Abrace o seu Inimigo

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De que forma sente que o ambiente visual e artístico ao seu redor influencia mais profundamente o seu processo criativo e emocional?

A Alquimia da Criação: Da Emoção Crua à Matéria da Arte
​Os bons e os maus momentos são o pulso da nossa existência; são eles que nos lembram, na sua nudez mais profunda, que estamos plenamente vivos. Quando o meio ao nosso redor pesa e cria amarras, a arte ergue-se não apenas como uma forma de expressão, mas como um portal de libertação.
​1. O Portal da Expressão e a Viagem Imaterial
​A Ruptura com o Aprisionamento: Desligar-se das pressões do meio através da pintura, da escrita ou de qualquer outra linguagem criativa é um ato de soberania interior.
​A Génese da Obra: Tudo começa muitas vezes numa observação atenta do mundo. Essa fagulha transforma-se em pensamento, alimenta o desejo e ganha vontade de dar forma material a uma vivência, a um cruzamento de caminhos ou à essência de pessoas que se cruzam na nossa jornada.
​O Ritual Criativo: Entrar nesse portal é transmutar o invisível em visível, dando corpo a conceitos imateriais através de texturas, cores e palavras.
​2. O Ciclo do Erro, do Acerto e da Prática
​A Experimentação Constante: Viver e criar exigem ação. É no terreno prático das experiências — tanto na vida como na tela ou no papel — que nos confrontamos com a falha e com o acerto.
​A Lapidação pelo Hábito: A assertividade não nasce perfeita; ela esculpe-se através da repetição contínua, da persistência e da coragem de experienciar as emoções na sua forma mais crua e autêntica. Cada erro é um ajuste de rumo; cada acerto é a confirmação do caminho

"Hoje eu vi o diabo e não fiquei surpreso.
Ele me lembrou o quanto roguei ao Deus por seu abraço, seu aconchego.
Recordou-me, também, que ofereci minh'alma para simplesmente olvidar seu cheiro.
Chamou-me tolo por pensar que o inferno é um lago fervente, com enxofre e feio.
Disse me ele: 'O inferno é a memória, a lembrança; o inferno é viver no paraíso do sorriso e no doce do beijo.
O inferno é o veludo da tez, o fervor e o baile dos corpos, a maciez do seio.
O inferno é ter um anjo dos céus nos seus braços e ter de esquecê-lo.
Após isso somente sobreviver, pois sua vida, quando com ele, era vivê-lo.
E eu que sou mau? Indagou-me ele. Foi o seu Deus que criou o sentimento que te mata por dentro.
Sou somente, da vontade d'Ele, um instrumento.'.
E no fim da conversa ele me disse que eu sabia onde encontrá-lo, fitou-me com desprezo.
Sei onde encontrá-lo, e, por bem saber, desfiz-me do espelho..."

Maldito o seu dom, de me fazer sonhar
Abrigar tudo o que você nunca quis realizar
O amor por sua pobre e ingênua poesia,
Soava falsa, todavia, eu já sentia...

Mais um ensaio, um cuidado, um abraço
Nada daquilo era raso, mas a profundidade também da casa ao estrago.

Por fim, o mais mentiroso foi eu
Me vesti de você e me fiz refém de suas dores
Essa dança começou e a rendição nos submeteu.

Estavamos perdido, afinal
isso nunca foi mentira, foi real.

Sonhos falidos não servem abrigo
Outrora era tudo, agora, um bom amigo.

O seu vazio afetou estruturas que eu duvidava existir;
O medo e a inconstância não podem habitar aqui;
Num existir à flor da pele, o raso que você traz não sente o que sou e acomete meu ego o querer fútil de um olhar;
Um olhar pra dentro que você não é capaz de dar.
Ninguém é abrigado se não é lar.

Me disse para crer em seu Deus, eu disse que o vi, mas não acreditou.

A maldade dos outros não dita o seu futuro: Ninguém tem o poder de parar a colheita que Deus preparou para a sua vida. O que as pessoas deixam de comprar hoje não impede que portas gigantescas se abram para você amanhã.

Enquanto você tratar com respeito, quem não te respeita, a decepção será seu par.

A verdadeira astúcia da desinformação reside no seu poder de distorção: transformar o mentiroso em vítima e o inocente em algoz.

"Não é o que a natureza concede que determina a grandeza de uma nação, mas aquilo que seu povo, com liberdade, autonomia, inteligência e conhecimento, é capaz de construir."

O despertar do ser é de uma profundidade intensa no seu interior.

(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.

(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.

Que o seu conhecimento aliado à sua conduta a tocha a ser seguida por todos aqueles que debatem na escuridão da ignorancia.

Quem compreende o pequeno detalhe do seu redor, entende o movimento do todo.

Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.

Cuide do seu agir e deixe o destino agir por si.

A natureza segue seu curso, o tempo passa, e o sujeito continua ali, parado na própria estupidez, achando que está abafando.

Desde Eclesiastes...


O sol desaprendeu a nascer.
Impossível isso... está no seu DNA
Nascer de manhã do lado de cá...
Morrer depois de seu caminho atravessar.


Mas ele esqueceu como se faz.
E parece que uma mudança tão radical
Muda também todo e qualquer coração (a)normal.


O doce perdeu seu sabor.
A flor do meu jardim perdeu a cor,
Qualquer palavra torta causa uma imensa dor.
Coisas que antes nem incomodavam...
Hoje nos jogam no chão e dobram o peso do coração.


Os dias são cinzas,
A inutilidade das coisas atingiu o superlativo.
A pergunta que mais surge nas mentes: por que se está vivo?
Está-se apenas a preencher um espaço...
Por um tempo limitado...
Anda-se um pouco...
E quando se vê um precipício bem à frente.
E... tudo acabado.


O bom é que nem todos sentem assim.
É preciso contrabalancear.
O mundo todo não pode enlouquecer...
Porque se assim acontecer...
Quem estará lúcido pra contemplar o fim?


Mas, já está dito, né não?
'Tempo de plantar e tempo de colher'.
"Tempo de nascer e tempo de morrer'.


Está escrito: vai acontecer"


Rosangela Calza

Aquele que usa a palavra para ferir e humilhar demonstra que seu espírito vive em permanente escassez.

A melhor resposta à falsidade é o avanço trilionário; quanto mais tentam sufocar o seu entusiasmo, mais a fonte inesgotável da prosperidade se abre para você abençoar o mundo.