assumir a primazia na condução das atitudes, organizando o campo das decisões mediante critérios lúcidos e ponderados. É por meio desse atributo que o ser estrutura comportamentos coerentes com as leis morais que regem a existência.
Todavia, dominados pelas paixões primárias, muitos indivíduos passam a perceber o outro sob lentes distorcidas pela suspeita e pela agressividade. Antecipam o mal, presumem intenções negativas e negam ao semelhante a oportunidade de revelar sua verdadeira natureza. Tal postura evidencia não apenas insegurança, mas profunda desarmonia interior.
Imersos em ambientes marcados pela violência difusa, tornam-se vítimas e agentes de sentimentos sombrios, interpretando a realidade conforme o estado emocional em que se encontram. Reagem quando poderiam dialogar, conflitam quando poderiam harmonizar-se. Posteriormente, diante dos efeitos danosos de suas atitudes, lamentam a imprudência que poderiam ter evitado.
Entretanto, todo aquele que pensa possui um acervo valioso de recursos racionais. Esse patrimônio íntimo, quando bem utilizado, permite ao indivíduo antever consequências, ponderar alternativas e agir com equilíbrio. Trata-se de instrumental precioso contra a impulsividade.
A exemplificação evangélica oferece elucidações notáveis. Maria de Magdala, outrora equivocada, ao refletir sobre o chamado do Cristo, agiu com prudência e transformou-se em paradigma de renovação moral. Judas, apesar da convivência direta com o Mestre, sucumbiu à precipitação e mergulhou em abismo de desespero. Joana, esposa de Cusa, orientada com sabedoria, soube aguardar o tempo oportuno, demonstrando elevada compreensão espiritual. Pedro, em momento decisivo, deixou-se dominar pelo medo e negou o Mestre, evidenciando a fragilidade humana diante da impulsividade. João, por sua vez, guiado pela lucidez e pela afeição, manteve-se firme até o fim, revelando a força da temperança aliada ao amor consciente.
A temperança, portanto, não é condição inata, mas conquista laboriosa. Resulta do esforço contínuo de disciplinar tendências inferiores e de assimilar valores morais elevados. O indivíduo temperante não se acovarda nem se precipita, pois reconhece os próprios recursos e confia na ação do tempo como elemento organizador das experiências.
A paciência, nesse sentido, constitui ferramenta essencial. Não se trata de inércia, mas de confiança ativa nas leis que regem a vida. A temperança apoia-se nessa virtude para conduzir o ser à vitória sobre si mesmo, que é a mais significativa das conquistas.
Fundamentada na fé lúcida em Deus, a temperança harmoniza-se com as leis universais, que são perfeitas e imutáveis. Entre elas, a lei de amor destaca-se como princípio gerador e sustentador de todas as demais, orientando o progresso moral e espiritual da humanidade.
Assim, esperar e confiar sem aflição, mantendo o domínio interior antes de agir, constitui diretriz segura para a construção de uma existência equilibrada e consciente.
"MORAL DO ASSUNTO"
A ação destituída de reflexão conduz ao arrependimento, enquanto a temperança, sustentada pela razão e pela fé, edifica decisões justas e preserva a harmonia do Espírito.
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Nossa vida é um filme onde somos ao mesmo tempo produtores e atores. Se aventura, ação, suspense, comédia ou ficção, só depende nós.
Com passos lentos e vacilantes, inércia e ação, errando e aprendendo, praticando e sofrendo violência, nascendo e renascendo, sigo a minha caminhada de espírito eterno em busca da perfeição.
O poder divino espera somente a sua palavra de fé, para entrar imediatamente em ação, é a sua hora de desfrutar da vida no mais altos nível, você poderá escolher o que terá ou não.
Que o nosso coração não seja só altar de audição,
mas campo fértil de ação.
Obedecer ainda é a forma mais pura de amar a Deus. miriamleal
Gastei noites em prantos e dias em ação, a urgência virou disciplina, a disciplina produz liberdade.
A fé que carrego é prática, não espetáculo, ela traduz-se em levantar e refazer, é ação silenciosa e persistente.
Não confundo orgulho com vaidade vazia, meu orgulho é ferramenta que sustenta ação, ele me mantém alinhado ao propósito.
A esperança virou plano de ação, cada esperança ganhou etapas práticas, assim o sonho virou tarefa cumprida.
A fé é gesto mudo que prepara o milagre, no escuro, a ação interior age sem barulho, o milagre nasce onde a fé trabalha em silêncio, o gesto mudo torna o visível possível.
O arrependimento é um espelho que desafia a ação futura. Olho-o, aprendo a não repetir a cena que me arrependeu. Não quero expiar para sempre, quero transformar decisão. Por isso deixo o arrependimento virar combustível, não prisão. E sigo com mapas novos, desenhados por cuidado e costume.
