A Vida é um Eco
Buscando solo fértil,
lançarei minhas palavras,
sementes de carinho e humildade.
Cuidarei de versos e frases
para que façam eco
em cada coração.
Nas reticências,
minha alma falará
do melhor de mim.
Mas, não permitirei
que mãos incapazes
e falsos jardineiros
invadam meu jardim,
usando o imperativo e
e com pontos de interrogação (?)
A luta foi dura,
nada foi fácil, não...
a harmonia das palavras
só surge à custa
de esforço e muita dedicação.
Estiquei o braço e só encontrei o vazio,
Acordei sobressaltado, não era sonho,
Rolei para o teu lugar, busquei teu vestígio,
Fechei os olhos, para no sonho te encontrar.
Quando verde e verdade vão além do óbvio, ver de verdade emerge, sem cor, sem conceito, apenas o eco sutil do sentido não dito sem preconceito.
Que as eras nos separem e os confins do universo nos ocultem; ainda assim, um coração distante encontrará o eco do seu, rompendo as barreiras do tempo e do espaço em nome de um elo eterno.
O amor não fala, mas, se consegue ouvir a sua voz, mesmo escondido no silêncio do coração, apenas ecoa na mente de quem a paixão se tenha apossado.
Acontece que adquirir conhecimento antes da humildade, pode acarretar sérios problemas de arrogância e egocentrismo.
Aí... eu fecho os olhos... respiro fundo... e me pergunto: por que tenho de ser sempre tão forte assim!?
Só o eco vazio de sentido me responde: porque sim, porque sim, porque sim...
'porque sim não é resposta' penso de mim pra mim.
Quem sabe o que acontece se eu deixar de ser forte só um pouquinho assim? Um tiquinho de nada... não vai mudar nada em mim.
e...
deixo as lágrimas correrem livremente... e elas, soltas e livres, libertas da vergonha de deixar que as vejam pela minha face rolar, choram todo o choro que eu insistia em guardar.... alivia-se a minha alma... tudo ao meu redor se acalma...
um tão pequeno detalhe... e aí eu me pergunto: por que nunca me disseram que pra chorar tem de ser forte?
e você!? "e quantas vezes você riu de algo que te magoou pra fingir que não te afetava?" era pra chorar, mas você não chorava... é, Renato Russo.... eu!? centenas de milhares de vezes... sei me fazer forte... sei sim.
PS: Mas isso só fez mal mesmo pra mim...
Hoje quando acordei me bateu uma saudade. Saudades da sua risada, e de como isso me fazia tão bem.
E esse eco que fica aqui é horrível.
Substitua todo ruído externo pela alta-fidelidade do eterno, pois apenas assim o coração encontrará o verdadeiro eco de sua melodia autêntica.
Saudade não é apenas lembrar. É sentir o vazio de algo que já foi, mas que nunca mais será igual. É o eco de um momento que ficou no passado, mas que ainda bate no presente. Saudade dói porque nos lembra que o tempo não volta, que as pessoas mudam e que o que um dia foi, nunca será da mesma forma outra vez.
Observando e admirando
— Que pecado! —
Sem poder te tocar.
Seus olhos brilham,
sua voz ecoa,
num tom grave.
Ainda te observo...
Será que um dia seria possível?
Quem sabe!
A Palavra e o Silêncio
Falo—e a palavra corta o ar
como lâmina sem rosto,
como flecha sem alvo.
Quem a escuta? Quem a sente?
Quem lhe dá forma dentro do peito?
Dizê-las é rasgar o silêncio,
como quem fere a pele da água
e espera que o mundo responda.
Mas o mundo nem sempre escuta.
Ou escuta mal,
como um espelho partido
onde o rosto já não se reconhece.
Escrevo—e a tinta sangra no papel,
mas o que digo não é o que fica,
o que fica não é o que sou.
Entre mim e o outro há um abismo,
uma distância que a voz não vence,
um eco que se perde na sombra.
Às vezes são lâminas,
abrem sulcos na carne do tempo,
fazem sangrar quem as ouve.
Outras vezes, são leves demais,
tocam, mas não ficam,
morrem antes de nascer.
Quisera eu que a palavra fosse ponte,
mas tantas vezes é muro,
ferro, pedra, ruína.
Tantas vezes, o que fere não é o grito,
mas o silêncio depois dele,
o vazio onde o sentido se afoga.
E no entanto, insisto.
Porque dizer é resistir à solidão,
é lutar contra o escuro do não-entendimento,
é desafiar a noite com um nome,
mesmo que ninguém o repita.
Mães mais mãos é igual a corações aquecidos e lares unidos. Por isso, "mamma mia" é um eco de carinho que ressoa através da história.
Pausa em ritmo contínuo,
Parece que tudo está fora de mim,
Mas tudo pulsa num silêncio ininterrupto,
Vazio de um inquieto eco sem fim,
Serei eu o reflexo de um passado distante,
Uma sombra que caminha comigo?
Serei eu o espelho de um futuro errante,
Um sonho que se apaga ao amanhecer?
Ou sou apenas o reflexo de agora,
Um instante que mal se segura,
Que nasce, respira e logo vai embora,
Sem deixar rasto, sem moldura?
Serei eu reflexo ou serei origem?
Sou a pergunta ou a vertigem?
Escute mais a sua intuição e menos o seu ego
No silêncio das escolhas diárias, há duas vozes que disputam espaço em nossas decisões: a intuição, que sussurra baixinho, e o ego, que grita alto. Enquanto a intuição é aquela amiga sábia que conhece o caminho antes mesmo de vê-lo, o ego é como um alto-falante, sempre cheio de razão e vaidade, sedento por aplausos e vitórias.
Quantas vezes, diante de um dilema, sentimos aquele “algo” dentro de nós dizendo o que fazer, mas escolhemos ignorá-lo? Seguimos pela rota mais enfeitada, mais aplaudida, mas nem sempre a mais verdadeira. O ego, em sua ânsia de se exibir, nos convence de que a validação externa vale mais que a paz interna.
A intuição, ao contrário, não se importa com os holofotes. Ela só quer nos conduzir para o que realmente importa, para aquilo que está alinhado com a nossa essência. Não é um pressentimento aleatório; é a nossa experiência silenciosa acumulada ao longo da vida, somada à sabedoria de um coração atento.
Quando ouvimos o ego, o resultado é um cansaço que parece não ter fim. Ficamos exaustos ao carregar máscaras, ao buscar ser quem não somos, ao viver de aparências. Já quando escutamos a intuição, a sensação é outra: leveza, certeza, mesmo que o caminho pareça difícil. Ela nos conecta ao que nos faz vibrar, ao que nos faz sentir vivos.
O desafio está em aprender a calar o ego para ouvir a intuição. Isso exige coragem, porque ela nem sempre nos leva por onde todos vão. Muitas vezes, nos desafia a romper padrões, a dizer “não” quando o mundo espera um “sim”, ou a dar um salto sem garantias aparentes.
Mas vale a pena. Vale muito a pena. Porque a intuição é nossa verdade, enquanto o ego é só o eco do que os outros esperam de nós.
No final das contas, a escolha é sempre nossa: queremos ser autênticos ou aplaudidos? Corajosos ou conformados? Siga a voz que te leva para mais perto de quem você é, e não de quem o mundo espera que você seja.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
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