25 anos
Decida servi-Lo de verdade, pois anos de frequência à igreja e conhecimento da palavra não garantem o céu, nem a recompensa eterna.
Deus te Levanta para Cumprir o Propósito
"Restaurarei para vós os anos que foram consumidos..." (Joel 2:25)
Equivocado.
Por muito anos andei atrás de você, achei que vc me amava...
Quando você precisar de uma mão, me chame,
Que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes,
Ou nos dias ensolarados, eu venho, venho sim.
Quando você estiver precisando ouvir alguém dizer: ! eu te amo!
Eu vou e digo a você!
Pois o meu amor é verdadeiro
E quando você não precisar mais de mim, me avise, não é obrigado a me amar.
Que simplesmente irei embora, pensando em você.
As janelas da vida estão abertas para amores, decepções...
Para pessoas que não sabemos se são certas na hora de amar, compreensivas na hora de ajudar,
sinceras na hora de conversar, verdadeiras na hora de desejar, aconchegantes como as noites de luar, firmes como o chão que queremos pisar, sensíveis como a melodia que insiste em nos tocar, inconstantes na hora de caminhar. Como saberemos então se as pessoas que encontramos são certas ou erradas?
Se ela te ama, ama você!
Nunca ela vai ceder seus carinhos, seus beijos, e ceder aquilo que vc mais deseja nela, não.
Mas . Vc cedeu, deixou ele tocar intimamente em você, não posso ficar com você, seja feliz com ele. vc nunca me amou de verdade.
Autor desconhecido.
A Síndrome da Boazinha e a Culpa que Não Era Minha
Por Diane Leite
Por muitos anos, vivi como se carregasse uma dívida invisível, uma culpa que parecia colada à minha pele desde que me entendia por gente. Cresci acreditando que, de alguma forma, eu era culpada por não ser suficiente. Por não ter sido suficiente para que minha mãe ficasse, para que ela lutasse por mim, para que as histórias que me cercavam fossem diferentes.
Essa sensação de culpa silenciosa moldou minha forma de existir no mundo. Eu queria agradar a todos, ser perfeita, resolver problemas que nem eram meus, porque acreditava que, se eu fosse boa o suficiente, talvez, só talvez, eu merecesse ficar. Mesmo quando eu já não era mais aquela criança de dois anos, ainda agia como se precisasse provar algo: que eu era digna de amor, de aceitação, de permanência.
A Síndrome da Boazinha
A síndrome da boazinha foi meu jeito de lidar com a dor. Sempre disponível, sempre compreensiva, sempre dizendo "sim", mesmo quando meu coração gritava "não". Eu me doava inteira, mesmo quando ninguém pedia, porque, no fundo, eu tinha medo de ser descartada de novo. Medo de que, se não fosse boa o suficiente, as pessoas me abandonassem.
O Despertar
Foi preciso muita vida, muita dor e muita reflexão para perceber que a culpa nunca foi minha. Que o que aconteceu aos dois anos, as escolhas que minha mãe fez ou deixou de fazer, nunca foram responsabilidade daquela menina pequena e inocente. Que minha essência, meu valor, nunca dependeram de agradar ou de ser a "boazinha".
Quando comecei a entender isso, o peso começou a cair. Aos poucos, percebi que ser boa não significava me anular. Que agradar o mundo inteiro nunca me traria a aceitação que eu buscava, porque ela precisava vir de dentro. E, mais importante, que eu não precisava de ninguém para me validar ou me dizer que eu era suficiente.
Foi aí que deixei de tentar ser a boazinha e comecei a ser eu. A dizer "não" quando era necessário, a colocar meus limites, a escolher a mim mesma em situações onde antes eu teria me sacrificado sem pensar. Percebi que amor-próprio não é egoísmo, mas um ato de cura.
A Nova Mulher
Hoje, sei que não sou culpada pelas escolhas de ninguém — nem da minha mãe, nem de qualquer outra pessoa. Sei que minha vontade de agradar era um reflexo de uma ferida, não de quem eu sou de verdade. Agora, escolho ser boa, mas não às custas de mim mesma.
Não é fácil abandonar a síndrome da boazinha. Há momentos em que ela tenta voltar, sussurrando que é mais seguro agradar, evitar conflitos, manter as pessoas por perto a qualquer custo. Mas agora eu sei que minha força não está em ser perfeita para os outros. Está em ser verdadeira para mim mesma.
E, se alguém escolher partir porque eu decidi me amar, então tudo bem. Porque, no fim das contas, aprendi que quem precisa ficar — quem realmente me ama — nunca me pedirá para ser menos do que eu sou.
E isso é liberdade.
A cultura machista sobre a mulher é percebida a milhares de anos nos processos políticos e religiosos. Sendo a mulher um produto do homem, submissa pelos modelos de comportamentos étnicos em uma sociedade para dar causas e efeitos da moralidade.
“Acorda Amor” como canta Chico Buarque. Acordar para o que está acontecendo, parar de apanhar para depois responder, sair da perspectiva do aplauso em frente a TV.
Diante da situação em que vivemos o que é mais seguro: Chamar a segurança ou tê-lo o ladrão dentro de casa?
O que é mais conveniente: Ser protegido ou temer a proteção?
Emburrece-se quando se emudece, quando uma resposta for o silêncio.
Para apenas um instante de rebeldia se vive anos de submissão no plano de deus, e qualquer escolha que tiver viverá a tristeza da escolha.
O paradoxo “Deus está morto” representa o declínio da humanidade, mais de 2.000 mil anos de inverdades que construíram uma sociedade meramente fanática, onde o amor, a liberdade, a compaixão estão oprimidos. O bem está morto. A morte de Deus na humanidade é um fato com a promessa da ressurreição fadada a uma utopia para a plena felicidade.
Aos 46 anos não preciso de malas ou passaporte, tenho pensamentos soltos que atravessam mundos inteiros, vou longe, até o infinito….
A melhor coisa que me aconteceu
nestes últimos anos foi a nossa
amizade. Você, que sempre
cuidou de cada detalhe, até
mesmo nas palavras para que
meus dias fossem perfeitos.
Você me ensinou que a paz vale
mais que a guerra, que é preciso
sonhar e acreditar neles.
Aprendi com a nossa amizade
que a vida é única e cada
instante é único, por isso, sou
imensamente grata pelo seu
carinho e amizade.
Intimidade não tem nada a ver com tempo. É vibração, é presença. Pois dias podem se tornar anos, e há anos que escapam entre os dedos, como segundos.
Um minuto para dizer o que não deve. Duas horas para corrigir os erros da Vida. Dez anos construindo uma estrada sem fim... A Eternidade para recomeçar a velha caminhada.
Quando encontrar uma pessoa amiga dê-lhe o prazer de um longo abraço... Daqui a vinte anos alguém será esquecido naturalmente...
Alma de 17
Ela tinha 42 anos, mas sua alma dançava com a leveza e a intensidade dos 17. Juliana vivia com o coração aberto, sempre pronta para amar e ser amada. Para ela, o amor era um fogo que precisava arder sem medo, sem barreiras.
Desde jovem, sonhava com sua alma gêmea, aquele príncipe encantado que completaria sua essência. Quando conheceu Rafael, acreditou que finalmente o havia encontrado. Seus olhos brilhavam ao vê-lo, seu sorriso se iluminava com cada palavra dele.
Mas Rafael não via Juliana como ela via a si mesma. Ele não correspondia àquela paixão vibrante, aquele amor que transbordava e não se contentava com pouco. Ela sentia o vazio da ausência do seu amor verdadeiro, mas nunca fechou seu coração.
Juliana continuava a amar intensamente, sonhando e esperando. Porque sabia que a alma gêmea não é apenas alguém que aparece – é alguém que reconhece a luz da sua alma de 17 anos e decide caminhar ao seu lado.
E enquanto isso não acontecia, ela dançava sozinha, livre e cheia de esperança.
É incrível observar uma pessoa gastar muitos anos no aprendizado cristão, quando a sua alma ainda vive de uma cultura doentia, retarda e ineficaz que continua produzindo o sono espiritual.
Está se aproximando os anos de ousadia da pregação da Palavra de Deus em que os pregadores xoxos, covardes e relapsos se envergonharão da verdade, dando lugares aos corajosos.
Vivemos um século de anos ou menos e desfrutamos quase nossa da nossa existência por corrermos com propósitos errados.
Um dos meus propósitos para todos os anos é aborrecer a vida de centenas de pessoas, pregando a verdade de Jesus, para que Satanás não ganhe suas almas para o inferno, apoiando as suas mentiras.
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