31 anos
"Por que o mundo aceita trabalhar 40 anos para realizar o sonho de um chefe, mas critica quem decide dedicar 5 anos para construir o próprio legado? O preconceito é o escudo de quem tem medo de tentar."
Enquanto muitos só pensam em dinheiro estou trilhões de anos lá no céu. Não quero me gabar o respeito tá faltando na humanidade. Muitos se matam ou fazem maldade sem limite. Deus sabe do que tô falando. Porque muitos nem se preocupar com o próximo.
Parintins, Flor do Amazonas – 173 Anos
Às margens do rio que encanta,
Nasceu tua história formosa.
Teu povo ora e canta,
No chão, canção gloriosa.
Ó Parintins, por Deus abençoada,
Pelos caboclos, pra sempre amada.
Nas tardes mansas, o sol te abençoa,
Pintando de ouro a correnteza.
O boto salta, a arara entoa,
E o povo brinda tua beleza.
Teu nome é verso que o tempo ensina,
Tua alma é pura, tua voz divina.
Teus rios falam com voz de criança,
Teus ventos trazem antigas canções,
Das mãos caboclas, cheias de esperança,
E do benzeiro que embala os corações.
Ó Parintins, terra de lenda e fé,
Teu nome é luz que aplaudo de pé.
Hoje a cidade inteira festeja
Teus 173 anos de alegria.
Paz é o bem que teu povo deseja,
Felicidade, amor e harmonia.
Hoje é teu dia, Tupinambarana,
Ilha do amor, eterna e soberana.
Parintins, meiga flor do Amazonas,
Tua bandeira é meu coração!
Teu povo canta tua história,
Com orgulho, amor e gratidão.
Parintins, pátria das águas,
Brilhe pra sempre na imensidão!
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Quando a verdade encontra caminho
Talvez você pense que tudo isso já dure meses… talvez até anos.
Mas escuta com atenção: uma hora vai acabar.
Tudo o que parece imutável hoje, amanhã será lembrança ou lição.
Se eu fosse você, diria agora: chega.
Dar um basta não é fraqueza; é coragem.
É olhar para o espelho antes que ele se torne estranho,
antes que o reflexo do que você foi se perca em sombras que você mesmo criou.
Há forças que não se veem, acontecimentos que dançam no invisível,
realidades que insistem em se mostrar.
A verdade é paciente, escorre pelas frestas,
como água que busca a luz, como luz que atravessa a escuridão mais densa.
Não há escapatória: quando ela se revela, é clara, crua, inadiável.
O tempo é impermanente; tudo passa.
A vida exige que despertemos, que vigiemos, que olhemos para dentro.
Ignorar o que pulsa no mundo e dentro de nós
é permitir que a vida se dissipe sem ser vivida plenamente.
Você é a única ponte entre o que é e o que pode ser.
As escolhas não esperam; a consciência não se adia.
O instante chega silencioso, mas poderoso.
E quando chegar, nada restará além de você
e da verdade que você ousou enfrentar.
Não fuja, não adie.
Não espere que o tempo feche as portas ou que o espelho mude sua face irreconhecível.
Desperte agora. Respire, veja, sinta.
Seja luz no próprio caminho, mesmo quando tudo parece escuro.
Porque, no final, só restará você…
e sua consciência, nua e inteira, frente à própria vida.
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
Ele me deixou na hora que eu mais precisava. Foram 9 anos, 5 meses e 20 dias de felicidade, mas de repente ela me foi arrancada. Não entendi. Ele me deixou, sem me avisar nem dizer o motivo. Simplesmente decidiu que era hora de seguir a própria vida e sem a minha presença. Mas e eu? Como vou me acostumar à ausência dele?
Os anos que já se foram guardaram suas alegrias e dores, levaram consigo pessoas, lugares e versões de mim mesma que já não existem.
Hoje, restam-me os anos que ainda posso florescer e isso me basta.
Há quem tenha caminhado anos ao lado de Deus e, por descuido, voltou à lama do pecado. Mas o tempo da graça não espera… Corra de volta, antes que o coração se cale e a voz do arrependimento se perca.
Jesus ainda está de braços abertos, mas o relógio da alma não para.
Companheira da Noite
Ao longo dos anos, a noite tornou-se minha companheira assídua. Em minha fortaleza — na escuridão silenciosa — pequenas luzes surgem, e eu penso: seriam minhas energias que ainda não conseguiram se dissipar?
Então, como em um passo de mágica, elas me envolvem e me acalentam, embalando-me suavemente até que o sono chegue.
Se esponjas-do-mar vivem onze mil anos e existem águas-vivas imortais, é questão de tempo para virarmos deuses.
“A fase mais difícil de uma Tese de doutoramento é os dois últimos anos quando apenas dialogamos com as anotações, computador e as quatro paredes de um gabinete de estudo, quarto ou escritório. É a chamada fase solitária”.
Meu cigarro permanece apagado há 21 anos. Desde que meu pai se foi, em 2005, nunca mais tive vontade de acendê-lo. Naquela época, meus filhos ainda eram crianças: Bryan tinha 6 anos, Mike 3, e Jack era apenas um bebê de 2 meses. Hoje, todos se tornaram grandes homens.
Eu, por outro lado, virei um homem solitário. Bebo de segunda a sexta, vejo os dias passarem devagar e percebo que quase todos os meus amigos ficaram pelo caminho. Meus filhos quiseram me dar uma casa na cidade, conforto, coisas boas… mas eu preferi continuar aqui na roça. Aqui, a paz e a solidão aprenderam a caminhar ao meu lado.
Hoje sou um velho que já não faz mais a barba, que encontra alegria apenas em um copo americano e uma cerveja barata nos fins de semana. A solidão… ah, essa me acompanha há muitos e muitos anos. Mesmo com meus filhos tentando me dar tudo do bom e do melhor, ainda existe um vazio dentro de mim que nada consegue preencher.
Esses dias voltei à antiga mina onde meu pai buscava água. Sentei naquele lugar simples e chorei a tarde inteira. Fiquei lembrando das vezes em que ele me levava de carroça para pegar água com ele. Éramos grandes amigos. Escutávamos músicas, conversávamos sobre a vida e, naquela época, eu não imaginava que sentiria tanta falta daqueles dias.
Hoje, restam apenas as lembranças, o silêncio da roça e essa velha companheira chamada solidão.
É com poucas palavras que eu consigo me expressar. Hoje completa quatro anos que voce se foi, tão jovem, tão jovem que até hoje eu não consigo entender. Mais mesmo que você não esteja mais presente aqui entre nós, saiba que nós sentiremos muita sua falta, aquele homem com cabeça de criança, e coração enorme no qual compunha as melhores musica que eu já vi. Você nunca morrerá na minha memória - Michael Joseph Jackson
Sim amo, amo a muitos anos, sim amo, amigos dizem que é loucura ou obsessão, mas eu sei o que sinto, é puro, é simples, é irreverente. Talvez todos tenham razão, mas ainda não conheci ninguém que conseguisse convencer meu coração que é só loucura ou obsessão, então contínuo na sua mão ilusão.
"O verdadeiro trilionário não é aquele que acumula moedas, mas aquele que investiu anos de silêncio e oração para ver o sorriso de quem ama, mesmo que esse sorriso não fosse para ele."
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