33 anos

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A DIFERENÇA ENTRE SABER E SER


Um neurotípico pode estudar cinco anos de psicologia, buscando no título o que lhe falta em empatia.


Mas jamais verá o mundo com a lente de quem sente, de um neurodivergente, que pensa diferente.


O que pra uns é teoria e repetição,
pra nós é instinto, é pura sobrevivência em ação.


Enquanto uns decoram o que é ser humano, nós vivemos o peso e o mistério do engano.


Sentimos o outro até a exaustão, sem diploma, vaidade ou aprovação.


Porque não há curso que ensine o que dói,
nem ciência que alcance o que o silêncio constrói.

Ao passar dos anos, percebi que me fortaleci, depois passei a ver os desafios ou problemas da vida como etapas a serem superadas, independentemente de sua natureza, ainda que sejam duríssimas!

Realize atividades físicas; esta é a sugestão que dou aos meus 56 anos. Lembre-se de que nossos corpos não foram projetados para a inatividade, assim como um automóvel, que pode se deteriorar se ficar estacionado.

⁠LIBERDADE

Após anos, a porta da gaiola, enfim, abria-se.

-- Liberdade para todos! -- disse, de fora, uma voz imponente.

Pularam com decisão. Caíram no abismo.

As asas estavam atrofiadas.

(Ito pedragrande)

⁠Durante anos e anos me culpei pelo nosso término,mas
só agora percebi que a culpa não foi minha.
Isso aconteceu por sua causa,todo o sofrimento,
a dor, foi por sua culpa.
Eu te amava, mas você nem ligava para os
meus sentimentos, nos momentos difíceis,eu
estava ao seu lado,mas você…você era muito
infantil, por isso tudo acabou.
Eu te amei do fundo do meu coração,e eu sofri
tanto mas tanto, quando terminamos, que parecia
que estava morrendo por dentro,quando eu te via,
sentia um vazio em meu peito,e só depois de um
tempo percebi, que você não é ,e nem era meu
grande amor, e sim uma pessoa que passou pela
minha vida apenas para me magoar e machucar,
espero que ache alguém que te ame, e que você
a ame muito, só não a magoe, pois isso ,quebra
por dentro,então é isso, adeus John.

Viver mais de 100 anos como um retardado ou necessitando do auxílio alheio e em estado vegetativo não é bom. É muito melhor perecer antes.

Tudo muda no tempo certo o que levaria anos a acontecer.

Anos em Londres me ensinaram a ler o mundo pelos rostos. Ao voltar ao Brasil, não vi estranheza, vi espelho. Um país inteiro desenhado com os mesmos traços
das etnias que cruzaram minha vida na cosmópole.

"Como policial de rádio patrulha por mais de 20 anos, vi de perto milhares de ocorrências pequenas que poderiam ter sido resolvidas na hora se tivéssemos juízes, promotores e defensores de plantão em cada município. Enquanto o topo do Judiciário se perde em influências e processos intermináveis (como mostra a imagem), o sistema trava porque não resolve o básico na base. Se puníssemos o pequeno conflito com agilidade e mediação direta, acabaríamos com as montanhas de processos que geram impunidade e libertaríamos as forças de segurança para o que realmente importa. A justiça precisa sair dos gabinetes de Brasília e voltar para o dia a dia do cidadão comum."
(Mário Luíz)

“Aprendi a falar pouco — só o necessário.
Com o passar dos anos, aprendi a ouvir mais, a acertar mais,
porque já não tenho tempo para erros.”


— Wander Von Müller

Sou um pássaro trancafiado desde o nascimento; e vinte anos após, libertaram-me por cuidado de outrem. Eis que pergunto, com desespero e fervor: como pode um pássaro que só conheceu uma realidade, onde suas asas foram inutilizadas, voar para o além — sem ou com direção —, e sentir a serenidade do pôr do sol no sublime horizonte infinito?
Como poderia atravessar o mar, se nunca lhe deram a resistência necessária para deixar o chão?

É muito sofrimento e muitas decepções no decorrer de alguns anos vividos. 😡😓😤😱😭

Minha melhor amiga e minha companheira, temos 4 anos de amizade, e quero te agradecer por tudo. Já vivemos tantas coisas juntas, compartilhamos alegrias e tristezas, dores e vitórias. E mesmo assim, com tantos desafios, nada conseguiu abalar nossa amizade. Sua amizade é umas das maiores coisas que já me aconteceu, obrigado pelos conselhos, puxões de orelha, obrigada por sempre estar cuidando de mim.

Daqui a cem anos, nenhum dos que respiram hoje permanecerá.
Rompa suas correntes, desprenda-se da opressão
e caminhe livre enquanto ainda há tempo.

A melhor fase é viver após os sessenta anos. Plena liberdade. É tudo que esperei pela vida toda. Acordo ou durmo até a hora que quero. Pego me carro e vou onde quero. Não preciso dar satisfação. Tenho os amigos que quero e ainda conhecço outros novos. Saio dessa cidade e vou a outra, lá durmo, volto no mesmo dia ou dias depois. Ainda trabalho, mas logo estarei aposentada. Porém, produzindo, estudando, vivendo, criando e seguindo com esse tempo precioso. Esse é meu espaço, meu momento, não cabe ninguém para me tirar a paz e o sossego.

Aos 61 anos estou me sentindo plena e feliz. Enfim, sinto-me em paz com Deus. Me desintoxiquei das pessoas que passaram na minha vida (homem). Limpa, alva, serena e tranquila. Deus me trouxe de volta a minha plenitude de ser.

Eu só quero lembrar que hoje (11.02) faria dois anos que você me falou no messenger que estávamos namorando. Pensei que seria um dia de felicidade e comemorações.

A primeira vez que conheci a mentira eu tinha quatro anos de idade. Pedi minha irmã para eu ir na rua com ela. Mandou eu pedir minha mãe. Quando voltei ela tinha ido embora e me deixado. Entendi rapidamente que ela tinha mentido e me enganado. Até hoje tenho sérios problemas com mentiras. E ser enganada é sentido como um golpe emocional muito forte.

Sampa faz 472 anos, gigante cheia de decoro.
A outra é Dona Elba, se eu falar a idade eu morro.
São Paulo é história viva, orgulho que sempre floresce,
Elba é minha cúmplice, beleza que não envelhece.


Benê Morais




O Caos e a Piada Chamada Brasil: 500 Anos de Escravidão Remodelada Brasil, que piada melancolia é essa? Quinhentos anos de história — desde 1500 que o caos não é acidente, é roteiro sádico. Colonização forjada em sangue africano e indígena, desigualdade como cimento eterno. A escravidão de 1888? Não morreu; trocou a moldura. Chicotes viraram contratos precários, senzalas se metamorfosearam em favelas sufocantes, e o grilhão agora é uma dívida impagável que esmaga gerações. Reflita: o que mudou, além da pose de "democracia racial"?Racismo estrutural não é falha humana; é o esqueleto podre da nação. Negros e pardos — 56% do povo (IBGE) — arrastam-se na base: 70% dos famintos, 75% das prisões, migalhas no poder. A elite, herdeira de senhores de engenho, ri enquanto lucra. No século XXI, o absurdo escala: inflação bater recordes em 2025, corroendo o salário mínimo como ácido, enquanto bancos engordam com lucros obscenos ,bilhões em dividendos para acionistas que brindam com champanhe. O povo? Pão e circo digital, entregadores suando em apps sob sol impiedoso, ecoando as lavouras de cana. E o feminicídio? Virou rotina banal, estatística fria: uma mulher morta a cada seis horas, muitas negras, silenciadas em lares que deviam ser refúgio. Mulheres limpam o chão dos ricos pela manhã, voltam para casa e viram estatística à noite. O Estado assiste, impassível, leis existem no papel, mas o machismo racista as enterra. Que reflexões cabem aqui? Somos uma nação que celebra o carnaval enquanto corpos apodrecem nas ruas. O mito da cordialidade esconde hienas: corrupção sistêmica, terra concentrada em mãos brancas, educação como esmola para manter a pirâmide intacta. Pense no abismo: 500 anos de promessas quebradas, do "país do futuro" que nunca chega. Bancos recordistas, povo no osso; feminicídios cotidianos, impunidade eterna. O Brasil é o caos reflexivo de um espelho torto, nos força a encarar que desigualdade não é destino, mas escolha perversa de quem detém o poder. Quebrá-la exige rasgar a moldura: taxar fortunas vorazes, dividir terras roubadas, punir o terror doméstico com fúria real. Senão, seguimos a piada: rindo por fora, sangrando por dentro, num circo onde o palhaço é o povo.