A Inteligencia Nao se Mede
Hoje me dá igual as pessoas que um dia eu tanto quis perto. Eu não me importo mais com elas. Na verdade, quem se importava com elas, era o meu outro eu; que de tanto sofrer, hoje já morreu.
Talvez, lá no fundo, nós só quiséssemos ser amados de verdade. Mas não um amor de distâncias, que machuca com a ausência e faz sangrar um coração tão maltratado; mas, sim, um amor presente, forte e que tem a capacidade de curar.
Eu nunca acreditei em Papai Noel. Na verdade, eu nunca acreditei em nada que eu não pudesse ver e constatar que realmente existe.
A opção de “abrir a cabeça” não funcionou para algumas pessoas. Elas abriram tanto, que o cérebro fugiu. Mas na maioria dos casos, elas fecharam tanto a cabeça, que o cérebro morreu asfixiado.
A dor precisa ser vivenciada para que se possa aprender algo dela e para que ela não seja uma dor inútil.
Agosto me trouxe muitos desgostos; setembro ainda não conseguiu me curar completamente. Tenho esperanças para outubro.
O problema das pessoas é acreditar em coisas que não existem e lutar por elas como se fosse questão de vida ou morte.
Porque compartilhar o amor é mais difícil do que expressar o ódio. Enquanto o ser humano não se achar digno de amor próprio, ele odiará.
Não quero ser o pedaço que falta que nunca será encontrado. Não quero ser o entrave de um coração sonhador que só quer ser amado.
Não se afaste quando eu me afastar. Apenas se aproxime mais, pois essa é a minha forma de dizer que te quero mais perto.
