A primeira vez que te Vi Amizade
Havia um cachorro no quintal. Toda vez que eu me aproximava para alimentá-lo, ele vinha e me mordia. Eu levava petiscos, tentava ganhar sua confiança, mas a reação era sempre a mesma: um olhar desconfiado seguido de uma mordida. No começo, eu não entendia. Por que ele reagia assim? Eu só queria cuidar dele, mas parecia que ele via em mim um inimigo.
Com o tempo, fui descobrindo o motivo. Esse cachorro, antes de estar comigo, tinha um dono que o maltratava. Alguém que não o alimentava direito, não lhe dava carinho, e talvez só se aproximava para punir ou ignorar suas necessidades. Esse passado de dor e desconfiança se refletia em cada mordida que ele me dava, em cada vez que ele se retraía ao menor gesto de aproximação.
Mesmo assim, eu insistia. Dia após dia, voltava ao quintal, levando comida e esperando pacientemente que ele me visse como alguém diferente. Mas nada mudava. Ele continuava me mordendo, como se eu fosse a sombra do antigo dono.
Então, um dia, decidi não ir mais até ele. Resolvi deixá-lo sentir minha ausência, para que ele percebesse a diferença entre o que tinha sido e o que poderia ser. Por alguns dias, mantive distância. E foi só então que ele começou a entender. Senti sua falta e percebi que ele também sentia a minha. Ele finalmente compreendeu que eu não era aquele que o machucava, mas o que tentava lhe dar uma nova chance.
Mas, quando ele se deu conta, já era tarde. O tempo que passei tentando ganhar sua confiança foi também o tempo em que, pouco a pouco, fui me cansando de ser mordido. Agora, que ele parecia querer minha presença, já não sentia o mesmo. Eu não queria mais correr o risco, não queria mais me machucar.
Às vezes, mesmo com boas intenções, não conseguimos consertar as feridas que outros deixaram. A desconfiança, quando alimentada por muito tempo, pode ser mais forte que a vontade de recomeçar. E, assim, cada um seguiu seu caminho: eu, ainda com a lembrança das mordidas, e ele, talvez com o arrependimento de quem demorou demais para confiar.
Quem sofre da Síndrome de Bomhouse pode se sentir confortável no ambiente doméstico, mas muitas vezes isso resulta em solidão e desconexão do mundo real.
Moabe Teles
Sonhei com vc de novo
só que dessa vez
não chorei , gritei
e nem implorei pela sua atenção .
Eu só te abracei,
você me abraçou
e nesse abraço te deixei ir.
É imprescindível respeitar as convenções sociais, uma vez que elas moldam nossas interações e exigem adaptações em vestimentas e comportamentos de acordo com o ambiente.
Reconhecer a ignorância nos convida a olhar o mundo com curiosidade, em vez de indiferença ou preconceito. É como abrir uma janela que estava fechada e permitir que a luz de novas ideias e realidades entre em nossas vidas. Essa abertura pode ser desconfortável, mas também é libertadora, pois a ignorância, no fim, é uma escolha entre a estagnação e o movimento. Ao nos dispormos a aprender continuamente, podemos superar barreiras e, assim, contribuir para um mundo mais compreensivo e inclusivo."A dualidade da vida", vol.1.
#th_historiador
Bom diaaa!
Como é bonito o amanhecer! A impressão que temos é que tudo nasce outra vez, e de certa forma o despertar é um recomeço. Que hoje, mais do que nunca, saibamos aproveitar bem este novo dia.
Jesus aproximou‑se, tomou o pão e o deu a eles, fazendo o mesmo com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos depois de ter ressuscitado dentre os mortos.
Políticos há que uma vez eleitos e empossados se esquecem do povo, que os elegeram, e só ouvem as vozes do sistema corrupto e dominador.
Uma vez amei mais não fui amado.
Chorei ao ler aquela carta que deixou ao lado do nosso porta retrato.Onde tu mesma dizia que iria embora com outro alguém ao seu lado.Pois o meu amor ofertado, já não preenchia mais aquele coração que um dia foi apaixonado.
Era uma vez....
Um gatinho que se aproximou de mansinho, olhando meio desconfiado, sem saber se vinha ou se dava meia volta, e mesmo na incerteza ele se aproximou, olhou nos meus olhos e beijou-me a mão, delicadamente, longe de ser um gato de botas ou uma réplica qualquer, ele é um gato ambicioso, não joga com a sorte, ao menos não com a dele, e quer se aninhar num cantinho dele que tenha o seu cheiro, que sobre o seu pelo de um dia pro outro, um cantinho onde ele não precise deixar folga a ninguém, mas ao contrário, que seja sabidamente dele.
E assim esse gatinho veio chegando, ronronando pela minha casa, e sem fazer barulho, no cair da noite ou no silencio do dia, eu já nem sei mais, esse gatinho alcançou as minhas pernas, ronronou, e nela esfregou seu pelo macio, fazendo com que eu o visse ali, lindo, altivo e imponente como um puro sangue, meu olhar encontrou o dele, eu suspirei, sorri, ajeitei minhas pernas....
E o gatinho atento a todos os meus movimentos entende a linguagem do meu corpo e num único salto alcança o meu colo e se aninha em meus braços, ora suave ora me arranhando, marcando em meus braços o seu espaço, se esfregando em meu corpo para deixar na minha pele o seu cheiro, e na minha roupa o seu pelo, ele me lambe os braços, estica o corpo e alcança minha boca e nela sua língua brinca como quem bebe leite no pires.
Por muito tempo, todos os dias o gatinho se aninhava no meu corpo, ronronava no meu ouvido, lambia minha pele me chamando pra ele.
Mas um dia ele saiu e não encontrou o caminho de volta... Eu bem que o procurei por todos os cantos... Não era mesmo um conto de fadas. De encantado mesmo é toda a saudade que ficou.
E isso não é sobre gatinho.
**noite de chuva**
Numa noite de chuva, Clara e Rafael se encontraram pela última vez no pequeno café que costumavam frequentar. A relação deles, que antes fora cheia de amor e sonhos, havia se transformado em algo doloroso, quase irreconhecível. Eles já não eram mais os mesmos, e as palavras que antes expressavam carinho agora traziam mágoa.
Enquanto Clara olhava para a chuva pela janela, sentiu como se cada gota pesada fosse um reflexo do que seu coração guardava. Era como se, com o passar do tempo, todo o amor tivesse se transformado em um tipo de “chuva ácida”, consumindo o que restava deles, deixando marcas que nem o tempo poderia apagar facilmente. Rafael, por sua vez, fitava a mesa em silêncio, tentando encontrar palavras, mas sentindo que qualquer tentativa soaria vazia.
Por um momento, a chuva pareceu aliviar e o céu se abriu brevemente. Clara respirou fundo e, mesmo com o peso da dor, disse a Rafael que, apesar de tudo, acreditava que aquele momento não precisava ser um fim amargo. Eles poderiam deixar ali, junto àquela chuva, as lembranças boas e a gratidão pelos anos que dividiram, mesmo que o futuro fosse incerto.
Despediram-se sem raiva, mas com uma tristeza que fazia parte do processo de deixar algo importante para trás. Clara e Rafael saíram do café, cada um seguindo um caminho oposto, mas com uma nova perspectiva de recomeço. Sabiam que o fim de algo bonito não apagava o que viveram; era apenas uma transformação. A chuva havia passado, e cada um tinha uma jornada nova para trilhar, com as marcas da história que compartilharam e a esperança de renascer, de alguma forma, após a tempestade.
Evangehlista Araujjo O criador de histórias
Quer curar suas feridas emocionais?
Produza algo, e cada vez que produzir ressignificará a sua dor. Conforme a
sua obra de arte vai se tornando a sua
alma se elevará. Até sentir-se orgulhoso
de si mesmo.
Soneto de uma tempestade
Vou dar a largada, sei que és chegada a hora, aceito o que sou em vez de me ressentir o que não fui, estar vivo é uma coisa maravilhosa, que eu possa ser feliz, estar saudável, sendo criativo e, estando pronto para caminhar.
Sou grato por tudo o que tenho, respiro fundo e vou devagar, farei o meu melhor, inspirando alegria e força, expirando sabedoria e paz.
A vida é curta, vamos fazer acontecer sendo mais forte do que simples desculpas, serei destemido em aprender como dançar na chuva vivendo sem esperar a tempestade passar e, se a tempestade não passar, não vou perder a oportunidade de vivenciar cada dia de vida.
Não podemos nos esquecer que dias ruins são necessários para nosso crescimento e para os dias bons valerem a pena. Depois da tempestade sempre vem a calmaria.
O que me faz diferente é o que me possibilitou transformar o meu ser no meu eu verdadeiro, concentro-me em como quero me sentir, não no desejo de alcançar.
Tenho a certeza que sairei da tempestade e não serei a mesma pessoa que eu era quando entrei, aprendi que esse é o objetivo de uma tempestade em nossa vida.
Honro o meu ser e confio nas minhas vibrações, não vou adiar as alegrias, tudo o que eu estou procurando já está dentro de mim.
Sou grato por este dia que me oportunizou entender que quando um pensamento negativo vier em minha mente, saberei desafiá-lo e afastá-lo e, quando me sentir cansado, digo a mim mesmo para ser mais forte do que expressar desculpas.
Não há prazer sem riscos, a vida pode não ser tudo que desejamos, mas temos que comemorar e agradecer a cada novo dia. Quebre regras, perdoe rapidamente, não reclame, não critique, seja amável, agradeça sempre, ria, nunca pare de sorrir.
Sou grato pela oportunidade de vencer a tempestade, de seguir o caminho respirando profundamente e, devagar seguir a missão com simplicidade nesse belo mundo, apesar de alguns seres humanos estarem destruindo-o.
Beije lentamente, ame de verdade, podemos ser ou não felizes, a escolha é nossa.
Somos poemas
poesias e pensamentos
Somos músicas, retratos
o filme de uma vez
Somos a história
do artistaque faz sua arte
Somos inspiração
A busca pela verdade deve ser uma aspiração permanente e cada vez mais intensa por parte do ser humano, haja visto que a mentira progressivamente está sendo elaborada para se parecer com a verdade, e está sendo usada intensamente nos dias atuais com o propósito de enganar e dominar para se locupletar. Somente a verdade deve nos interessar, pois somente ela liberta e liberdade responsável dar!
Autovitimização para Atenção:
Em vez de exaltar diretamente suas qualidades, eles podem recorrer a papéis de vítima ou "sofrimento pessoal", como se estivessem sempre sacrificando algo. Dessa forma, se colocam como mártires e sugerem que seu valor vem de um sacrifício que, secretamente, esperam ser reconhecido.
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