A Inteligencia Nao se Mede

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a minha avó

um dia parei para pensar
como será sem minha avó?
aquele arroz gostoso aonde vou comer?
seu cheiro sereno aonde vou sentir?
depois que ela se foi, pra longe de mim
o eco da sua voz ainda estou a ouvir
e em cada situação, vovó passa a existir

a minha avó ( Maria do Socorro Moreira in memorian)

Momento em este
Em que estava com depressão,
mas cuidando das minhas meninas
com todo amor do coração.


Elas não poderiam me ver sofrer
Eu disfarçava o máximo pra mais velha não perceber.
Foi tudo bem desafiador
Mas reconheço que venci em meio a dor.


Escrito 07/09/2021

PRESENÇA


Estar perto nem sempre é estar presente.
Há quem esteja tão perto, mas, mesmo assim, continua ausente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A distância não se mede em quilômetros, para quem ama verdadeiramente.
É possível estar tão distante e, mesmo assim, tão presente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Presença... é um sentimento diferente, que não se mede em palavras.
Compreende quem vive o que sente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Há quem se diga tão próximo, mas se mostra tão indiferente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A presença ultrapassa a distância que se sente,
pois, mesmo distante, há um abraço quente.


Estar perto nem sempre é estar presente

⁠Harry potter: encontramos isto tudo em londres?
Hagrid:se souberes onde procurar

Muitas vezes certas mudanças são bastante difíceis de aceitar. É difícil perceber que tudo aquilo que você sonhou parece ter sido quebrado. É difícil poder acreditar que será possível construir tudo novamente, mas com uma direção totalmente diferente.
Sei muito bem o quanto é difícil enxergar coisas boas em meio a tantas mudanças inesperadas, mas para Deus toda essa mudança é necessária e importante para que Ele trabalhe a nosso favor. É doloroso olhar à nossa volta, lembrar do quanto corremos rumo aos nossos sonhos e sentir como se o vento estivesse levado tudo embora.
Uma mudança é um processo complicado, não é algo simples. É um processo de organização, determinação e coragem. Em algumas circunstâncias é dolorosa ou traumática.
Nossa vida não está imune às certas modificações, pois o ciclo da vida é realizado por diversas transformações. Às vezes temos medo da mudança porque não é fácil aceitar e mudar nossos hábitos e costumes.
Quando mudamos de casa, bairro, cidade ou até mesmo de família sentimos o impacto da adaptação.
A mudança parte de querer aceitar o porvir, largando os medos e os anseios. É necessário acreditar na esperança de dias melhores. Em certos casos, vivemos em uma vida a qual Deus nos convida a mudar. Ele sabe o melhor para cada um dos seus filhos. Quando acreditamos e recebemos a Cristo como Senhor e Salvador, aos poucos o processo de mudança é fixado em nossa vida e aprendemos a nos equilibrar de acordo com a vontade do Espírito Santo de Deus.
O que importa agora é pedir que Deus seja a nossa direção e que Ele nos faça aceitar a perfeita vontade do seu coração.
Mudar às vezes é necessário, mas uma realidade que nunca muda é o amor e a justiça de Deus que está sobre cada um de nós. O que Ele é ontem e é hoje, Ele é eternamente.

Nada é tão cansativo que a espera, isso pode gerar angústia e ansiedade. Passam horas, dias ou até mesmo anos e não conseguimos segurar o tempo. Às vezes o sofrimento atinge o nosso ser quando vemos o “tic tac” batendo e nada mudando em nossa vida. Deus quer que confiemos Nele, que confiemos em sua Palavra e em suas promessas.
Quando confiamos e temos fé no tempo do Senhor, aprendemos a esperar, amadurecemos, ganhamos experiências e recebemos a esperança de que a benção está a caminho. Quem nunca ouviu “espere no tempo do Senhor”? Pode até parecer algo clichê, mas é algo poderoso e verdadeiro. Devemos esperar no bom tempo de Deus, pois Ele tem preparado maravilhas para nós. No momento certo desfrutaremos das bênçãos de sua bondade.
Como é difícil confiar no tempo de Deus… Quando Ele nos faz uma promessa, ficamos alegres e confiantes no momento, mas às vezes com o decorrer do tempo passamos a nos cansar de esperar as coisas se realizarem. Muitas vezes nos esquecemos que o Senhor é fiel e verdadeiro em suas palavras. Muitas vezes nos sentimos preocupados porque não enxergamos as coisas acontecerem.
Às vezes nos esquecemos que Deus sabe exatamente qual é o tempo certo de cumprir tudo o que nos disse. Ele deseja que nós mantenhamos a nossa fé firmada Nele. Que possamos aprender a confiar e descansar Nele, pois no momento certo Deus chega com aquele presente maravilhoso para cada um de nós.

Alegria nesse coração, porque coisas boas vem pela frente. Viva as promessas de Deus!

“O tempo é o mestre invisível que ensina a existir, molda com dor, corrige com o silêncio e, ao final, consome o próprio ensinamento para devolvê-lo à eternidade.”

M. Arawak.

“A liberdade que cansa os que controlam é a mesma que desperta os que dormem.”

M. Arawak

O saber só é justo quando também desperta a compaixão.

“O amor verdadeiro é o que nos devolve a nós mesmos, sem nos possuir.”

M. Arawak

Ser humano…

é sentir a dor do outro como quem escuta a própria alma.

A empatia… é o idioma que une os mundos, a tradução silenciosa entre o que somos… e o que poderíamos ser.

Nenhuma palavra cura mais… do que a escuta.

Porque ouvir… é tocar o invisível com o coração desperto.

A verdadeira humanidade começa… quando o eu se curva diante do nós, reconhecendo… que não existe plenitude sem partilha.

A compaixão é o gesto que transforma o sofrimento em elo, o abismo em ponte, a dor… em comunhão.

Quem se comove diante do outro… já está em oração.

Porque, nesse instante, a alma recorda… que toda vida…

é uma só respiração.

Onde os Tempos se Tocam


Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.

Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.

Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.

Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?

A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.

Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.

Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.

Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.

Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.

E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.

Agora, pare.

Respire.

Sinta o tempo tocando você por dentro.

E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?

M. Arawak

PROVAVELMENTE NÓS

Talvez já tenhamos querido demais.
Talvez tenhamos acreditado que o mundo ia se curvar aos nossos planos, e que bastava querer para merecer.
Corremos, nos perdemos, acumulamos, e quando finalmente paramos, descobrimos que o que pesava não era o que faltava, era o que sobrou.
Nada brilha tanto quanto a paz de poder respirar sem culpa, o resto, com o tempo, enferruja.

A vida nunca pediu que fôssemos perfeitos, ela só queria que estivéssemos presentes.
Mas a gente inventa metas, disfarces, pressas.
Esconde o que sente, finge que entende, sorri quando a alma está cansada.
E mesmo assim, a vida insiste, puxa pela mão, devolve o olhar e diz: fica aqui, só por hoje, só por agora.

A gente erra, e como erra.
E dói, dói fundo, dói na carne, dói onde a gente achava que já tinha cicatrizado.
Mas é no erro que o orgulho quebra, e quando o orgulho quebra, entra luz.
O chão é um bom professor, a queda ensina o que o sucesso disfarça, a dor, por mais muda que pareça, ainda fala a língua de Deus.

Nem sempre dá pra achar beleza em tudo.
Tem dia que a vida parece um corredor estreito, sem janelas.
Mas às vezes basta um gesto pequeno, alguém que escuta, um sorriso que atravessa a distância, um copo d’água oferecido sem pressa, e pronto, a luz volta.
Não porque o mundo mudou, mas porque o coração amoleceu um pouco.
A beleza é teimosa, aparece mesmo nos lugares em que a esperança já desistiu.

A vida é um caderno meio amassado, cheio de páginas rasuradas, frases inacabadas e marcas de café.
A gente tenta escrever direito, mas o tempo tem o péssimo hábito de virar a página antes da hora.
Mesmo assim, escrevemos.
Erramos as palavras, corrigimos depois e seguimos.
Um dia, talvez, a gente entenda por que certas linhas só fizeram sentido lá no fim.

O que importa mesmo não é o que deixamos no mundo, mas o que deixamos nas pessoas.
Um olhar, um cuidado, um gesto qualquer que acendeu um dia bom na vida de alguém.
O resto se apaga.
A vida não guarda diplomas nem moedas, guarda afetos.
O que nasceu do amor não conhece esquecimento.

Ser simples é o que sobra quando o barulho acaba, quando as exigências diminuem e o peito aprende a respirar em paz.
Ser simples é andar leve, ouvir mais do que falar, parar de querer vencer o tempo.
Não é desistir, é finalmente entender.
Talvez seja isso que a vida esperava da gente desde o começo, que deixássemos de procurar grandeza e voltássemos a ser inteiros.


M.Arawak

Há muito de homens em nossos cultos e pouca direção do Espírito de Deus, este fato tem sido o declínio do mundo religioso, precisamos acertar as arestas e voltar a presença suave do Espírito, ser dirigidos por Deus e voltar a fazer da igreja um lugar santo.A santidade começa em nós, em cada um de Nós, homens santos e regenerados, homens transformados, salvos.

O fogo do Espírito Santo precisa queimar em nossas vidas, estamos gelados pelas religiosidade, estamos frios pela falta de Deus, veja nossos cultos, pessoas entram e saem e nada acontece, pois Deus não estava ali, a presença de Deus não veio, e porque não veio?

O fogo precisa queimar, arder em nossos corações, precisamos de cultos cheios da presença e da glória de Deus, ele quer habitar em nosso meio, ele quer voltar a frequentar nossos templos, mas ele busca um povo rendido a ele, rendido a sua presença, vazio de si mesmo e carente do Senhor.

Jesus te amou antes mesmo de você vir ao mundo, ele providenciou tudo nos mínimos detalhes, ele jamais te deixará sozinho, este amor quer te constranger todos os dias e ficar cravado em sua alma.

Somos nossos maiores cúmplices sob o flagrante afinco de Deus!

⁠Novas situações geram novos comportamentos, e de repente, você se surpreende, descobre que o melhor lugar para se estar é onde Cristo esta!
Com nossa família, desempenhando o verdadeiro ministério, juntos, aprendemos que o que importa não é onde estamos e sim onde ELE está!
Nunca estamos sozinhos, pois somos habitação Dele!
Sendo assim, estejamos com quem realmente nos ama, sem interesses, sejamos completos e felizes com ELE!