A Inteligencia Nao se Mede
Não existe um caminho que te leve à felicidade.
Quando você acreditar que a felicidade está "ali", siga aquele caminho.
Gosto de acreditar no impossível. Se assim não fosse, possivelmente morreria sem sorrir o suficiente para poder amar a minha vida. Aprendi a medir tudo pela dimensão do sorriso que me provoca. Quando sorrio, nasço um pouco mais a cada dia. Funciona como um parto de amor. Um espaço onde esqueço o tempo e me viro ao contrário para ver o lado iluminado da lua. A verdade é que não consigo imaginar a minha vida sem impossíveis. Acho que prefiro morrer. Pelo menos no céu tudo é possível. Foi um anjo quem mo disse e eu acreditei, apenas porque mo disse com um sorriso no olhar.
Se você cair, eu te levantarei, e se eu não puder, me deitarei ao seu lado.
Vá embora da minha vida
O passado nao foi o bastante
Para voce entender que o futuro seria brilhante para nòs dois
Pra você nao sou nada
Nao sou ninguèm,
Pra você sou como a água salgada do mar
Da qual você provou e nao gostou
E por isso me cuspiu.
Estou farta de amarguras
Prefiro o nada a Você.
Voce partiu meu coraçao,
Voce completa minha desilusao...
Ser quem você é não é um ato de coragem, é um esforço diário para não se perder nas expectativas dos outros.
Não duvide da minha capacidade de modificar o mundo
Por fora sou pequena, mas grande é o meu talento.
Do céu eu trouxe a paz e onde eu pisar não haverá tormento.
Sou coragem e motivação para quem está cansado e sente medo.
Já dizia o sábio Tião, "Quem é bom já nasce feito".
Você ter a liberdade de festejar entre amigos e não precisar beber porque ouviu uma moda que te fez ressentir ou recordar momentos com pessoas que o tempo levou, ou que simplesmente preferiram sair da sua vida.
Você não se sentir mal porque foi ignorado e não se importar com opiniões de outrem.
Você ter um controle aplausivo de suas emoções e não chorar, não se humilhar porque viu a pessoa amada beijando outra na balada.
Você ter o poder de dizer que não precisa e nunca precisou de uma bebida, de uma pessoa ou de coisas banais para se sentir feliz, porque a sua felicidade depende exclusivamente de você.
Isso é evolução. Isso é se valorizar.
Autor: Josielly Rarunny
Hoje eu não sabia ao certo sobre o que escrever.
Olhei para você e não encontrei palavras, fiquei sem saber o que fazer. Alguns minutos na sua fotografia, um zoom por todo corpo , uma inspiração louca, mas hoje quem falou comigo foi sua boca.
Na verdade gritou.
Eu já estava abaixo do umbigo quando ela chamou.
E baixinho disse que eu tinha permissão para tocar, audaciosa me convidou. Quanta perfeição pra uma boca só, tão bem arquitetada, um convite tão bem projetado que nem dá pra recusar.
Desses feito a mão.
A tonalidade do pecado.
De gosto adocicado que gentilmente te leva a perdição.
Uma porta aberta, uma entrada que conduz a um corpo aceso, em chamas, dá medo.
Quando se solta, emite luz, que delicia de sorriso, brilha mais que o sol do meio dia.
Se fosse comercializada, seria um sucesso em vendas, todo mundo gostaria de levar para casa.
Ela sabe ser desejada, as vezes sem falar uma única palavra.
Que boca linda, que desejo de boca.
É uma pena que essa bandida tenha dona.
A Luta Nao Pode Esperar
Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.
Por Josielly Rarunny
Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.
Não deixem a vontade virar saudade.
Porque enquanto é vontade dá pra resolver, dá pra estar perto ou ficar junto, basta querer.
E a saudade machuca, complica porque envolve distância e a distância costuma atar as mãos.
A gente não sabe explicar o que acontece quando um abraço tira a graça de todos os outros, mas sabe que é esse abraço que a gente quer pra vida inteira.
#JosiellyRarunny
