25 anos
Médico estuda 6 anos e ainda tem que fazer residência. Engenheiro Civil se forma em 5 anos e faz a mesma coisa.
"É triste pensar do estado do rock n' roll nos próximos 20 anos ou mais. Eu sinto que quando o rock n' roll morrer o mundo vai explodir, sabe? Agora tudo é uma repetição, uma cópia, apenas viver agora, você sabe, é nojento, as crianças não se importam mais com o rock n' roll, como fizeram com as gerações passadas, é só se tornar uma declaração de moda e identidade que eles usam para ter uma vida social. E nesse momento eu não vejo mais que a música é importante para o adolescente, acredito que seus sons e tons são usados em máquinas virtuais, eles os ouvem e recebem a mesma emoção.
Haverá muitas máquinas virtuais que terão telefones. Você pode falar e ouvir nessas máquinas, conversar com as pessoas e ir para outra sala e beber e drogar e f**, mas eu realmente acredito que serão essas máquinas virtuais que vão te drogar. A tecnologia será tão boa... E então haverá viciados em drogas virtuais, que encontrarão sua morte no sofá ".
Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão...
À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, coisas que você pensa que são importantes...
A um determinado ponto do caminho, começa a ficar insuportável carregar tantas coisas; pesa demais...
Então, você pode escolher:
Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem...
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem, ou pode aliviar o peso, esvaziar a mala.
Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora...
Veja o que tem dentro:
Amor, amizade... Nossa!
Tem algo pesado... Você faz força para tirar...
Era a raiva - como ela pesa!
Aí, você começa a tirar, tirar e aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento, o desânimo quase te puxa pra dentro da mala.
Mas você puxa-o para fora com toda a força e, no fundo, aparece um sorriso, sufocado no fundo da bagagem...
Pula para fora outro sorriso e mais outro. E aí, sai a felicidade...
Então, você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante...
Procure então o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância e o bom e velho humor.
Tire a preocupação também.
Deixe-a de lado. Depois, você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.
Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein?
Agora, é com você!
E não se esqueça de fazer isso mais vezes,
Pois o caminho é muito longo...
Durante muitos anos Deus tem sempre mandando cartas para nós ler-mos. E essa carta muitos tem guardado e adiando a sua leitura, irmãos até quando vaz continuar a guardar e adiar pra ler a carta de Deus!? Acho que essa palavra carta já apareceu muitas vezes né? Vamos descodificar então essa Carta. 1- O que é uma carta de Deus?
R:/ Uma carta de Deus irmão é a BÍBLIA que a 2000 anos atrás o senhor nosso Deus tem nos envíado. Meus irmãos leém as vossas CARTAS. DEUS/JESUS vos ama e eu também. Paz e amor e Deus nos nossos corações. Amém
O capitalismo destruiu a forma adequada de vida há anos no planeta. Agora, não dá mais. As pessoas já começaram a morrer.
Escuta aqui, por que você não pega as suas piadinhas dos anos 80, sobe no último andar do Empire States, bate nesse peito de macaco velho, e tipo assim, se joga?
Por milhares de anos, as classes mais baixas da raça humana passaram suas vidas trabalhando para erguer monumentos sob o chicote de seus superiores até que, finalmente, caíram e tornaram-se um com o pó pelo qual se arrastavam.
Nunca terminem o dia sem assinar a paz. Às vezes penso nos casais que, depois de tantos anos, se separam. Talvez não tenha sabido perdoar a tempo.
Eu plantarei paz, liberdade, honestidade, felicidade cada dia de minha vida, tenho sessenta anos de trabalho pela frente, não vou colher meus melhores frutos mas a humanidade sim.
Havia ali a massa de um homem futuro, à espera que os anos, cuja ação é lenta, oportuna e inevitável, lhe dessem flacidez ao caráter e virilidade à razão.
Meus 24 anos.
Momentos são momentos...
As vezes passageiros,
As vezes eternos,
Mas todos deixam marcas, lembranças e ensinamentos.
Tenho 24 anos, mas meus momentos foram muitos,
Não sei até quando terei tantos momentos,
Alguns foram ruins admito,
Mas as lembranças é que o valem.
Posso escolher do que lembrar
Prefiro os bons momentos “claro”.
A felicidade também é uma escolha!
Escolho ser feliz e luto por isso,
Porque lutar lutamos por tudo...
Então porque me desgastar pelo que não vale a pena?
Vou lutar pelo que me faz feliz,
Luto por mim,
Luto pelo meu sorriso,
Luto pelos meus bons momentos,
Para garantir minhas boas lembranças.
Eu sou assim.
Sempre se lembre que a pele se enruga,
o cabelo se torna branco,
os dias se transformam em anos,
mas o importante não muda,
sua força e sua segurança não têm idade. Seu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida,
atrás de cada engano, há outro desafio. Enquanto você estiver vivo, sinta-se vivo.
Se fizer algo diferente, volte a fazê-lo.
Não viva de fotos amareladas. Siga em frente ainda que todos esperem que você desista.
Há 190 anos lutávamos pela Independência do Brasil, mas posso afirmar com plena convicção que a nossa verdadeira independência, enquanto ser, a gente nunca conquistou. Somos dependentes dos nossos medos, das nossas manias e das nossas ilusões. Somos dependentes das nossas mentiras, e da pior de todas, das mentiras pra nós mesmos.
A Independência do Brasil só se realizará quando os brasileiros forem independentes, livres dos preconceitos, conhecedores das desigualdades e da realidade, ainda que triste. Toda forma de dependência é prisão, é cárcere.
Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon" Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste.
Disse o ratinho: "A minha história é longa e triste!" Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance só é o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energeticamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!" Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo" Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E escuta a parábola perfeita: Alice tinha diminuido tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor`.
Toda a pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas".
Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça."
O comunismo matou em torno de 100-140 milhões de pessoas nos últimos cem anos - mais do que Hitler, mais do que duas guerras mundiais, mais do que pandemias em todo o mundo.
De passo em passo se vai longe na caminhada, de dia-em dia já se passaram milhões de anos. Diante disso tudo, a vida é um sopro
Infelizmente, tudo que a tecnologia avançou nos últimos 100 anos, nós regredimos em quesito de essência, nobreza, postura, honra, e caráter!
Vivemos numa era tecnologicamente avançada, porém espiritualmente medieval!
Eu te quero aqui comigo...
de domingo a domingo,
dia após dia, todos os dias de todos os anos,
por toda a minha vida.
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