A Pior Covardia
"Desprovido de valores morais, o homem pós-moderno percebe a mansidão como covardia e a temeridade como coragem".
"Mansidão não é indiferença, neutralidade ou covardia; é fortaleza amorosa ante os inarredáveis reveses da vida".
"A covardia gera o ressentimento; o ressentimento produz o ódio cego; o ódio cego induz à maldade; e a maldade tem como conseqüência a cegueira da mente, a qual desumaniza uma pessoa e a faz perder a natural capacidade de ver a realidade em suas evidências mais gritantes".
Defender as nossas convicções é clara manifestação de resiliência; covardia é vender a alma por conta de projetos perniciosos em detrimento de valores e princípios morais.
"A ausência de conhecimento dá origem à ignorância; esta conduz à covardia, que se manifesta como medo. O medo, nascido da imaginação, forma com ela um caráter ilusório, distante da verdade."
"Onde o saber se ausenta, a ignorância floresce. Dela brota a covardia, que se esconde atrás do medo — um medo moldado pela imaginação. E assim, surge um caráter que é apenas sombra do que poderia ser."
"Sem conhecimento, vem a ignorância. Da ignorância, nasce a covardia. Da covardia, o medo — sustentado pela imaginação. O resultado? Um caráter falso."
"A falta de conhecimento gera a ignorância, que por sua vez leva à covardia. Esta, então, dá origem ao medo — um medo que depende da imaginação. Juntos, medo e imaginação formam um pseudo caráter."
O problema não está na fé, mas na covardia revestida de espiritualidade. Porque fé de verdade exige coragem: de pensar, de agir, de contrariar, de assumir a responsabilidade pela própria existência
