A Inteligencia Nao se Mede
Que o ser humano não apague o brilho das estrelas. Pois no universo, a metamorfose já deu início. E o caminho de volta, não existe...
"O NOME
O nome que se encerra em meus lábios
não é de gente, nem de bicho,
nem cabe no estampido
de um fonema solto ou comum.
O nome que meus lábios sepultam
está além da palavra,
por isso se cala e se cola em minha boca
na saliva espessa do silêncio.
Que nome é esse que me queima a língua
e se deita frouxo
na monotonia do grito cansado,
carente de vida e de voz?
Esse mesmo nome cheio de pecado
e da nociva perplexidade
é aquele nome abstrato, quase sêmen,
quase um mantra, quase sagrado,
que cura toda a tribo quando se evoca
e entra na dança, entra na história,
e se faz verso, se faz lido
na capa negra de um livro.
O nome que caminha
entre a alvura dos meus dentes
e neles se senta
porque nas pernas não se sustenta
como se um velho fosse
sendo uma tenra criança ainda.
Louco de fazer-se ideia.
Código de guerra
num vasto tapete de procissão.
O nome que sufoca o ‘não’,
que desmancha o ‘sim’,
que desfaz o tempo impreciso do ‘talvez’
e salta à tez...
E amanhece mulher
na palma da minha mão.
Poesia errante
Que às águas do papel se precipita.
E se afoga na intenção obscura
do sentido.
E vira mito.
O nome que morre sem nunca ter sido,
Sem nunca saber quem foi,
para o poema poder nascer."
Dançarei com as palavras que você não quer ouvir, lançando-as ao vento, pois sei que meus lamentos jamais alcançarão o abismo do seu coração partido, que insiste em culpar-me por males que não semeei e se iludir com a ideia de que me esquecer algum dia te trará a paz.
*risada maléfica*
*pausa para respirar*
Que ridículo-
Como assim, não tô entendendo.
Cadê o hamburger desse lanche.
Não, só pode tar de palhaçada comigo, cara...
Morrendo, morrendo, morrendo de amor por você
tu não vê? Não observa atenta ao meu olhar?
o atencioso e belo fitar
que nele expõe meu amar
devo parar? devo evitar?
antes a planta morra de tanto molhar
do que, ao negligenciar
se veja secar
Uma pena não conseguir fotografa-la com toda a beleza que a vejo mas mesmo assim é a mais linda, bela e agradável aos meus olhos.
Que enquanto não chegue o momento em que tudo faz sentido, os acontecimentos bons permaneçam mais fortes.
Nunca gostei do óbvio, gosto mesmo é da capacidade de criar e reinventar o que ainda não existe nem aconteceu.
Conveniência é fome de quem pode te alimentar, sede de quem pode lhe saciar. Não há talento só vontade e ingenuidade, talvez. Um querer de está encaixado no mundo que não é seu, de ser amado porque quem não lhe ama, de ser abraçado por quem não quer lhe abraçar. Mas a o querer, isso de querer que sobressai da originalidade da felicidade.
queria ser o tal do "opaco "
não parecer este caco
até posso ser um cacto
machuco todos que vem ao meu aperto
aquele se aproxima ao meu leito
só sente decepção no peito
até parece que levam paixão
para o frágil coração
apenasi minha maldade e perversão
talvez eu me tornei de fato essa versão
retribuindo toda essa rejeição
talvez caiba um pouco de aceitação
queria eu desenhar
poder os elementos amarrar
que sozinho ao ventos não são nada
só sei amar, ainda aprendi errado
mas nem isto consigo consumar
talvez saiba escrever
talvez saiba bater
Mas, frustar-me hei
sei o que me fez ser
ou, simplesmente, não
me enlaço nessa confusão
demonstrado como uma pessoa rasa
essa carcaça morta me abraça
o corpo de um homem
mortopelo ego
