A Vida é de quem se Atreve
3101 📜 Meu Cunhado, Esperto (pra Burro) largou o Brasil para começar nova vida... No Paraguai. Eu disse pra ele: Isso é 'Esperteza' (pra Burro) e o Burro, aqui citado, não é o Lindo Animal, que fique claro!
0974 📜 Se você acredita em vida após à morte, não coma bicho, planta, fruta nem qualquer outro ser vivo ou morto. Já imaginou uma melancia "voltando" e, por vingança, esborrachando-se na sua cabeça? Poizé! Ah, o 'Cerhumano'!
3296 📜 'Nem Tudo é Mel na Vida das Abelhas', mais ou menos como disse aquele famoso Escritor, Jornalista e Tradutor. E digo eu: Nem Tudo é Derrota na Vida dos Fanfarrões. Eles também (acham) que têm Vitórias. Achar, para eles, é fato!
3412 📜 Duas Coisas que não quero (mais) na Minha Vida: Cálculo Renal e Dicas nas Redes Sociais (sejam sobre Golpe ou sobre o que forem essas Dicas). Pra Mim já chega. Passei aqui só para deixar esse Meu Comentário... Mas desejo sucesso, claro!
3553 🥱 Não demora completo 100 Anos de Vida e nunca vi Eleição ser vencida ANTES. Seja por Pesquisas, por Desejo, por Leviandade ou por Ódio, tanto da Direita quanto da Esquerda. Em Democracias nunca vi. Mas em Golpes, sim, não em Tentativas, mas em Golpes Bem Sucedidos.
3557 😭 QUE VIDA TRISTE, DE ALGUNS DIREITINHOS: Não Aceitam Seu Lula, Não Toleram o PT, Não Elegem o Outro e, Mesmo Assim, Não Desaparecem. Não são Todos, sei bem: Tirando as exceções, são 'só os demais'!
3738 😁 A Ironia, que no Meu Tempo de Aprendiz da Vida, era conhecida por Deboche é algo que aprecio, tanto 'indo' quanto 'vindo'. Venham!
E se a
Finitude da Vida for aMoldura Invisível que valora tudo o que vivemos?
Talvez seja justamente porque a vida acaba que cada instante carrega algum valor.
Se tivéssemos tempo infinito, talvez os abraços pudessem esperar, os encontros poderiam ser adiados, os pedidos de perdão ficariam para depois e os sonhos jamais precisariam sair do papel.
A finitude nos lembra, e muito silenciosamente, que não existe um estoque ilimitado de manhãs nem amanhãs.
É ela que transforma um café com quem amamos em memória, uma conversa despretensiosa em lembrança, um olhar em saudade.
É porque sabemos que as pessoas podem partir — e que nós também partiremos — que certas presenças se tornam tão preciosas.
Estranhamente — aquilo que nos apavora — também pode nos ensinar a viver.
A consciência de que o tempo é limitado deveria nos tornar menos econômicos com o afeto, menos orgulhosos diante do perdão, menos preocupados em vencer discussões e mais interessados em não desperdiçar encontros.
Talvez viver bem não seja tentar encontrar uma maneira de escapar da finitude, mas aprender a fazer dela uma razão para estar inteiro no que ainda existe.
Porque, no fim, não é apenas a quantidade de tempo que valoriza a vida.
É a consciência de que ele não volta.
E talvez seja por isso que algumas coisas tão simples — um abraço demorado, uma mesa compartilhada, uma risada inesperada, um “eu te amo” dito sem esperar motivo — valham tanto.
A vida não precisa ser eterna para ser imensa nem intensa.
Talvez baste que, enquanto durar, a gente tenha coragem de realmente vivê-la.
Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.
Adiamo-nos.
Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.
E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.
Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.
Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.
Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.
Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.
E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.
Cada dia que passa não fica à nossa espera.
Vai embora.
Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.
Há uma urgência muito discreta em estar vivo.
Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.
Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.
O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.
A morte não é apenas o fim da vida.
Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.
A vida pode não ser infinita.
Mas pode ser inteira.
E talvez isso seja o suficiente.
O Dinheiro
não pode comprar Vida, mas pode comprar Qualidade para a Vida que restar.
É uma frase bastante incômoda, talvez porque toque justamente onde preferimos não olhar: o Tempo é o único patrimônio que, depois de gasto, não pode ser recuperado.
Dinheiro não compra mais uma manhã, não devolve um abraço que ficou para depois, não impede que os anos passem.
Não compra juventude, nem garante que estaremos aqui amanhã.
Mas pode, sim, diminuir sofrimentos, proporcionar conforto, permitir escolhas e transformar determinados momentos da existência.
Há quem passe a vida inteira acumulando recursos e se esqueça de viver.
Há também quem romantize a falta de dinheiro, como se a precariedade fosse uma virtude.
Nenhum dos extremos parece fazer sentido.
O dinheiro é uma ferramenta.
O problema começa quando ele deixa de servir à vida e passa a ser o motivo pelo qual a vida é adiada.
Porque, no fim, talvez a verdadeira riqueza não esteja simplesmente em ter muito, mas em poder usar aquilo que temos para tornar melhor o tempo que nos foi concedido.
Uma moradia mais confortável.
Um tratamento médico digno.
Uma viagem há muito sonhada.
Tempo para estar com quem amamos.
A possibilidade de dizer “não” ao que nos destrói e “sim” ao que nos faz bem.
Pequenas liberdades que, quando a vida aperta, descobrimos que também têm preço.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto dinheiro conseguimos juntar, mas quanto da nossa vida conseguimos preservar enquanto o juntávamos.
Afinal, chegar ao fim da estrada com os bolsos cheios e o coração vazio também pode ser uma forma de pobreza.
O dinheiro não compra a vida…
Mas pode ajudar a cuidar dela — enquanto ela ainda é nossa.
O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.
Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.
O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.
Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.
Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.
Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.
É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.
É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.
Porque paixão pode incendiar.
Desejo pode estremecer.
Encantamento pode nos tirar o chão.
Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.
No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.
É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.
E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.
Quanto tempo vai levar
até você abrir o coração
e se declarar?
Uma semana, um mês,
uma vida?
Você não tem todo
esse tempo pra pensar,
chegou a hora de se arriscar,
busque uma saída.
Você é bela com estes olhos de Oceano. As ondas da vida não podem apagar tua beleza e o profundo que está dentro de ti, com tuas riquezas desconhecidas por quem julga tua superfície
Vida adulta: "vamos marcar". Na maioria das vezes é falta de dinheiro para sair, se tem amizade mesmo combina de ir na casa da pessoa.
Tudo na vida tem começo, meio e fim. Às vezes, o fim chega de mansinho — em pequenos nãos, pequenos desprezos, atitudes que mudam do nada e prioridades que se revelam.
Talvez não seja o fim de tudo, mas sim portas se abrindo para um novo começo. Algo que você realmente mereça: uma nova história. Mas, às vezes, ignoramos os sinais e insistimos, deixando o tempo passar sem perceber.
Quando finalmente abrirmos os olhos, talvez essa oportunidade já não esteja mais ali. E só restará sentar em um canto e pensar em tudo o que passou, no que poderia ter sido diferente, no tempo perdido... onde estivemos e onde poderíamos estar.
A vida é um piscar de olhos — e não existe botão de rebobinar para voltar ao começo.
Às vezes, a vida toma rumos que nem sabemos como aconteceram.
Mudanças repentinas nos mostram que nunca fomos prioridade na vida de alguém.
Estivemos ali para dar suporte, mas, quando precisamos, fomos deixados de lado, ignorados, sem saber para onde ir.
Dizem que a vida muda as coisas de lugar. Mas a verdade é que são as pessoas que nos mudam de posição quando não precisam mais de nós, de quem éramos ou do que tínhamos a oferecer.
Você não foi movido pelo destino. Foi movido por quem já não precisava mais de você.
Na vida, nós somos para as pessoas apenas aquilo que podemos oferecer; no momento em que elas não precisarem mais, somos deixados de lado.
_Derley Filipiak
«Na vida, você atrai dois tipos de pessoas: as que querem os seus favores e as que não estão nem aí para você.»
_Derley Filipiak_
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