A Vida é um Eco
"Amor mentiroso"
Em meio ao eco das promessas vazias,
Meu coração se desfaz em pedaços frios.
Palavras falsas que ecoam como lamentos,
Despedaçando a confiança em mil tormentos.
Um amor que se revelou como ilusão,
Deixando minha alma em desolação.
A dor cortante de uma traição ardilosa,
Deixa cicatrizes na minha alma amorosa.
O peso da mentira é como um fardo pesado,
Que dilacera a esperança em pedaços rasgados.
Meu coração partido clama por cura e alívio,
Enquanto tento recompor o que restou do meu cílio.
Mas no meio da escuridão, um raio de luz surge,
A promessa de dias melhores, a esperança que urge.
Pois mesmo com o coração partido e cansado,
Ainda há espaço para um novo amor verdadeiro e honrado.
O horizonte ermo e noturno,
E eu aqui, desorientado, sem razão, No eco do silêncio, um coração soturno,
Estou perdido, num tempo já perdido, na solidão.
Espírito sociangustista
Nas ruas da desilusão,
Onde o eco da injustiça ressoa,
Caminhamos com o peso da opressão,
Na sociedade que nos despoja e magoa.
Erguem-se muros de indiferença,
No labirinto do progresso vazio,
Onde a esperança é uma crença,
E o amor, um bem desafio.
Mas ainda na angústia coletiva,
Há uma chama que persiste,
A luta por uma vida ativa,
Onde a justiça enfim existe.
Quebraremos as correntes do medo,
Com a força da união e da palavra,
Por um futuro onde haja mais enredo,
E menos dor que a alma lavra.
Pois somos mais que meros números,
Somos vozes, sonhos e ação,
Contra os abismos sombrios e erros,
Levantamos a bandeira da transformação.
No eco das palavras, nossos pensamentos são bordados, criando a realidade onde somos moldados. Pensamentos e discursos sem o poder delas, bem organizados, são retardados...
Na dança sutil dos corações,
O eco do desdém se desfaz em sutileza,
Como pétalas de rosa, delicadas e efêmeras,
A falta de consideração, um manto que se desata,
Em distância, em silêncio, em amor-próprio, se traduz.
Não envie mensagens ao vazio,
Pois lá, apenas o eco da solidão responde,
Em vez disso, reserve suas palavras,
Para aqueles que sabem ouvir a canção da alma.
Não desperdice sua vida em lamentos vazios,
Em amores que não sabem reconhecer seu brilho,
Aprenda a dar-se ausência,
Para aqueles que não sabem apreciar sua presença.
Não tema a perda das pessoas,
Mas sim a diluição de sua própria essência,
Ao tentar agradar a todos,
Perdendo-se em um mar de expectativas alheias.
Exclua, em silêncio, aqueles que não merecem,
Pois suas almas sabem exatamente o que fizeram,
Às vezes, cortar os laços é uma necessidade,
Uma libertação, um renascimento, uma verdadeira proeza.
Dizem que toda pessoa é a certa,
Mas alguns vêm para amar,
Enquanto outros, com suas lições árduas,
Nos ensinam a arte do próprio amor.
Que estranha coincidência é o amor,
Uma sinfonia que às vezes se cala,
Mas que ressurge, vibrante e etérea,
Quando encontramos a harmonia dentro de nós mesmos.
Assim, estabeleçamos limites saudáveis,
Afastemo-nos daqueles que não nos valorizam,
Pois priorizar nosso próprio bem-estar emocional,
É o caminho para encontrar a verdadeira felicidade.
A missa
Na sombra do luto, a missa ecoa,
O eco dos cânticos, a dor que voa.
Nas velas acesas, a luz que chora,
Ecos de lembranças, memórias que afloram.
Os defuntos repousam, em paz ou tormento,
Na terra que os acolhe, no último momento.
Sob o manto da noite, seu descanso é eterno, na memória o terno.
Lágrimas vertidas, em prece e saudade,
Nas almas que se despedem, na última verdade.
Entre suspiros e sussurros, a despedida se faz,
Enquanto no céu estrelas brilham, num eterno compaz.
Na missa dos defuntos, o adeus se entrelaça,
Entre lágrimas e rezas, a esperança abraça.
Que seus espíritos encontrem o caminho,
E que a luz da eternidade os guie, sem destino.
Assim na memória, os defuntos se eternizam,
Em cada verso, em cada prece, eles renascem.
Que suas almas descansem, num sono profundo.
A arte na política é o eco das vozes silenciadas, o palco onde as ideias desafiam os poderes estabelecidos e as emoções se tornam manifestos de mudança.
Leonardo Godoy As árvores caem em silêncio, mas o eco de suas vozes perdidas ressoa nas lágrimas da natureza, testemunhando a tragédia do desmatamento que dilacera nossa alma e devasta nosso futuro.
Não sou pergunta nem resposta, sou o eco que nasce e morre entre elas antes de adquirir a medíocre forma das coisas exatas e definidas pela semântica dos termos.
O silêncio dos inocentes é um eco ensurdecedor que revela o medo dos que se calam diante do grito da injustiça.
"O fantasma, na visão lacaniana, é o eco do desejo que nunca foi saciado, um laço entre o corpo pulsional e a falta no Outro."
Sou quilombola, carrego em meu ser o eco das lutas ancestrais e o poder de um povo que nunca se rendeu.
Rosane Jovelino
**O Eco do Silêncio**
Amei-te em segredo, como quem guarda uma flor,
Reguei-te em meu peito com lágrimas de amor.
Na dança do tempo, meu olhar te seguia,
Mas eras estrela que o céu escondia.
Sonhei com teu toque, tão doce e gentil,
Mas tudo que tive foi o frio abril.
Minha voz no vazio chamou teu nome,
E o eco, cruel, devolveu-me a fome.
Cada sorriso teu era luz que feria,
Uma chama que arde, mas não me aquecia.
E em cada palavra que nunca ouvi,
Um pedaço de mim ficou por ali.
Amei-te com força, sem pedir permissão,
E paguei o preço da minha ilusão.
Pois amar sem resposta é abraçar o vazio,
É um fogo que queima sem dar arrepio.
Mas ainda assim, amo-te em silêncio,
Mesmo que doa, mesmo que intenso.
Pois amor verdadeiro não exige um porquê,
Ama no escuro, mesmo sem se ver.
O que é viver, senão perguntar?
Um ciclo sem fim, um eco a vibrar.
Porque vivemos? Porque existimos?
Será o destino, ou passos perdidos?
Será que vivo, ou apenas respiro?
Será que sou mais do que o pó que retiro?
Há uma palavra para explicar tal dor?
Ou o silêncio responde com mais rigor?
Será que Deus guarda a resposta em segredo,
Ou somos nós presos no mesmo enredo?
Porque vivo, se um dia vou partir?
Porque morro, se ainda quero sentir?
Porque e porque… a pergunta persiste,
Na busca do sentido que nunca desiste.
Viver é dúvida, morrer é certeza,
Entre os dois, resta-nos só a beleza.
## Adeus Sem Retorno
Não quero dizer nada,
apenas repetir o eco da minha alma.
Se você não entende o que faz,
se vê que está correta,
não vale a pena insistir.
Palavras que você não vai ouvir,
serão palavras ao vento,
chegando aos seus ouvidos vazias,
sem alma, sem cor.
E minha dor só aumenta.
Então hoje é um adeus,
sem um até breve.
Um adeus sem retorno,
um adeus sem esperança.
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