A Verdade de cada um Pirandello

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⁠⁠quando você mudar,
0.0000000000000,1% no mundo você fala comigo, caso contrário continue a lustrar seu ego.
Seja Extraordinário, faça diferença, de sorrisos em submúltiplos de segundos o mundo já está cheio.

Inserida por daniloaqui

⁠Não, não doeu!
Não, não doi mais!
Você não conseguiu tocar meu coração, jamais tocará minha alma.

Inserida por daniloaqui

⁠No reinado da ignorância,
a verdade é limitada segundo conveniência, só serão aceitas as verdades passíveis de aceitação e compreensão, segundo a capacidade de raciocínio dos súditos e do Rei.

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠A verdade não é seletiva e revela o caráter de uma nação através da aceitação e prática da mesma

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠⁠⁠Se a verdade muitas vezes não é expressada, não quer dizer que é talvez por questões de desonestidade, mas, que pode ser pela maneira como a mesma será recebida e interpretada. Dizer a verdade... é questão de caráter é ter idoneidade. Saber ouvir, aceitar a opinião do outro, vai depender de você enquanto ouvinte honesto e sincero, viver realmente na prática a honestidade.

Inserida por GervasioXavierSoares

A verdade só não precisa ser dita para pessoas que tem discernimento próprio e consequentemente sabem distinguir entre o certo e o errado.⁠

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠A verdade é a munição da justiça.

Não quer ser alvo? Então não dê motivos e não fique na mira.

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠A verdade não tem a obrigação de agradar ninguém. Ela simplesmente é.
A verdade é a munição da justiça e cada tiro certeiro vai revoltar muito a desonestidade privilegiada dos gananciosos oportunistas.
Somos 207,8 milhões, não cabemos em e nem merecemos o controle de um cercadinho.

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠Ao longo da sua existência você tem o livre arbítrio da escolha entre o caminho do bem ou o do mal
com as devidas consequências.
Porém existe também uma terceira via
a da conveniência, interesse, manipulação, falsidade. O ódio disfarçado de amor
A mentira travestida de verdade

Inserida por GervasioXavierSoares

Às vezes o espelho da hipocrisia começa a refletir a verdade e o hipócrita enfim tem que encarar a realidade⁠.

Inserida por GervasioXavierSoares

Jornalismo com ética
é aquele que expõe as notícias como elas são
e não as verdades que certas "personalidades" querem ver maquiadas

Quem não quiz deixar em evidência o traseiro
obviamente não deveria ter arriado as calças

Inserida por GervasioXavierSoares

A questão nem é querer ser o dono da verdade
até porquê
ela é direito de todos
portanto
que esteja presente
que se torne hábito
e que seja conduta

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠Se negar a aceitar a verdade apesar dos fatos, não é questão de ignorância é problema de conduta.

Inserida por GervasioXavierSoares

A imprensa, os políticos e formadores de opinião usam e abusam da cultura do medo contando com nossa disponibilidade heurística porque eles sabem que o medo comove mais facilmente do que o amor e outros sentimentos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Política é para quem fala a verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vivemos em busca do que na verdade não existe materialmente.

Inserida por Rita1602

⁠Não existe narrativa correta.

O problema é a ausência da sua narrativa.

Se expresse, a subjetividade da sua verdade é única e, transforma ilusões em real justiça.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Como trás inconsciente aquilo que nunca sentiu?

Inserida por Diogovianaloureiro

Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla

A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.

O poder de Teodora em vida

Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.

Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.

Cronograma histórico

c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.

527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.

532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.

548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.

553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.

O Concílio e a questão da reencarnação

A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.

Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.

A permanência do mito

Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.

Reflexão final

Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.

Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.

Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O apóstata NUNCA sofrerá pela verdade, pois ele abandonou pela mentira. Preferiu o maligno em vez do Criador.

Inserida por fabiocabral