A Mulher que Poucos Conhecem
Daqui a alguns tempos os seres não morrerão de fome.
Iremos morrer contaminados aos poucos por fertilizantes.
Comeremos em mesas fartas, porém contaminados sem imaginar que o modificado geneticamente e molecularmente é oque está livre de impurezas.
Estão fortalecendo um bio tipo, o qual tomaremos remédios cada vez mais pesados mas como se fosse um formol pra viver sem prazer de viver, um mero está de olhos abertos, perceptível da dor em cada minúscula parte de nossos corpos.
E, pior, com antídotos e remédios os quais não surtem efeito, a não ser, o colateral.
Simplicidade e humildade são para poucos!
O verdadeiro humilde não diz que é humilde.
Verdadeiros atos de humildade nascem em silêncio e no coração.
E mais um dia que se vai deixando para traz um pedacinho a mais da dor. Aos poucos ela vai se afastando deixando apenas rancor. A ferida vai se fechando, embora ainda sangrando, na cicatrização o corpo segue chorando. Mas o corpo logo se acostuma, é só mais uma. Uma a mais que o tempo vai deixar para traz. Mas quanto tempo se precisa para essa ferida deixar de incomodar, o cronológico não vai ajudar.
A ferida não está na pele, mas na alma do ser se adere.
O tempo da alma demora passar, difícil sossegar, e tudo se torna um constante esperar. Ter paciência sendo impaciente é tortura e auto mutilar, um esperar que sufoca e se faz pensar. De que adianta a cura da ferida, se a dor da alma só castiga. Talvez a alma se defina na eterna poetiza que dita o rumo da vida. O alma, quanta dor ainda sentirá, até fazer cessar, esse sentimento que a consome e só a faz chorar.
D.L
Meu cativeiro é algo com que vou ter de lidar durante toda a minha vida, mas, aos poucos, acredito que não serei mais dominada por ele. Ele é parte de mim, mas não é tudo.
BLINDADOS
para Ruy Proença
Quem se lembra ainda daqueles tempos idos
em que havia poucos muros, grades e redes?
As paredes até podiam ter ouvidos,
mas os ouvidos não tinham tantas paredes.
DESCONSTRUIÇÃO
Quando os pais e os avós
vão aos poucos morrendo
é como um prédio antigo
perdendo os pavimentos.
Mas não é ele que cai:
sou eu
desmoronando
por dentro.
Parente de sangue não quer dizer nada
Agora parente de coração, esse laço é para poucos, é um presente de Deus
Irmãos de alma, amigos do coração
A arte da vida e de viver, essa dádiva poucos tem. Bendito seja a pessoa de sorte para tal ato. A ideia é que de fato todos morrem, mas poucos vivem. O fardo das minhas consequências pesa muito. Minhas atitudes inconsequentes me lavaram para muito longe, mas me deixaram só. Plantei falsas mentiras, estou colhendo a verdadeira solidão. Se meu vizinho que elogia minhas linhas e verdes mudas soubesse o que fiz para tê-las, ele se mudaria daqui. Eu forjei minha vida em uma corda bamba. Eu plantei sementes que agora as raízes não param de crescer. No final da colheita, a conta sempre chega para todos, comigo não seria diferente. Isso é tão certo quanto ao sol ardente que está atrás das nuvens em um dia nublado.
Os sábios deste mundo são poucos cultos: eles não têm respostas para os seus sofrimentos, não cultuam a Deus e pouco entendem suas falsas religiões à luz da sabedoria de Deus.
Poucos casais conseguem chegar às Bodas de Jade...
É um marco por demais significativo...
60 anos é uma longa caminhada...
E agora, estamos chegando aos 63 anos de uma união
cada vez mais unida...
Neyde e eu sempre agradecemos a Deus pela felicidade
que sempre tivemos...
BODAS DE JADE, mais 3...
Marcial Salaverry
Sessenta e tres anos de união...
Como faz bem ao coração...
Para o passado olhando,
apenas recordando...
Como foi longo o caminho...
Todo ele feito com amor e carinho...
Para trás, ficou toda uma vida,
muito bem vivida...
Algumas dores... alguma tristeza,
nunca afetaram a beleza
de uma sólida união,
sempre vivida com a terna emoção
desse amor a embalar o coração...
Problemas foram com amor superados...
Os filhos com carinho criados...
Agora netos... bisnetos, quanto amor,
e mais um presente, uma tataraneta,
dando à vida muito calor,
muito carinho... muita doçura...
Comemorando esta data com muita ternura...
Jade é uma pedra muito preciosa,
E sessenta anos é uma marca gostosa (mais tres)...
Nesta longa caminhada, neste tempo ultrapassado,
ficou o carinho de um casal enamorado...
As lutas, vicissitudes, foram ultrapassando...
Problemas foram para trás deixando...
Sempre com amor e carinho caminhando...
Mãos dadas pela vida afora...
Agora... é a hora aguardada...
Bodas de Jade para ser festejada...
Parabéns pelo exemplo de vida,
E de quanto o amor é importante...
Mais sessenta (e tres)... será o bastante?
Marcial Salaverry
Erguendo os sonhos
Um dia eu conheci um diamante e vi ele se desfazendo aos poucos até virar pó,
parece que nada dura para sempre, nem aquilo com o aspecto indestrutível,
deixei meus sonhos enterrados embaixo de um baobá,
estou seguindo na minha jornada passando por tempestades, superando precipícios e atravessando mares revoltos na remada sem olhar para trás pois não tenho tempo para chorar nem temer os meus próprios medos,
joguei pedras no vento, pássaros subiram cantarolando freneticamente, gritos de aprendizado e crença foram dados e ecoaram no espaço,
os sonhos antes adormecidos aos pés de um grandioso baobá, chegaram ao seu topo e agora ganharam asas da imaginação para voar.
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