A Inteligencia Nao se Mede
O comum não me basta,
A zona de conforto me desconforta,
E é assim que eu vivo, de tentativa em tentativa. As vezes mergulho numa queda que parece não ter fim, mas então, me levanto ainda mais forte, com ainda mais vontade de vencer e vou atrás do que quero! Mergulho, mas agora nas minhas intenções, me arrisco nas minhas idéias e faço de tudo para que de certo. O medo me faz por os pés no chão, mas minha vontade de fazer acontecer, aaah... essa me leva ao ponto mais alto do céu! E assim que tenho vivido.
Uma coisa eu descobri, é que eu não preciso sorrir quando realmente não estou com vontade, não devo fechar a cara quando meu maior desejo é dar gargalhadas, não devo segurar o choro quando o que mais quero é gritar.
Descobri que muita vezes você vai ter que fazer o que não gosta em momentos que não gostaria.
Descobri que amar não é dizer eu te amo, que ser legal não é pagar a conta, que a melhor forma de impor respeito é sendo humilde. Descobri que não preciso fazer nada mais que o necessário para viver bem com o mundo e principalmente comigo mesmo.
Descobri que fazer o difícil realmente não é fácil, mas é o que SEPARA vencedores e gladiadores de fracos e perdedores.
Descobri que ser forte não significa nada, a guerra é de gigantes e você nunca sabe o tamanho da força do seu inimigo. Porém, eu não me importo com isso, me preparo todos os dias e vou a guerra. Uma coisa que sempre falo, é que se for preciso, eu morrerei lutando. Faça o que tem que ser feito!
O futuro é luz, o presente é ar, o passado é escuridão.
Não haverá luz se não houver escuridão,
Tampouco haverá ar se não tivesse havido o passado.
E não alcançarás a luz sem antes respirar o ar do presente.
O potencial devastador dos objetivos que almejamos
Depende apenas de nós.
Seja a balança da sua vida, e não o peso que carregas,
Pois o peso nos leva a querer chegar ao fim de um túnel que se afasta.
Seja o futuro, mas antes, conheça seu passado.
Enquanto presente, seja presente.
Assim, os resquícios serão bons, e a balança, uma causa.
Saudade, palavra paroxítona, que ganha vida não apenas no som, mas no sentir. Muitas vezes, é sentida sem ser reconhecida, como o suspiro de um entardecer ou a suavidade de um amanhecer. Uma dor fina e insana, que nas mãos do destino se torna traiçoeira, como um caminho tortuoso que nos leva aonde não desejamos. Saudade é querer abraçar, mesmo sabendo que o tempo parou, que o momento se perdeu e que, por vezes, é preciso esperar sem saber se o que se espera virá. Mas o destino, esse iludido, nos ensina que o fim, muitas vezes, é apenas o começo. Como diziam os sábios, seja resiliente, pois a saudade é uma flor que, bem cuidada, se transforma em consolo, uma velha e sentida paroxítona.
A cada amanhecer, defina-se como um gira-sol, não apenas um girassol. O brilho que irradia de você ilumina constelações, e ser apenas uma força guiada pelo sol seria injusto diante da beleza que você traz ao mundo.
A alegria da história se contrapõe ao mero resgate,
Pois alegria não se replica, se cria — com amor e cuidado.
A alegria da história se contrapõe à imitação,
Pois uma máscara não traz de volta a forma original, mas cria uma nova.
Conceber a imitação como verdade é acreditar
Que uma nova vida pode substituir a que foi.
Mas vida e alegria são preciosidades do tempo,
Nem o espaço-tempo consegue recriar.
Se o fizesse, seria uma lembrança regravada,
Que, como fuga, teme uma falha, um erro brusco que cometeu.
Assim, deve viver e o cuidado ser o guia, pois, na pausa do desânimo, pode-se perder
Algo belo como a vida: um simples sopro que dá fim a uma era que se foi.
"Não tema o desconhecido, a vida é um mistério sem mapa,
por isso abrace o presente, pois é nele que a existência realmente acontece."
Mentes prósperas no empreendedorismo têm uma
Relação equilibrada com dinheiro.
Eles não o veem apenas
como um fim,
mas como um meio para
alcançar seus objetivos.
A dor de quem parte é menor do que a dor de quem fica, pois quem não parte, fica com o peso da vida que não mudou.”
Se amor um dia existiu no caminhar,
Não percebemos as flores morrendo.
O caminho alegre se entristeceu
E no horizonte ficou apenas o olhar.
Dos jovens que um dia nós fomos,
Ficou a presença nas tristes rugas.
Dos sonhos irrealizáveis sonhados,
Ficou a realidade do que somos.
Devemos combater o vício da certeza.
Torna-se urgente aprender a olhar não somente o novo, mas aprender a olhar de novo.
