A Verdade sobre Mim
Tiro sua roupa
Tiro tua roupa,
e encontro quem você é de verdade,
inteira em mim, sem pressa,
como quem confia o próprio coração.
Te observo como obra rara,
não com fome, mas com cuidado,
meu olhar aprende teus detalhes,
e minha alma repousa na tua presença.
Tua pele macia acolhe meus gestos,
teu cheiro guarda lembranças futuras,
cada suspiro teu é calma,
cada curva, poesia silenciosa.
E quando nos encontramos em silêncio,
o resto do mundo fica em silêncio,
somos dois caminhos que se escolhem,
amor entrelaçado, sereno,
até que o tempo esqueça de passar.
Meus próximos perderam a confiança em mim por não saber guardar segredo.
Na verdade o que acontece é que sou bom ouvinte, só que os segredos que me contam ao invés de eu as guardar acabo esquecendo, quando, onde, como, porque e o que me contaram como segredo..
No meio ao segredo foram ditas coisas engraçado que não levei em conta a seriedade do conto do segredo, fiquei mas entretido nas piadas do que no segredo..
Mas já aconteceu mesmo..
O sopro
Eu escrevo para mim, não para ti.
Recomponha-se. O sopro da verdade e do amor reacendeu meu coração, e, desde então, eu sigo feliz.
Apesar dos meus olhos estarem marejados e o futuro incerto, eu já tinha em mim a certeza da verdade mais poderosa do universo, o fundamento da minha fé: o Cordeiro de Deus, Jesus, morreu por mim um dia para me dar vida e esperança, meditar nesse sacrifício, no quanto sofrimento Ele abraçou, como foi ferido e humilhado em favor de um pecador como eu, me fazia compreender que aquele amor silente e paciente me alcançava em todos os momentos da minha fraqueza.
A minha verdade
Enquanto houver verdade,
haverá em mim
um grito que não se cala.
Pois aqui habita
uma sabedoria única,
um sentimento inigualável.
Onde a destreza
provoca incertezas
e busca, no íntimo, a soberba.
O que se quer
é o que se vê,
não se inventa.
Apenas se compreende,
de certa maneira,
e não se explica.
A vida insiste
e, por ora,
é o que chega.
Nem há busca,
nem desespero;
por vezes, apenas exagero.
Ou talvez, esperança,
o que causa anseio.
E, no momento, é o que vejo.
Busco prazer
na simplicidade do acaso,
no milagre do amanhecer.
Em cada história
eu me encontro,
mas no amor, eu me perco.
Novamente,
como matemática básica,
não tem erro.
Essa sou eu:
não guardo segredos,
sou sempre do mesmo jeito.
Enquanto existo só em mim, carrego duas vontades: a de morrer… e a de viver de verdade. Não apenas passar pelos dias, não apenas respirar por obrigação, não apenas sobreviver. Quero tudo o que a vida ainda me permite tocar, sentir, descobrir e construir.
Mas há também essa desistência silenciosa, que tantas vezes me faz abrir mão de tudo antes mesmo de tentar. Uma força escura que me convence a parar, a recuar, a aceitar menos do que minha alma deseja.
Que morra em mim essa desistência. Que cesse esse hábito de abandonar sonhos, caminhos e a mim mesma. Porque não nasci para apenas suportar os dias. Nasci para habitá-los.
Enquanto travo essa batalha invisível, sigo sobrevivendo um dia de cada vez. E às vezes isso já exige uma coragem imensa. Há dias em que levantar é vitória. Há dias em que continuar respirando já é resistência.
Mas no fundo de mim ainda pulsa algo que não se rendeu. Uma centelha que insiste em querer mais, em querer vida inteira, em querer verdade.
Talvez seja por ela que ainda sigo aqui.
E talvez seja ela que, no tempo certo, me ensine a viver — não só existir.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
(João 14:6)
"Se você colocar Deus primeiramente em tudo na sua vida. Não tem como percorrer caminho errado."
─By Coelhinha
Para mim, amar uma mulher de verdade é entender que ela não é minha propriedade. Amar é respeitar sua autonomia e deixá-la viver sua própria essência.
Você tem o melhor de mim com a verdade, seja ela qual for, e tem o pior de mim com a mentira, seja ela qual for.
Verdade absoluta.
Construída de tripas e vísceras.
Escondida em mim.
Silenciando a língua e maltratando o coração.
Exposta, permanente, no meu ser.
Oculta do outro, não vista, nem ouvida.
È dor de alma e encanto de paz..
Corre seguindo o fluxo do sangue.
É um vai e vem sem fim.
Busca permanente de coerência.
Na sua construção participam órgãos
Fígado, coração, rim, testículos, braços e pernas.
O corpo é mente? Meu corpo?
A verdade, que cedo, é relativa.
É a verdade social.
É medida do convívio.
Limite de relacionamento pleno.
Buscar a verdade absoluta é a inversão do ser.
Verdade absoluta é caminho a ser trilhado por poucos.
Construo com o silencio da boca
E se mata sempre com o ouvido alheio.
Falta-me respeito impor a alguém.
Minha verdade social é relativa.
Cedo como pão a alimentar a relação
É medida justa.
A verdade integralizada
Sabida, tudo escapa.
Inclusive minhas mentiras
Pois é da mente que se tira.
A que permito dizer é relativa
Digna de bons relacionamentos.
E de medida coletiva com dimensão
Da possibilidade da escuta do outro.
Talvez um dia as pessoas entendam que tudo que eu faco por vocês na verdade é por mim, pois a minha felicidade é totalmente dependente da de você.
