A Inteligencia Nao se Mede
Se a dor da perda de um ente querido te visitar não sofra tanto, pois chegará o dia que irá reencontrá-lo com o mesmo amor e saudade!
Não defina a sua vida em obstáculos, cultive o momento vivido e seja grato a vida e as suas demonstrações...
" UM BRINDE A VIDA"
Mais um ano termina.
Alguns desejos não realizados.
Sonhos também ficaram pelo meio do caminhos.
Aprendemos a trocar sonhos por realidade.
Também abrimos mãos de sonhos.
Mas não perdemos a capacidade de sonhar.
Mais um ano termina.
Pessoas vieram e também se foram.
Sentimentos que nem foram vividos.
Outros, vividos intensamente.
Amores não retribuidos.
Emoções que nem se quer foram compartilhadas.
Mais um ano termina.
Trabalho e esforço despendido.
Espaços conquistados.
Metas cumpridas e planos realizados.
Nem tudo foram flores.
Mais muitas sementes se tornaram frutos.
Mais um ano termina.
E com ele, derrubamos muros e construímos pontes.
Escrevemos mais um capítulo de nossa história.
Concluímos uma etapa de nossa existência.
Seguimos em frente, cerceando a tristeza e abrindo sorrisos.
Acreditando que é Deus quem nos guia. Mais a caminhada é nossa.
Quando bate aquela vontade de mudar o visual, se algo internamente não vai bem é uma ótima forma de ver a vida por outro ângulo, aquele que seja novo até para você mesmo.
As Armadilhas do Passado - Estudemos as coisas que já não existem. É necessário conhecê-las, ainda que não seja senão para as evitar. As contrafações do passado tomam nomes falsos e gostam de chamar-se o futuro. Esta alma do outro mundo, o passado, é atreita a falsificar o seu passaporte. Precatemo-nos contra o laço, desconfiemos dela. O passado tem um rosto, que é a superstição, e uma máscara, que é a hipocrisia. Denunciemos-lhe o rosto e arranquemos-lhe a máscara.
A Bíblia foi escrita pelos homens, mas não teria tanta sabedoria se não fosse pelo Espírito Santo de Deus.
Não há intensidade de amor ou sentimento que não envolva o risco de uma dor incapacitante. É um dever assumir esse risco, para amar e sentir sem defesa ou reserva.
Não deixe para amanhã o seu sorriso, o seu
abraço, o seu carinho, o seu sonho, a sua ajuda...
aquela sua pergunta; - ainda tenho chance?...
aquela sua frase; - olha eu existo, eu estou aqui,
por que não começamos de novo?
cadê a sua garra, a sua vontade, deixa os outros pra lá, vem pra cá.... insista, tente outra vez, e mais outra e mais outra....
Lembre-se que "Amanhã pode ser tarde...
e nós só temos o HOJE!
"E hoje a lua é azul"
Boa sorte!
☆Haredita Angel
Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.
Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.
Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.
Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.
Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.
Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.
Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.
Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.
Não é difícil me fazer sorrir.
Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.
Acreditar é o que explica a minha vida.
Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.
Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.
Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.
Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.
Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.
Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.
Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.
Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.
Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.
Me recuso a viver a vida sem o sonho como abre alas.
Não se trata de ignorar a realidade. Dessa não fujo e me rebelo quando preciso.Também não se trata de ver a vida em tons otimistas que cintilam frases prontas de motivação. Não é por aí, vai mais além.
Vai das idéias que acredito. Dos topos que almejo. Dos nãos que transformo em talvez. Dos exemplos de gente que vence, apesar das tribulações. Gente que inspira o paradoxo de força e leveza e prova que é possível.
Poesias de Cartas
Nessas mal traçadas linhas, neste amor não correspondido, lhe escrevo esta carta com a esperança de não lhe ter só como amigo, mas como alguém com quem eu possa compartilhar, de todo fruto desse amor proibido.
Tudo que lhe digo é verdade, tudo que espero é compreensão. Gostaria que você acreditasse e não magoa-se desse pobre coração.
Se você não tem motivos pra sorrir, não escolha chorar. Mas se o fizer, lave a alma, organize seus pensamentos e purifique seu coração!
Vista-se de gala para contemplar as graças de um novo dia, pois tudo muda e o sol sempre brilhará pela manhã. (Mesmo entre nuvens).
Deus usa a adversidade como escola na nossa vida. Se você não souber como é estar em baixo, nunca dará valor quando estiver por cima.
Eu perdi a cabeça
Eu passei a noite
Chorando no chão do meu banheiro
Mas você não se afeta nem um pouco, eu realmente não entendo
Mas que bom para você, eu acho
Me desafiar?
Risadas para a sua petulância!
Não tenho medo de desafios, pois o maior desafio que já me imporam foi o de viver, e adivinha...
Encarei na hora!
