A Verdade de cada um Pirandello

Cerca de 513338 frases e pensamentos: A Verdade de cada um Pirandello

A arte, a educação e a cultura abrange tudo e quem não pensa assim, não passa de um fazedor e mascate de imagens.

Vivo desbastando as arestas imperfeitas de minha pedra bruta para um dia por fé, polir.

O amor é um sublime sentimento no caminho mas o falso amor um instrumento de conquista, agonia e queda. A vida é bela quando não queremos mentir pra ela.

Na impotente oportunidade de sermos muito felizes, só existe um caminho de felicidade, redobramos os esforços, ora sem nexo e incoerente, de sermos mil vezes mais generosos em multiplicar a felicidade de todo aquele que também, não tem. A justa e perfeita lei da vida é ser feliz, diante de toda opositora tristeza, só cabe uma unica verdade espalhar felicidade por onde caminha para que os outros que hão de caminhar por onde passa tenham um pouco mais de chance, de serem bem mais felizes que você.

E no ultimo adeus, lembranças meio apagadas de quando ainda eramos meninos e crianças, um pouco de nostalgia daquele ultimo olhar de ontem...e sobre a lápide irretocável negra estava nesta hora toda molhada, pouco se sabia onde foi que começou a aguar pelos pingos da chuva e o que era aguado pelas lágrimas da saudade que já começava à crescer....sai da letargia e incompreensão me acordou no momento que todos os presentes em coro gritaram, Amém.

Discordar é um direito. O problema começa quando a ideologia fala mais alto que a razão e a convicção se torna incapacidade de enxergar a realidade.

Feito de Ontens - Capítulo IV — A Poesia das Ruas


A jaqueta jeans, que antes parecia um escudo contra o mundo, agora era apenas um casaco


confortável para uma tarde de outono. Tranquei a porta de casa — não para me esconder do que


ficou lá dentro, mas para descobrir o que estava me esperando lá fora. Havia um burburinho na


cidade, aquela energia típica de um fim de tarde onde as pessoas buscam um pretexto para


desacelerar da rotina.


Caminhei sem rumo até a praça central, o coração pulsante da cidade onde os artistas de rua


costumam se reunir. De longe, notei uma pequena multidão se formando em círculo perto do


chafariz. Um som familiar cortou o ar: o dedilhar ritmado de uma viola e o choro sutil de um


violão. Meu coração deu um salto involuntário, mas não de dor. Foi o eco do reconhecimento.


Aproximei-me devagar, misturando-me aos desconhecidos. No centro da roda, dois rapazes jovens,


com os rostos queimados de sol e o brilho nos olhos de quem está começando, cantavam uma


daquelas músicas do "lado B" do repertório dele — uma daquelas canções profundas que não


tocavam no rádio, mas que ele compôs em uma madrugada chuvosa no nosso quarto.


Fechei os olhos por um segundo. Ao meu redor, as pessoas cantavam em coro, baixinho,


comovidas. Um homem de cabelos brancos limpava o canto do olho; uma jovem segurava a mão do


namorado. Naquele momento, percebi a grandiosidade do que tínhamos vivido. Ele não pertencia


mais apenas à minha saudade ou aos meus discos. Ele pertencia ao vento, ao povo, à memória


afetiva de cada uma daquelas pessoas que nunca o abraçaram, mas que se sentiam abraçadas por


suas palavras.


Quando a música acabou e os aplausos ecoaram pela praça, os rapazes agradeceram e um deles


disse ao microfone: "Essa foi para quem sabe que a boa música nunca morre". Sorri. Dei alguns


passos à frente, tirei uma nota do bolso e a depositei na caixa aberta do violão deles. O jovem


violeiro me olhou, surpreso, e fixou os olhos na jaqueta jeans que eu usava. Ele pareceu reconhecer


a energia.


— Bela jaqueta, moça — disse ele, com um aceno respeitoso com o chapéu. — Ele aprovaria.


— Obrigada — respondi, e pela primeira vez, o agradecimento não veio acompanhado de um nó na


garganta. — Ele com certeza está orgulhoso de vocês.






Dei as costas à roda e continuei minha caminhada. O sol começava a se deitar atrás dos prédios,


pintando o céu de tons de rosa e dourado. Eu estava sozinha na calçada, mas já não me sentia


solitária. O amor dele tinha se transformado em arte pública, e eu, finalmente, fazia parte do público


de novo, pronta para assistir ao espetáculo do mundo.


©nilzacarvalho #nilzacarvalho

Em Êxodo 32, o povo se cansou de esperar por Moisés e decidiu criar um deus que pudesse ver e tocar. O problema da idolatria começa quando trocamos o Deus verdadeiro por aquilo que satisfaz a nossa vontade. Tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus no nosso coração se torna um ídolo. Que nunca troquemos a presença de Deus por algo que apenas parece preencher o vazio.

“Véspera de Ano Novo é um rito de passagem que adoramos celebrar. Existe um fascínio quase mágico em vestir uma roupa nova, brindar com palavras de esperança e desejar "um novo tempo" aos outros. No entanto, o tecido novo no corpo não tem o poder de costurar o caráter, e os fogos de artifício não iluminam mentes que escolheram permanecer no escuro. O verniz da aparência, não substitui o mofo da alma.”
(Mário Luíz)

“Quem julga baseado em apenas uma versão da história, comete antes de tudo, um equívoco de perspectiva. Ao ouvir um relato apaixonado, tem a tendência natural a empatia com quem narra, mas é justamente nesse ponto que a justiça se perde em favor da narrativa e em desfavor ao contraditório da outra parte. A verdadeira justiça prefere o silêncio da incerteza ao ruído de uma sentença injusta. Logo, quem julgar pela metade, condena a si mesmo ao engano.”
(Mário Luíz)

"Quem desenvolve um olhar atento e profundo para a realidade passa a enxergar as contradições, as aparências e as ilusões que a maioria prefere ignorar. Essa lucidez excessiva desconecta a pessoa dos discursos prontos e dos comportamentos superficiais do cotidiano. Com isso, torna-se quase impossível encaixar-se em espaços ou relações que exigem o silêncio da ignorância para parecerem confortáveis."
(Mário Luíz)

Um dia você perceberá que o maior risco não foi ter tentado e fracassado, mas ter permanecido seguro enquanto a vida acontecia longe de você.

“Outubro Rosa é um chamado à conscientização: um lembrete de que cuidar de si também é um ato de amor.
A prevenção, a informação e o diagnóstico precoce podem fazer a diferença. Que o conhecimento alcance cada mulher e que o cuidado floresça em cada vida.”

Existe um tipo de fracasso que ninguém aplaude nem lamenta: aquele de chegar ao fim sem nunca ter descoberto do que você era capaz.

Vencer a tempestade não é ver o céu azul na mesma hora, mas ter a força de um lobo que aguenta a nevasca sabendo que o inverno não dura para sempre.

Um dia, talvez você olhe para trás e perceba: não era o abismo que parecia tão grande. Era a sua vida que estava pequena demais para continuar cabendo onde você insistia em ficar.

O mundo é um redemoinho, movido pelo vento, pela água e pela vida.

De tanto fazer favores, atender pedidos e carregar problemas que não eram meus, como um herói tentando salvar todo mundo, acabei deixando de fazer aquilo que era minha responsabilidade. No fim, enquanto cuidava dos problemas dos outros, deixei os meus para trás

Amor tem três fases: o Amor Espiritual; o Amor Condicional, isto é, o amor equilibrado por um débito transcendental, amor pelas nossas vítimas do passado; vem, então, o amor construtivo, que é o Amor Incondicional.

Toda história escrita começa com um rabisco, nunca deixe as turbulências cotidianas te levar para a página da desistência sem antes persistir e insistir rumo ao objetivo previsto.