33 anos
Depois de anos,
Uma pessoa que não sabia mais o que era ser feliz,
Conseguiu sorrir novamente.
Ela pôs em mim sorriso de verdade,
Ela me deu uma razão para viver, o nosso amor.
E agora ela me deixou pior do que estava antes dela,
O sorriso que em mim pôs, ela mesma arrancou,
A razão de vida que me deu, acabou.
Em vez de paz, agora ela é guerra dentro de mim.
Em vez de alegria, ela é tristeza e dor.
Ela foi quem arrumou tudo dentro de mim,
Mas foi ela quem bagunçou tudo de novo agora também.
E, mesmo com tudo isso que me causou,
O amor que sinto por ela não acabou.
O amor que sinto por ela sequer diminuiu,
Nem mudou,
Em vez disso aumentou,
Apenas aumentou,
Só aumentou.
E, agora, mais que nunca, preciso dela aqui comigo.
Nos últimos 3.500 anos da História do mundo civilizado, tivemos apenas 230 anos de paz na Terra. Pois é...
"Nenhum livro vale a pena ser lido aos dez anos de idade, que também não valha a pena ser lido aos cinquenta. Os únicos trabalhos imaginativos que devemos esquecer são aqueles que teria sido melhor não termos lido".
Por centenas de milhares de anos, todos os primatas (dos menores saguis até nós) se estabeleceram no planeta em grupos que não passavam de dezenas de indivíduos. Cada grupo tinha seu líder. Grupos competiam pela subsistência.
O que causou confusão na nossa pobre cabecinha foi a irreversível agricultura, que começou a transformar os antigos grupos em multidões. Aí nosso instinto de grupo ficou perdido, dando início ao que viraria nossa moderna polêmica de política, religião e respectivas guerras. Esse é o "homem das multidões" tentando, instintiva e perdidamente, restabelecer suas necessidades biológicas de pertencimento de grupo e reconhecimento de liderança.
Acontece que nossas antigas ferramentas (estabelecimento de grupo e transformação do meio) que conferiram tanta prosperidade à espécie, hoje conduzem a ela própria (e a outras) a vidas infernais e à aniquilação final.
O homem coletivo, que nivela a própria importância à do semelhante e a de todas as formas de vida, que tenta retomar à outrora perdida condição sustentável, é a inédita tentativa de uma espécie tentando conscientemente superar suas necessidades instintivas, direcionando toda necessidade de liderança e transformação para si mesmo, e assim moldar sua própria evolução como espécie. Se triunfar, se converterá no além-homem. Se fracassar, será o último-homem.
Um dia, daqui a alguns anos, você vai estar bem velhinha, regando suas plantas, retirando as folhas secas de seu jardim em vasos, ouvindo alguns pássaros que sempre visitam sua janela, na tranquilidade de seu quintal. De repente, como se algo tocasse em seu coração, no meio daquele silêncio onde se houve apenas a água pingando na torneira, vai notar que uma de suas orquídeas mais uma vez floriu escondida, a mesma, a de sempre. E quando isso acontecer, o seu passado vai vir de encontro à suas flores, ao seu dia. Vai se lembrar que muitos anos atrás havia um cara que também plantava flores no jardim de seu coração, regava uma por uma dentro de seus dias, através das cartas de amor que lhe escrevia. Vai se lembrar do seu olhar, das emoções confusas, das crises bobas de ciúmes infantis, de toda batalha pra fazer ele entender que tudo em si não era nada, e o nada pra ele muitas vezes era tudo dentro de si, que o que estava em jogo era apenas euforia, e que o principal nunca deixou de existir. Houve amor pelo tempo que foi, e ainda vai haver amor para se recordar enquanto amor ainda existir. Eu sei que vai se pegar sorrindo em suas lembranças, olhando para aquele botão em flor recém-aberto que agora enfeita sua casa, seu momento, a sua vida. E quando isso acontecer, você vai se lembrar de mim, e de um tempo distante onde a vida poderia não ter dado a oportunidade de escolha, mas seu coração escolheu amar assim mesmo ao que te fazia bem, do jeito que ele pudesse existir. Você vai se lembrar que escolheu a leveza de se encontrar na arte, e de se deitar em minhas linhas tortas de palavras simples, mas tão carregadas de sentimentos. Vai se perguntar por onde ando, e, se vivo, se ainda te guardo na memória, em meu coração.Você vai se lembrar de mim. O tempo vai passar, mas você sempre vai se lembrar de mim.
Ricardo F.
"Se for realmente amor,se esse de fato for o teu desejo,poderemos passar 200 anos distantes,mas um dia estaremos juntos e felizes..."
Falta pouco tempo para eu fazer 17, mas parece que eu estou mas próxima dos meus 10 anos do que 2 meses que tem no caminho dos 17. A vida ainda parece uma brincadeira, parece fácil. Parece que tudo vai ficar bem, mas talvez não vá. A verdade é que eu não sei o que vai acontecer no futuro, não sei como minhas ações podem interferir no meu futuro. Eu ainda sou uma criança que precisa do colo dos pais, um tapinha nas costas e um "vai ficar tudo bem". Apenas um ano falta para a idade adulta, mas vai ser tudo como é agora, porque ainda não serei uma adulta. O número só sobe, mas a criança ainda tá aqui. Eu tenho medo do futuro, ele é a incógnita mais difícil de se encontrar, as vezes a gente vive o futuro sem saber. E as perguntas continuam na minha cabeça "será que eu vou conseguir?", "será que vou decepcionar meus pais?", "será que estou dando meu melhor ou estou sendo apenas sendo medíocre?". Essas respostas só o futuro pode dizer por enquanto eu apenas sobrevivo tentando viver.
no meio desses anos todo,aprendi coisas da forma mais difíceis possíveis, aprendi que as pessoas vão embora, perdendo uma pessoa muito importante, aprendi que as pessoas ,querendo ou não, te magoam de algum jeito,com a pessoa q eu mais confiava, aprendi a aceitar meus defeitos,mais antes passei por noites de choro e desprezo comigo mesmo,aprendi a resolver as coisas sozinhas,a me ter como melhor amiga ,quando não tinha ninguém lá comigo,a me virar,enfrentar o escuro,o medo de ficar sozinha em casa sábado a noite,falar em público..
mais nunca aprendi me amar totalmente,aqui dentro está uma confusão, feridas q precisam ser curadas,medos q precisam ser superados,por isso eu vou da um tempo,p respirar,pensar,depois eu volto,preciso ter uma calma espiritual,interior,comigo mesma,eu necessito,eu recomendo.
Uma dose de otimismo diante do NÃO
Tudo começou com Abraão aos 75 anos, você que está lendo pode ter vinte, trinta, quarenta, cinquenta, sessenta, então amigo, amiga, foi convidada de repente para os desafios, as batalhas, as lutas nos currais mais sórdidos das praças escandalosas do mundo.
Nesse embate encontra tu muitas dificuldades, covardias, negativismo, imprudências, ganância, ignorância, uma jornada de vale intenso, deserto duvidoso, maré violenta, vendaval da mente, o sangue bombeia como vulcão, o que fazer.
O que fazer, esconder numa sombria caverna, debruçar na escuridão e não enfrentar a guerra, porque és pequeno, és medroso, e todos dizem não vá lá porque o leão vai lhe tragar.
Pois bem, saiba que Abraão abandonou tudo para enfrentar o inesperado, Davi confiou quando aquele gigante rugiu, nem mesmo uma fornalha ardente abateu a confiança dos amigos de Daniel, e este não temeu leões feridos, Zaqueu teve ousadia no arrependimento, Jacó lutou com próprio anjo, Jó não negou o altíssimo, Namaã mergulhou em um rio sujo pelo milagre, Jonas saiu da barriga de um peixe, Gideão com 300 homens venceu a batalha contra milhares, Moisés o que falar deste, Jesus, a cruz, a devoção, a coragem, o amor, o tudo, a própria vida.
E nós aqui com medo de não conseguir cumprir as simples tarefa de realização das lacunas que a vida nos apresenta.
Força, coragem, fé, esperança, persistência, temor ao senhor e toda fidelidade, vejo conquistando seus anseios e expectativas todas sanadas de montão, aqui apenas uma dose de otimismo diante do Não.
Giovane Silva Santos
Severino.
100 anos do nascimento do poeta João Cabral.
Meu primeiro contato com a obra de João Cabral.
Meu primeiro contato com a poesia de João Cabral foi por volta 1996 quando encontrei em um sebo o livro " Museu de tudo",depois através do cordel do fogo encantado com a poesia recitada em shows da banda.
Confesso que não gostei de primeira da poesia do João,achei chata e difícil.
Por isso mesmo foi um convite ao desafio de colocar luz sobre a visão do que o poeta sentiu ou quis dizer.
Me desafiei lendo e relendo e ao ponto que o fazia,passei a amar,e respeitar a obra e compreender a grandeza de João Cabral.
Todas as homenagens prestadas por conta do aniversário de cem anos de seu nascimento, são mais do que justas, necessárias pela contribuição de sua obra para a língua portuguesa e cultura brasileira.
Belo Horizonte 11 de janeiro de 2020
Estratégias de vida comprovadamente falhas são todas àquelas que durante anos nunca deram resultado efetivo e sustentável, porém continuam sendo aplicadas por falta de conscientização da necessidade de serem revistas
Foram mais de 300 anos de escravidão....entende?Não, porque a ignorância e a empatia não deixam, as portas da educação, melhores salários e empregos decentes não são disponíveis para todos, principalmente para os negros.
Aqui quem fala é uma mulher negra nascida na periferia nordestina, que mora na periferia do Distrito Federal e trabalha em periferia do entorno do Goiás e sei que a educação e infra estrutura das cidades das quais citei não são iguais em cidades como Águas Claras ou Guará(estuda a estatística de negros nestas cidades).
As desigualdades não são apenas estruturais e sociais, são raciais sim...
Não é atoa que solicitam foto no currículo e que te acompanham quando entra numa loja ou supermercado!!
É importante sim ter um dia que fortaleça a causa e obrigue mesmo a escutar que negro tem vez sim, pode está em qualquer lugar sim e que a cultura africana não é satânica ou estranho e que constate que fazemos parte do Brasil como sujeitos de direitos e não descendentes de escravos!!
Obviamente que o respeito tem que ser praticado todo dia, entretanto ter uma lei (10.639/03) que respalde o aprender e o conhecer para libertação das amarras da ignorância é sim uma causa justa e que não deve ser ignorada.
#DiadaconsciênciaNegraSim
Não é questão de opinião, é constatação!!
Não entende?Pesquise, leia sobre ações afirmativas!!
#RespeitaMinhahistória
#RespeitaAcausa
#MovimentoNegro
#VivaZumbiDosPalmares
Chego em casa faminta e minha geladeira me lembra que tenho 130 anos, me oferecendo prateleiras de brócolis, couves e que tais, não mais um carregamento de bem-casados que se amassavam nos bolsos dos paletós dos meninos e que eram divididos entre todos que rachavam o táxi da volta. Eu devia ter me casado, penso. Com sorte ele também seria avesso à ideia de filhos e teria uma lesão nos joelhos. Levaríamos uma vida desanimada revezando a bolsa de água quente. Teríamos um jogo de tupperwares de vidro, presente de alguma tia, e cuidaríamos para preservar todas as tampas.
A eternidade não é a sua presença através dos anos, faça a diferença agora, e você será relembrado através dos séculos...
Sim sou poeta e enxergo o amor em cada pétala
De uma flor mesmo que esteja
Anos-luz de distância de mim.”
Será fácil daqui alguns anos explicar esses anos 2019 e 2020. Neles, os bandidos da política fizeram de tudo para ter a justiça em suas mãos. O ruim nesse contexto, foi ver muitas mãos oriundas daquilo que conhecemos por sociedade, aplaudindo e colaborando para isso.
Até 5 mil anos atrás, os homens não sabiam que tinham participação na geração de uma criança. Para eles, a fertilidade era exclusivamente feminina. Durante milênios, a ideia de casal foi desconhecida. Viviam todos juntos. Quando os homens abandonaram a caça e domesticaram os animais, perceberam que, se as ovelhas se separassem dos carneiros, não geravam cordeiros; porém, após o carneiro cobrir a ovelha, nasciam filhotes. A contribuição do macho para a procriação foi, enfim, descoberta. E ela coincidiu com o surgimento da propriedade privada. O homem passou a dizer “minha terra”, “meu rebanho” e aprisionou a mulher para não correr o risco de deixar a sua herança para o filho de outro, caso ela pulasse cerca.
FELIZ ANIVERSÁRIO SÃO PAULO - 466 ANOS
CIDADE TRABALHO
São Paulo, desde a década de 60, é a cidade mais rica
e poderosa do país.
Sozinha produz 10% de toda riqueza do Brasil.
O pequeno vilarejo fundado por jesuítas, tornou-se
a potência que hoje é.
Terra de diferenças absurdas, guarda dentro de si,
imigrantes de todo mundo, tendo cada um deles o seu
bairro de referência.
Terra do futuro, todos os seus números são astronômicos.
Sua produção, seu povo, suas indústrias, o seu sentido de
humanismo é diferente, ela abriga e acolhe, mas muitos
encontram nela a pobreza, a fome, o desespero.
Com todas as qualidades e diferenças, ainda é o lugar onde
os sonhos são possíveis.
Terra de bandeirantes, povo que nada teme, e tenta vencer,
não se incomodando se o serviço for de manhã, de tarde,
a noite ou de madrugada.
Quem aqui vive tem no trabalho a sua principal virtude.
Às noites, a cidade pulsa.
Tudo nela é grande, tudo nela não é fácil, tudo nela não se
explica.
E quem nela vive, ganha, sofre, mas fica.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista - RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
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