A Inteligencia Nao se Mede
As guerras, armadas ou não, sempre acontecerão, pois é da humanidade, destas todos participam e sofrem as consequências ou colhem os louros, todavia alguns não se dão conta e estes são os imbecis, que lavando as mãos com sangue acham que serão isentos, mas a história mostrará que não.
O que quero não é o que preciso, se definir precisar;
Há urgência nisso, querer nem sempre é poder precisar;
Fazer o que precisa fazer, por que é necessário,
Tenha sempre em mente que, precisar não é querer.
Eu não entendo pessoas que conseguem amar sem entregar tudo de si... Na verdade, eu tenho inveja desse tipo de pessoa.
O MORTO HABITUADO
Não são leves os laços
do absurdo exercício:
o homem lado a lado
com seu laçado ritmo.
muito menos cumprido
do que dependurado,
plataforma do umbigo
ao pescoço do hábito.
Mas ao engravatado
qual o conforto vindo
provar que o inimigo
não inventou o laço?
Por outro lado, fausto
do que secreto visgo
se o absurdo do ato
costuma ser tranquilo?
Discreto e convencido,
como não dar o laço,
rebento do risível
com o bem comportado?
Conhecer o ridículo
quando se chama exato,
isento de impossível
e impossibilitado?
Demasiado antigo,
já não é bem um trato:
vertical compromisso,
enforca-se o enforcado.
NOTURNO
Não sou o que te quer. Sou o que desce
a ti, veia por veia, e se derrama
à cata de si mesmo e do que é chama
e em cinza se reúne e se arrefece.
Anoitece contigo. E me anoitece
o lume do que é findo e me reclama.
Abro as mãos no obscuro, toco a trama
que lacuna a lacuna amor se tece.
Repousa em ti o espanto que em mim dói,
noturno. E te revolvo. E estás pousada,
pomba de pura sombra que me rói.
E mordo o teu silêncio corrosivo,
chupo o que flui, amor, sei que estou vivo
e sou teu salto em mim suspenso em nada.
O ANJO ANUNCIADOR
— Ouve, Maria, a nossa
(não, não te assustes!) é uma luminosa
tarefa: retecer
o pequeno clarão que abandonaram,
o lume que anda oculto pela treva!
Porque irás conceber!
Porque a mão, desejosa
e tosca, que O tentara
reter, ainda que leve,
desfez-se ao toque, assim como uma vez
tocado o sopro se desfaz a avara,
a dura contração do peito ansiado…
Mas a haste, o jasmim despetalado,
é tudo o que ainda resta
dos canteiros do céu aqui na terra,
que um seco vento cresta
e uma longa agonia dilacera.
No entanto a morte há de morrer se tu quiseres,
ó gota concebida
bendita entre as mulheres
para que houvesse vida
outra vez, e nascesse desse fundo
obscuro do mundo,
o ninho incompreensível do teu ventre.
Não, não toques ainda
nem a fímbria do manto nem o centro
do mistério que anima a tua túnica:
aguarda, ó muito séria, a ave mansa
e recebe em teu corpo de criança
a Verônica única,
a enxurrada de pétalas te abrindo.
Em tumulto reunidas,
as cores da perdida Primavera
vão retornar, virão
numa enchente de asas, aluvião,
púrpura, sempre-viva, nascitura
estranheza do amor da criatura,
constelação descendo ao rosto teu:
é Ele, é O que reúne o coração
e o grande anel da esfera,
o fogo, a língua ardendo, o incêndio vivo,
a coluna de luz, o capitel que se perdeu…
Que eu
venho anunciar apenas a um esquivo,
humílimo veludo, a frágil chama
que há de crescer em ti, que hás de ser cama
ao parto do Perfeito, e hás de ser cântaro
e fonte e ânfora e água,
hás de ser lago
em que as sombras se afogam, que naufragam
no imenso, ó jovem branca como um lenço;
hás de conter a lágrima
do Infinito, o Seu vulto
e os tumultos da luz na travessia
entre a dádiva, a perda e a renúncia:
quando de um certo dia
cheio de luz amarga
em que serás enfim a sombra esguia
que O deu à luz e que O assistiu morrer…
Atravessa, ó Maria,
os abismos do ser,
ouve este estranho anúncio
e deixa-te invadir para colher,
mais fundo que a razão
e o corpo, o sopro cálido, o prenúncio
da mais viva alegria:
entreabre-te ao clarão
da visita suave,
mas terrível, terrível, deixa a ave
do imenso sacrifício te ofender.
Ó pétala intocada,
hás de sofrer
intensa madrugada
e num lago de luz como afogada
hás de durar suspensa
entre a graça imortal e a dor imensa.
Mas canta, canta agora
como a fonte borbulha, como a agulha
atravessa o bordado,
canta como essa luz pousa ao teu lado
e te penetra e tece a nova aurora,
a nova Primavera e a tessitura
do ramo que obedece e se oferece
para o mistério e pela criatura.
Canta a alucinação,
o toque enfim possível dessa mão
que há de colher para perder e ter
o infinito que nasce do deserto
e a semente que morre se socorre
tudo o que no estertor tentava ser.
Canta a canção do lírio e do alecrim,
essa canção que és e que na treva,
na escuridão da carne, andava perto
da imensidade que te invade. E assim
como o imenso te ampara,
ó voz tão clara
que consolas e elevas,
vem, desperta,
matriz da eternidade e d’O sem-fim,
ó mãe de Deus, canta e roga por mim.
O GAVIÃO
Pousava aqui como quem chega
pesaroso de alguma lousa,
de uma tumba qualquer; já não pousa
como certa mulher, a cega
que mendigava por aqui
quando eu era ainda noviça;
as primeiras vezes que o vi
lembrei-me dela e da carniça
que lhe davam, suas unhas duras
e sujas agarrando aquilo!
Onde andarás? Se nas alturas,
terá modificado o estilo
e provavelmente a ração;
senão… O gavião é o mesmo,
disso estou certa! Mas desde então
cresceu muito, já não voa a esmo
por aí, hoje arrebata a caça,
e quando mata chega de outro jeito,
com outro ar: pousa satisfeito,
é todo a máscara, a couraça
da arrogância! Dá-me raiva vê-lo,
prefiro o modelo anterior…
Como uma escultura de gelo,
esse de agora é ameaçador,
frio, irreal, o senhor das caçadas
traz o nada no bico e no porte:
não vem dos mortos, vem da morte!
Tinha antes só duas pegadas,
era solene como um cemitério;
hoje ele mesmo faz-se um e é oNão
que chega aqui com um ar estéril
e pousa desprezando o chão.
"A prioridade não é melhorar os outros, mas sim melhorar a si mesmo para que assim tu possa abrir novos caminhos para quem quer ser melhorado"
"Julgo a atitude dos outros, mas não deixo de compreender, afinal como ser humano eu sou extremamente falho"
Eu te amo
Amo de uma forma louca e profunda, te amo ao ponto de não desistir, te amo sabendo que vc não pode ser meu, te amo demais, de um jeito puro, preocupado e cheio de zelo, te amo de forma tão natural que te deixo ir se vc quiser partir, te amo a ponto de me perder, te amo com ódio de te amar, porque vc tem tudo que eu odeio, te amo ...
Mas se te amar é te perder prefiro não amar vc ...
"Eu jamais imaginaria que meu dom e minha felicidade estariam atrelados a algo que não me dá dinheiro"
Eu era servo do mundo agora sou teu amigo Senhor. Tua palavra não volta atrás, foi o Senhor quem disse (João 15:15-16), eu recebo a tua palavra e lhe peço, despedaça o jugo da servidão que está sobre mim e coloca sobre mim o teu jugo suave e justo.
O verdadeiro processo de mudanças e de dentro pra fora,e não dá boca pra fora, cansanda de palavras vazia e promessas "políticas", desejo mudanças verdadeira e genuínas.
Talvez a delícia de viver esteja em não saber o que está por vir. Rodeados de olhares estranhos e sentimentos incríveis, vamos indo sem saber para onde. Nos perdemos dentro de nós e a cada sentimento novo que transborda na gente, olhamos a vida com uma ótica diferente. E assim de amanhã em amanhã, a gente aprende que amadurecer é uma delícia; Aguça os gostos, valoriza os abraços, seleciona as pessoas, inverte as prioridades e percebe que, apesar do tempo que se fez, a vida só está começando.
Então estava pensando já algumas semanas que nós já não somos os mesmos, pelo menos é oque eu sinto sabe, aquele seu texto que você mandou me colocando para baixo , usando fraquezas que desabafei, colocando a culpa em mim , ali na verdade abriu meus olhos em relação a você, como se eu estivesse em um transe e em um simples estralo tudo desmoronou, ali vi seu verdadeiro eu !.
dependência emocional ?! Talvez, como vou saber ?.
Como pode ser minha culpa você ter me traído ? porque você não falava comigo, porque não respondi uma mensagem !.
