A Tempestade-William Shakespeare
A poesia ocupou-me, de repente, como uma tempestade de verão sobre a floresta. Uma tempestade de versos que levou à deriva meu veleiro e inundou-me de tristezas e alegrias.
Na noite da tempestade o garoto esquisito acompanhado da garota de olhos castanhos se escondem da chuva
Olhos Castanhos : Quando a chuva vai passar ?
O esquisito : Não importa.
Olhos Castanhos : Porque ?
ele olha pra chuva , olha pra ela sorri e diz
O esquisito : Lembre-se que depois da chuva sempre vem a calmaria
Tempestade
Em meio a toda essa tempestade, não ouse em soltar o leme, não fuja das suas responsabilidades logo agora que se encontra em uma enorme tempestade. Meu conselho a você é: Lute!!! Lute até o fim! Mesmo que seja o começo para várias tempestades, não desista nunca! Lembre-se o alvo dessa tempestade é derrubar você!
Tempestade
É lindo o tempo lá fora, a claridade
Aqui dentro se faz deveras diferente
Em minha mente, forte tempestade
Em uma tempestade todos que estão na praia vão embora, mais quando ela passa todos voltam para admirar o mar novamente.
"Quando nos encontramos numa tempestade por causa de nossa obediência ao Senhor, devemos nos lembrar que ele nos trouxe até aqui e cuidará de nós."
Livres pensamentos sonhadores
Em uma bela tempestade
Adiciono um pensamento
Tão bonito como é livre
Voa em pleno cata-vento.
A beleza da libredade
Chega a ser emocionante
Livre vai, livre volta
Tudo em apenas um instante.
Voa por ai,
Sem ter para onde ir,
Sem ter para onde voltar,
Liberdade apenas existe
Se tiver um sonhado para ousar a sonhar.
Tô naquele pique
Faço muito hit
Nem a tempestade vai poder calar minha voz
Tô voando alto
Céu é o limite
Pois eu sei que o mundo ainda é pequeno pra nós
Se orgulhe de cada passo que você der!
Inspire pessoas, seja Luz tem gente demais sendo tempestade!
Se esforce, lute quantas vezes for preciso, colecione momentos fotos, doces, motive pessoas.
Seja primeiramente o teu sol, sabe quantas pessoas tocam nele e você nem sabe?
O processo é longo, se cure, se potencialize
e continue sempre!
Chegou como brisa suave, tempestade passageira a refrescar numa deliciosa tarde de verão.
Me sentia como aquela criança ao correr para o quintal, e debaixo da aguaceira pula nas poças a brincar,
Sentia como a criança que se delícia raspando a panela de brigadeiro, ainda quente, que a mãe acabou de preparar.
Mas partiu... esvaiu-se como areia do deserto árido, que não se guarda na palma das mãos, escorre sem parada pelo meio dos dedos.
Meu corpo chora tua despedida, e meu coração dilacerado como faltar um pedaço carrega com ele de forma singela a marca da tua digital.
De agora, por Fábia Alexandra.
Eu fugi da mediocridade assim como quem foge de uma tempestade num campo aberto. Como que quem corre apenas pelo prazer de não se ver mais no passo de trás, de não ser o mesmo, de saber que o tempo corre depressa e entender que nem sempre somos rápidos o suficiente para alcança-lo.
Eu nunca neguei o amor e nunca neguei o meu coração.
Sempre me inclinei por inteiro à todas as coisas que fiz.
Eu tive medo. O senti me fazer parar um pouco para pensar melhor e me deixar ali parado e pensando melhor para sempre, até perceber que isso era tudo o que ele queria, que eu ficasse parado e pensando melhor para sempre.
Senti o ódio no olhar das pessoas que me julgavam todas as manhãs, incessantemente, sem saber de toda a história. Qualquer que fosse a história.
Eu nunca desejei o mal de ninguém.
Eu desejei mudar a vida da minha família como um todo, perdoei as vezes que meus pais não acreditaram em mim e relevei as vezes que meus irmãos não foram, verdadeiramente, irmãos. E principalmente, eu me perdoei todas as vezes em que não fui eu.
Eu enfrentei o mundo inteiro sozinho mais vezes do que eu posso contar. Eu desmoronei em banheiros aleatórios apenas por sentir que enfim estava em um lugar seguro e podia finalmente, chorar. Por muito tempo chorar foi tudo o que eu quis. Por muito tempo eu senti o frio do chão e não houve chama quente o suficiente capaz de acender meu coração.
Eu já estive no fundo do poço mais vezes do que posso contar, existem poemas meus nas paredes de lá. Existem trechos de amores perdidos, amigos esquecidos e promessas que eu decidi simplesmente não cumprir. Eu não me culpo por gostar do escuro. Não me culpo por me sentar ao sol e apreciar o café ruim que me é dado gratuitamente todas as manhãs. Eu aprecio a pressa da L2 Sul e vejo a ganancia dos que correm com bons olhos.
Me doei por completo a qualquer que fosse o pedinte de rua, o amigo necessitado ou a pessoa que me pedisse qualquer fosse a coisa. Eu conversei com sábios e tolos. Vi o futuro de alguns apenas por entender seu passado e me espelhei neles. Eu vivi.
Eu cresci em meio as guerras de outras pessoas e não houve um só momento em minha vida que não me senti numa trincheira.
Perna de pau
Sou filho da terra
pera de pau
A noite vem tempestade
Perna de pau
Me escondo na toca
Do vendaval
E guardo a pipa
Do vendaval
Corro no terreno
Perna de pau
Conto meu segredo
Perna de pau
Cavalo de troia
Perna de pau
Azul é o veneno
Perna de pau
Saio correndo
Do vendaval
Poeira no terreiro
Do vendaval
Desejo-lhe paz, enquanto tu és tempestade em meus pensamentos. De ventos fortes e selvagens, consegues - ainda bem! - tirar-me da tranquilidade. De uma mórbida e indesejada tranquilidade. O amor tem disso: enquanto agita, acalma. Enquanto coloca a gente de ponta cabeça, faz com que seja a nossa melhor posição de mundo e nos faz ter a melhor visão da vida. Porque sendo o amor flamejante, ele consegue preencher-me de você de todas as formas e por todos os lados, independente do meu querer e do teu querer também.
