A Hora da Verdade
“Tem horas que você vai achar que não pode, nem por mais um segundo. É nessa hora que vai perceber que se não continuar, ninguém vai trilhar a estrada por você. É a sua estrada, é a sua vida.”
29. Julho. 1924
“Soldado Anton, é hora de levantar!” Uma voz doce e trêmula me balançava cuidadosamente, ao abrir os olhos vejo aquela moça. Poderia ser um filme, se lá fora o caos não estivesse começado a tempos. Bombas inglesas entrecortavam nosso céu, o comandante ordenou movimento das tropas. Ainda que em grande quantidade, estávamos despreparados, desarmados e cobertos de temor. O exército alemão comandava toda a guerra, entre nós os chiados baixos se referiam ao líder deles. E nos pusemos em movimento, para onde? Não se sabia. Ao menos eu não sabia, apenas acompanhava o movimento de milhões de jovens perdidos assim como eu, que se jogaram de cabeça numa guerra achando ser uma briga de rua. Meus pés já dormentes deixavam pegadas pesadas naquele chão desconhecido, como se marcassem território. Fui designado a estar aqui e aqui eu estou a armar e desarmar rifles, perdido em expectativas de voltar para casa, ao mesmo tempo em que aniquilo as minhas esperanças.
Eu perdi aquela necessidade de demonstrar toda hora? A gente costuma ter essa necessidade de querer mostrar e provar tudo o que a gente sente, tudo o que a gente acredita, mas ás vezes chega em um certo ponto em que a gente se cansa, se esgota. A gente se cansa de ficar insistindo em alguém que não corresponde a gente, a gente se cansa de ficar persistindo em algo que não dá retorno alguém para nós. É mais ou menos do jeito quando a gente era criança: a gente gostava muito de um brinquedo, e ficávamos tentando dar corda, continuar com ele mesmo quebrado, mesmo depois de ter tentado consertar, mesmo depois de sabermos que não tem conserto, mas insistíamos, mas uma hora a gente se cansava do brinquedo porque ele não fazia mais nada por nós. E mesmo deixando de ser crianças, não mudamos muito: mesmo a gente sentindo que não está dando mais certo, mesmo a gente que já tenha tentado consertar, mesmo que a gente sabe que certas coisas não são para sempre, a gente continua insistindo, continua teimando até a gente cansar de quebrar a cara e quebrar o coração. Eu perdi essa necessidade que querer demonstrar toda hora sabe? Essa necessidade de querer teimar, de querer insistir que tudo dê certo sempre. Mas tudo bem, é normal, todo mundo se cansa depois de uma decepção, depois de uma ilusão, depois de ter quebrado a cara e machucado o coração.
Nos dias cinzas...
São tantos porquês?
E como?
Um espirito preso em um corpo, hora ferido mesmo tendo escolhido.
Será?
Será, que temos para onde ir?
Que a salvação é amar?
Ser forte quando o dia raiar?
Deixando no ontem as mazelas do errar?
Matar a dor antes que nos mate?
Não sei se perguntando me enfraqueço?
São queixas querer acertar?
Ou será banhar-se em águas limpas para recomeçar?
Para não deixar de ser luz, em meio as trevas?
Para emanar amor mesmo na dor?
Mesmo que o silêncio seja resposta quero continuar.
Esqueça toda aquela baboseira de que os resultados um dia vão aparecer, na hora certa vão aparecer. Essa besteira é papo de fracassado. Se você não fizer nada, a coisa só tende a piorar. Os resultados aparecem quando o conhecimento, a motivação e atitude se encontram.
Chega sempre a hora em que não basta pensar, não basta juntar. Chega um tempo que agir é a única opção. O resultado esta sempre no risco de 50% de felicidade e sucesso ou 50% de lamento e fracasso. Mas é preciso agir.
No final, seja a escolha vista como fracasso ou vista como sucesso, o que precisamos é aprender uma lição. Amarga ou doce, precisamos aprender uma lição.
E se, uma hora, a gente sentir saudade?
E se, algum dia, a gente resolve viver tudo de novo?
Acabo de descobrir que o novo me assusta. E o velho também.
De anfíbia pra anfíbia; A melhor hora é quando estão falando mau da ex,diga: Não fale assim,por uma semana você a amou,tudo passa,e passa a mão no ombro dela e de um abraço bem carinhoso,beijinho no rosto,já é um começo...rs!
É inacreditável a capacidade que temos em adiar nossa felicidade, acho que já passou da hora de descermos do muro e agarrarmos a felicidade que nos aguarda de braços abertos !!!
Escrever é esquecer é viajar é delirar sem hora para acordar , sem pressa alguma de ir a qualquer lugar , pensando em algo sempre inspirador para que possa assim então com letras detalhar .
Se você é bom no que fáz, saiba esperar e a sua hora vai chegar. Agora, se você é ruim naquilo que fáz, a única coisa que pode esperar é a hora que nunca vai chegar.
Uma hora a gente se dá conta de que olhar pra trás é perder tempo, se importar com os erros cometidos é um pé pra permitir que eles se repitam e tentar estender a mão pra pessoas que não merecem é tão útil quanto tentar calçar um sapato que não cabe mais.
Uma hora a gente percebe que comentários são apenas palavras, e palavras se perdem no ar como cinzas jogadas ao vento. Percebe que só poderemos ser maiores quando nos permitirmos crescer, e só poderemos crescer se decidirmos cortar de vez alguns laços sem os quais jamais imaginaríamos continuar.
Uma hora a gente se dá conta de que devemos deixar de lado certos arrependimentos e certas angústias, já que depois de tanto tempo ainda não encontramos um lugar pra guardá-los sem que eles nos impeçam de enxergar o caminho.
Um dia a gente percebe que é um erro tentar agradar a cem por cento, e que desagradar alguns é o normal e não o diferente. Um dia a gente descobre que a melhor maneira de seguir na estrada é descartando coisas banais, que não significam absolutamente nada, mas que muitas vezes insistimos em remoer da maneira mais dolorosa possível.
Um dia a gente se dá conta que só podemos enxergar a verdade nas pessoas, se decidirmos abraçar a nossa própria verdade. Que só podemos alcançar a felicidade, se escolhermos o único caminho que nos leva até ela.
A vida é muito pequena pra mendigar sorrisos, gestos ou palavras. Eles precisam ser gratuitos, sem rótulos ou códigos de barras.
Você gosta e pagar impostos? Imagino que não. Então, reveja seus conceitos na hora de impor uma coisa à alguém, pois ela se sente do mesmo jeito.
