A Vida é um Eco
Minha voz talvez não tenha eco para alcançar uma multidão; mas você que me enxerga agora por meio da minha liberdade de expressão pode ser um elo imprescindível na transformação social deste país.
Sentir saudade é o eco do coração, uma lembrança que nos lembra que, apesar da distância física, estamos cada vez mais próximos daqueles que amamos, pois o amor transcende o tempo e o espaço.
Persiste em meu peito o eco de seu nome, uma lamentação infindável. Por mais que eu me esforce, sou incapaz de me libertar de sua influência. Seu magnetismo me arrasta de volta, incessantemente, sempre que busco escapar. Torno-me cativo de sua presença, condenado a uma prisão perpétua de sentimentos contraditórios. É uma crueldade inominável, pois não posso tê-la e tampouco consigo relegá-la ao esquecimento. É uma agonia indescritível, testemunhar sua proximidade e permanecer aprisionado à distância. Esta é minha sina: ser o eterno prisioneiro de sua aura, uma condenação de dores silenciosas e anseios irrealizados.
Quando clamei por ajuda, o eco foi o único som que ouvi; meu jeito ousado ou, por vezes, gentil e ingênuo, fez com que não notassem o desespero espelhado em meus olhos. Não desejo partir, mas às vezes, a falta de alternativas me faz considerar aquela porta que sei que não deveria abrir, pois sei que não há retorno.
Exploro todas as possibilidades, procuro escapes e tento fazer as pessoas ao meu redor me compreender, mas ainda assim me sinto encurralado, sem opção além daquela que evito. A sufocante sensação de ter que engolir constantemente situações e pessoas tóxicas para manter a paz me dilacera, até o ponto em que explodo sob o peso do desconforto. Nesses momentos, sou inundado por um sentimento de inutilidade, como se minha existência fosse apenas concordar e permanecer em silêncio, mesmo quando minhas convicções discordam da maioria.
Sinto-me ignorado e incompreendido, como se fosse a antagonista na vida das pessoas e na minha própria história.
Como um eco sombrio do passado, Malthus alertou para a escassez oculta sob a aparente abundância, lançando um aviso à nossa inconstância.
- Silencio os meus pensamentos com música para que não me atormentem. Vozes na minha cabeça que ecoam na minha mente como facas. Gritos que ressoam até na minha alma, inferno constante. Sofrimento escondido, felicidade aparente.
"As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. Madre Teresa de Calcutá"
Grande Madre, " Você não daria banho num leproso nem por 1 milhão de dólares, nem eu, só por amor se dá banho num leproso"
A Madre dava banho em leproso, a noite, na escuridão, nos guetos (favelas), de Calcutá (Índia).
“Na imensidão do ser, cada escolha é um eco da alma, reverberando no tempo e espaço da existência.”
"Na vastidão de nossa alma, encontramos não apenas o eco de nossos medos, mas a melodia de nosso potencial infinito."
O amor, um fantasma que assombra a memória,
Um eco distante, que se dissolve no silêncio,
Deixando apenas o cheiro de um perfume perdido,
E a amargura de um beijo que jamais se repetirá.
Título: Eco sem nome
Estava indo tudo bem, até que…começou a tocar essa música
Minha voz foi cortada pelo silêncio
Apenas um instrumental repleto de sentimento.
E eu celebrei a nostalgia, como se nunca a tivesse vivido, não prometendo algo a mim mesmo,
Mas, rasgando-me no deserto das horas
(silenciosas)
Busco a não paz, o eco da saudade que se faz e desfaz.
Porque relembrando o momento cotidiano da minha criança interior,
Revivi várias promessas,
que eu negociei com penhor.
As forças de um pescador
Não eram as de um sujeito qualquer,
Eram as forças de um senhor, as memórias de um baiano,
Que se dizia meu avô.
Isso é excentricidade dos poetas.
É o eixo do corpo carregado de nostalgia e constância de alma,
É o pulsar de um coração de areia,
Levado pelo vento, levado pela força espiritual,
E isso talvez seja o caso, pois o ontem é um fantasma sem nome.
Mas o fantasma não é invisível?
É sim por isso mesmo que fica no coração.
Exceto se você for uma sombra do dia anterior,
Uma miragem a ser temida, mas nunca tocada.
O que me importa, é ser uma versão diferente de mim mesmo,
Assim como no espelho quebrado do agora,
Que mesmo fragmentado mostra como eu sou.
Estava indo tudo bem, até que…
Começou a tocar essa música de novo
Domingo à noite
São meios de encarar essa escuridão
ZZZ então surge Zollim, Zollim é a voz do coração
Zollim é sentimento, Zollim é a melodia única,
Que diz sobre a emoção
Que celebra o movimento,
Que celebra o invisível ao palpável,
Transformando sombras em saudades,
E a ansiedade do domingo, em uma obra-prima.
A consciência do ego é um eco amplamente reduzido e imensuravelmente enfraquecido da Consciência do Eu Superior. Ele está sempre em mutação e se dissipa no final, enquanto que o Outro é sempre o mesmo e imortal. Mas o ego é retirado do Outro e a ele deve retornar, portanto a ligação existe. E mais, a possibilidade de retornar voluntária e deliberadamente também existe.
No final das contas, o ego é apenas uma ideia. Ele obtém sua aparente realidade de uma fonte mais elevada. Se fizermos o esforço interno de buscar sua origem, acabaremos encontrando a Mente em que esta ideia se originou. Aquela mente é o Eu Superior. Esta procura é a Busca. A autosseparação entre a ideia e a mente, que tornou sua existência possível, é o egoísmo.
Permita que sua consciência ressoe como um cântico vivo, em vez de apenas repetir-se como um eco distante.
Que a história se teça como um fio de luz,
Que cada palavra seja um sussurro suave,
Um eco de emoções que o tempo seduz.
Que as almas se entrelacem nas páginas escritas,
Como flores que dançam ao vento da brisa,
Cada dor, cada riso, uma melodia bendita,
Que ressoe no peito, em cada premissa.
Contemos de amores que ardem como estrelas,
De sonhos que brilham na escuridão,
Das lutas travadas nas batalhas mais belas,
E das lágrimas que regam o solo da nação.
Assim, ao contar, humanizamos a vida.
Transformamos a dor em beleza nessa terra querida.
E ao falar ao coração, a essência é sentida,
Pois na história do outro, e da vida, reside o amor.
O eco daqueles dias perdura, a promessa de um "para sempre" esvaneceu-se, mas a beleza do que foi vivido permanece. A intensidade do amor, agora lembrança, tece os fios da sua história, bordando-a com as cores da paixão que um dia existiu.
Pouco a pouco
o céu
morre
tudo vai ficando
cinza
nem eco
nem flores
nem pássaros
gostaria, mas
nada sei da
ciência da morte
nem de céus
nem de bocas
nem de mim
nem de fins.
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