Abrace o seu Inimigo
A verdade que hoje você diz
Não encaixa no seu olhar
Desvia-se dos pensamentos
E você jura de coração
Que ferida por decepção
Como ferida sem cura
Já se perdeu o encanto
E tanto tempo passado
Deveria o vento ter levado
O amor que te fez tanto mal
Mas como golpe de punhal
Fincado e assim lentamente
Pingam morosamente
Travando você na corrente
Onde esconde mistérios
Atrás desse seu olhar...
Mas como princípio,meio e fim
Sempre há caminhos a percorrer
Onde entre novas tentativas
Vamos criando outras narrativas
Achando não ser possível
Outro alguém a surpreender ...
E num estalo repentino
Eis que vai acontecer
Novas juras de amor
Novos sonhos a se realizar
Levarão de ti toda dor
Pra contar uma nova história
Que fará seu coração viajar
Fará seu beijo novo paladar
E assim nessa nova fase
Seus olhos irão de novo brilhar
Pois o encaixe do seu olhar
Estará contido na força de amar !
João Batista Barbosa
Poesia
Feito para Vencer.
Nenhuma tempestade dura para sempre e nenhum deserto é o seu destino final. Olhe para a sua história: você já superou dias que achou que não suportaria, e sabe por quê? Porque a força que te sustenta não é humana, é divina. O Criador te fez para a vitória. O amparo Dele é o seu escudo invisível. Quando o coração se aquieta na fé, o medo perde o lugar. Receba esse conforto no dia de hoje e caminhe de cabeça erguida, pois quem te guia lá de cima nunca perdeu uma batalha.
A Hora do Descanso.
Muitas vezes a gente se cansa de ser forte o tempo todo. Mas escute o seu corpo: o descanso também faz parte da vitória. Quando você entrega suas lutas nas mãos Daquele que te criou, você não está desistindo, está confiando. Toda a sua trajetória de superação até aqui foi desenhada pelo amor divino. Hoje, permita-se apenas respirar e descansar no amparo do Criador. Ele renova as suas forças em silêncio para que, amanhã, você amanheça pronto para vencer mais uma vez
Nunca tente ferir seu próximo injustamente, porque a justiça de Deus rebate qualquer cilada do inimigo.
Nunca profira palavras que magoe ou maltrata seu próximo julgando o mesmo sem procurar conhecer antes o que ele está vivenciando... A saúde pode ser restaurada mais facilmente do que as palavras que o machucam injustamente.
Não tire conclusão da minha personalidade pelo seu julgamento da minha aparência, me compare aos livros leia o conteúdo antes de descartá-los apenas pela imagem da capa.
Em tudo que você realiza têm sempre alguém querendo ocupar seu espaço, não para fazer melhor o seu trabalho mas por pensar que o lugar que você está é melhor que o dele.
Nenhuma ferramenta será peso demais quando esta é para somar no seu trabalho ou sucesso pessoal.
Só precisamos de disposição para levar onde ser preciso fazer uso da mesma.
O relógio da vida não retorna para as oportunidades,
se elas surgirem no seu trajeto cotidiano procure aproveitar intensamente pois é sua única e exclusiva chance que terás para usufruir ou rejeitar...
Seja sábio nas escolhas, pois muitas não somarão
nos seus objetivos ou nas metas previstas.
Não adianta forçar um sorriso para disfarçar a tristeza ou outro sentimento que machuca seu coração, pois a essência que envolve a alma e irradia a vida, vem de dentro para fora sem precisar de esforços.
Cada desculpa que você aceita de si mesmo é um voto contra o seu próprio futuro. Estar cansado é inevitável, mas desistir é uma escolha consciente. Pare de esperar pelas condições perfeitas ou pelo momento ideal; o momento ideal é o agora, construído com as ferramentas que você tem em mãos...
Bora pra cima
"O silêncio aprendeu o seu nome,
e nas páginas da noite escreveu
aquilo que a voz jamais ousou dizer."
A FACE DA LUZ E O INVERNO DA ALMA.
Como pode a Luz tocar-me a face
e, em seu fulgor, despertar a escuridão?
Como pode o horizonte, em sua ampla beleza,
reerguer-se em ouro e morrer no coração?
São-me estranhos os dias, estranhas as horas,
como sombras que se alongam sob o olhar da razão;
e as auroras, outrora jovens e promissoras,
parecem velhas senhoras fatigadas da estação.
Nela habitam as quatro estações da existência:
a Primavera, fecunda em perfumes e alegria;
o Verão, ardendo em solar magnificência;
o Outono, dourado em serena melancolia.
Mas em mim, onde deveria florescer a esperança,
reina um vento sem pátria, austero e desolador;
e o Inverno, com sua lenta perseverança,
estende sobre a alma seus domínios de torpor.
Em seus olhos florescem jardins de existência;
em seus gestos repousa a ternura sem fim.
Há primavera em sua simples presença,
enquanto o gelo aprofunda seus silêncios em mim.
E há distância nas formas, nos tempos, nos rumos;
distância entre os sonhos, os risos e o olhar;
distância até nos mais delicados perfumes
que as mãos da memória tentam, em vão, conservar.
Que estranho cálculo rege a geometria da vida,
em que duas almas se encontram sem se possuir?
Que força aproxima aquilo que, em seguida, distancia,
como se amar fosse aprender a perder e prosseguir?
Como permitis, ó Deus, semelhante paradoxo?
Que teorema oculto governa esta severa equação?
Por que a vida aproxima, com mãos de conforto,
aquilo que permanece além do alcance da mão?
Talvez a dor possua uma matemática secreta,
e o sofrimento, uma lógica que não sabemos decifrar;
talvez aquilo que julgamos ruptura completa
seja apenas outra forma de aprender a amar.
Neste instante derradeiro, entre a prece e o pranto,
ergo a voz vacilante à altura da minha cruz;
e recordo Bach, quando seu sublime canto
parece implorar ao Eterno a permanência da Luz.
Não aparteis de mim a Vossa santa face,
nem me deixeis sozinho nos desertos do ser.
Se a noite me envolver em sua lenta voracidade,
ensinai-me, mesmo nela, novamente a viver.
Não permitais que eu confunda ausência com abandono,
nem silêncio com a negação de Vossa presença.
Há estrelas que somente revelam o próprio brilho
quando a noite se torna suficientemente imensa.
Se o Inverno é o caminho que hoje devo atravessar,
que eu encontre em seu gelo uma secreta razão;
pois a neve, antes de desaparecer, ao se calar,
guarda sob sua brancura a semente da estação.
Nada floresce sem antes enfrentar alguma obscuridade.
A semente conhece a noite antes de conhecer o jardim.
O rio atravessa a pedra por força da continuidade,
e o espírito amadurece quando deixa de fugir de si.
Talvez a Luz não tenha deixado o meu caminho.
Talvez eu apenas tenha aprendido a procurá-la fora.
Talvez Deus permaneça exatamente onde imagino o vazio,
silencioso como a madrugada que antecede a aurora.
Há momentos em que a alma contempla a Luz
e, justamente por contemplá-la, percebe suas próprias sombras.
O fulgor não cria a escuridão: revela-a.
E aquilo que a consciência vê com maior nitidez
é precisamente aquilo que, antes, permanecia oculto.
Nenhuma noite, porém, possui autoridade sobre o amanhecer.
Nenhum Inverno é eterno.
Nenhuma ausência é capaz de abolir aquilo que o amor verdadeiramente edificou.
Talvez a vida não esteja me castigando.
Talvez esteja apenas me ensinando a distinguir
a posse da presença,
a presença da aparência,
e a aparência daquilo que permanece.
Porque há amores que não foram feitos para permanecer ao alcance das mãos.
Foram feitos para permanecer na consciência.
E talvez seja essa a mais severa lição do Inverno da alma:
compreender que a Luz não desaparece quando já não podemos tocá-la.
Ela apenas se torna mais profunda.
E, quando a última folha cair,
quando o vento cessar sobre os campos interiores,
quando a alma, cansada de lutar contra a própria noite,
finalmente silenciar,
talvez descubra, sob o gelo,
aquilo que nunca morreu:
a semente invisível do Verão.
Soneto do Mar.
O mar estende a larga imensidão,
E em seu espelho o céu se faz profundo;
Cada onda nasce em gesto tão fecundo,
E morre em prece à mesma imensidão.
Há fúria e paz no seu eterno amar,
Ora é abismo que soluça e brada,
Ora é criança que deita-se e nada,
E sempre torna a nos recomeçar.
O que me ensinas, mar, no teu bater,
É que viver é sempre recomeçar,
Cair em espuma e logo se erguer.
Levas meu nome e trazes outro mar,
E em cada onda que ousa fenecer,
Deixas em mim teu infinito amar.
Quando o desejo de não existir bater no seu coração, não abra, diga não. Ore, pedindo a ajuda do Deus da sua salvação.
Embora os leigos não tenham um conhecimento bíblico profundo, isso não diminui seu valor aos olhos de Deus; o que Ele valoriza é a sinceridade e a honestidade.
O filósofo é aquele que reflete sobre tudo o que vê ao seu redor e busca racionalizar o irracional.🧠
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