A Vida é como se Fosse um Palco

Cerca de 244319 frases e pensamentos: A Vida é como se Fosse um Palco

Se um amor de verdade fosse fácil todos teriam...
Ainda bem que gosto do difícil...logo, tenho.

Inserida por AlohaLove

A fé move montanha imagine se usarmos a fé para que o mundo que vivemos fosse melhor?

Inserida por uilderson

se eu fosse a premissa maior e tu a premissa menor fariamos uma junção de nós pra extrair uma conclusão que se chamaria amor,porque oque sinto por ti somente ele sabe e mais ninguém!

Inserida por chabe

Seria muito fácil se a história de nossas vidas fosse escrita utilizando um lápis, pois assim teríamos sempre uma borracha para apagar os erros e corrigi-los. Porém, iremos sempre utilizar uma caneta esferográfica e assim, o máximo que faremos será um rabisco em cima daquilo que erramos. No fim, se você parar para pensar, talvez seja até melhor, pois sempre quando revisarmos nossa história, teremos algo para nos lembrar daquilo que não deveremos mais repetir. Os erros do passado se transformam na base para os acertos no futuro. Desejo que esse futuro logo chegue.

Inserida por JaksonTrindade

Fala com primazia,fala de Deus como se fosse íntimo, cospe no chão o que consumiu,mas sera que Deus é isto.

Inserida por Juarezfsales

Se eu tivesse nascido em berço de ouro, talvez, a minha mente fosse outra. No entanto me satisfaço com a consciência que tenho da vida e de tudo que provem dela. Assim vejo que nem tudo são flores...

Inserida por Crisando

- Se amar uma pessoa fosse errado me jogaria de cima de um prédio só para estar ao seu lado..'!

Inserida por WinyDuarte

Deixa eu escrever como se fosse cantar, deixa eu te mostrar como é que se faz para voar. Conquistando cada pedaçinho do céu e do seu brilho tom de camel. Brincando de ser qualquer coisa, qualquer um menos só mais um. “Paris parece uma boa ideia, ou melhor, Paris sempre é uma boa ideia”. Maravilhoso é trocar o dia pela noite, ou a noite pelo dia, tanto faz! Me ensine a fechar os olhos e mergulhar no declive dessa ingrime loucura. No fundo dos espinhos venenosos que são o abismo dos nossos corações lutamos enquanto rimos abafados para os elfos encantados não nos pegarem enquanto planejamos nossa fuga desesperada. Deixa eu te beijar rapidamente porque tenho pressa, vou me atrasar. Deixa eu te abandonar por cinco segundos, assim eu posso pedir para que vire de costas. Agora, deixa eu ser a única que suas vistas vislumbram claramente, todas as outras faces se embaçaram e a única coisa que importa é aquela linda criatura sendo acariciada pelo tecido branco enquanto os tímidos lírios desabrocham em suas mãos.

Inserida por caaamilici

Nada doce!

Se a saudade fosse doce, a lágrima não seria salgada!

Ismael Santana Bastos
13/03/2014

Inserida por ismael51

Não desista. Se fosse fácil, todo mundo conseguiria.

Inserida por Renato2244

Viva o hoje como se fosse o último, pois mesmo a chama mais intensa um dia se apaga.

Inserida por tucafriba

A diversidade do Amor
Amor de filho é grandioso
Vem na forma de admiração
Proteção
Como se fosse um pedido de socorro
Um porto seguro
Amor de amigos é cumplicidade
É onde se “amarram os burros”
E se depositam todos os afetos
Pois amigos são escolhas pessoais. Amor de mãe é inigualável
Amor de adolescente é devaneio e
vaidade
É o inicio de um grande processo
De uma descoberta
Uma imensa falta de insanidade
Amor de gente grande (adultos) é
alicerce
É uma união completa
Disso e daquilo
Das experiências e das redescobertas
Das perdas e dos ganhos
É raciocínio e razão
É contradição
É lógica
É verdade
É uma vontade grande de querer
É ter os sentimentos misturados
Alternados em amor, desejo, paixão e
ódio.
Ódio sim, por que não?
O amor é uma mistura intrigante de
todo tipo de sentimento
Mas se houver indiferença
Seja em qualquer uma de suas etapas
Então não era Amor.

Inserida por AuracileneRocha

Se tudo fosse fácil não haveria (O Eu venci)

Inserida por rayra242

Ousaria te desvendar...
se o vendado não fosse eu

Inserida por CodinomeBeijaFlor

Se o cavalheirismo fosse algo comum entre os homens, não seria tão valorizado.

Inserida por baz

Posso não ser aquilo que queriam que eu fosse, mas sou aquilo que eu quero ser, e é entre esses espaços e linhas que você entrou em minha vida e a bagunçou. Mas quer saber de uma coisa? É uma bagunça boa! É nesse teu sorriso que eu me apego, é nos teus olhos que eu me encanto é ao teu lado que está a minha felicidade e é contigo que os meu momentos deixam de ser só meus e passam a ser nossos!

Inserida por thaisnunes21

a cada momento a cada olhar, é como se fosse cena de filme inesquecível o calor de teus abraços e carinhos, queria que cada segundo que te vejo sorrir o tempo congelasse e eu pudesse te admirar e falaria com sussurros... ei, te quero pra mim!

Inserida por palomacarodoso

Se beleza fosse bosta, você estaria toda cagada!

Inserida por RicardoWallas

Não foi a primeira vez, mas é sempre como se fosse.

Inserida por camilamr

Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.

Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.

Inserida por melfronckowiak