William Shakespeare Poema de Crianca
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e tecto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.
Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero, com confortos de matriz, outra vez feto.
Por trás do que lembro,
ouvi de uma terra desertada,
vaziada, não vazia,
mais que seca, calcinada.
De onde tudo fugia,
onde só pedra é que ficava,
pedras e poucos homens
com raízes de pedra, ou de cabra.
Lá o céu perdia as nuvens,
derradeiras de suas aves;
as árvores, a sombra,
que nelas já não pousava.
Tudo o que não fugia,
gaviões, urubus, plantas bravas,
a terra devastada
ainda mais fundo devastava.
Rasas na altura da água
começam a chegar as ilhas.
Muitas a maré cobre
e horas mais tarde ressuscita
(sempre depois que afloram
outra vez à luz do dia
voltam com chão mais duro
do que o que dantes havia).
Rasas na altura da água
vê-se brotar outras ilhas:
ilhas ainda sem nome,
ilhas ainda não de todo paridas.
Ilha Joana Bezerra,
do Leite, do Retiro, do Maruim:
o touro da maré
a estas já não precisa cobrir.
O Engenheiro
A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
Superfícies, tênis, um copo de água.
O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.
(Em certas tardes nós subíamos
ao edifício. A cidade diária,
como um jornal que todos liam,
ganhava um pulmão de cimento e vidro).
A água, o vento, a claridade,
de um lado o rio, no alto as nuvens,
situavam na natureza o edifício
crescendo de suas forças simples.
A um rio sempre espera
um mais vasto e ancho mar.
Para a agente que desce
é que nem sempre existe esse mar,
pois eles não encontram
na cidade que imaginavam mar
senão outro deserto
de pântanos perto do mar.
Por entre esta cidade
ainda mais lenta é minha pisada;
retardo enquanto posso
os últimos dias da jornada.
Não há talhas que ver,
muito menos o que tombar:
há apenas esta gente
e minha simpatia calada.
Essa não é mais uma carta de amor. São pensamentos soltos traduzidos em palavras.
Toda pessoa precisa de motivos para seguir em frente.
Meu motivo é você, tudo que faço é pensando em você.
Só penso em te dar carinho e te fazer sorrir mesmo me passando por bobo.
Não quero te assustar com o que sinto por você, pois ainda não consegui saber porque estou tão dependente de você.
Quando puder dizer o que sinto, espero poder ser retribuído com o mesmo sentimento,
pois só assim poderei me entregar totalmente a você, de corpo e alma.
Glória numa flor
Que embora o brilho que já foi tão claro
Seja agora de minha vista levado
Embora nada possa trazer de volta a hora
Do esplendor na grama, da glória na flor
Não lamentaremos, mas sim encontraremos
Força no que ficou para trás
Na simpatia primal
Que tendo sido, sempre serão
Os relaxantes pensamentos que brotam
Fora do sofrimento humano
Na fé que olha através da morte,
Nos anos que trazem o espírito filosófico.
Antes que eu me vá.
Temos tanto em comum
só que você não percebe.
Somos tão parecidos...
Vai percebe.
Por favor, já tô cansado desse jogo ralo.
Desse jogo ensaiado e tímido.
Desses riscos juvenis.
Tá esperando o que?
Tá esperando que o tempo mude?
O tempo não muda amor,
o tempo destrói.
Antes que perceba,
o tempo passou
e eu me fui.
Cinco dicas para estar mais perto de Deus:
1ª Dica: Carregue dentro de si algo bom! Bondade!
2ª Dica: Tenha sempre um motivo para viver! Missão...
3ª Dica: Ore e esteja sempre por perto! Oração.
4ª Dica: Sonhe sempre. Deus acredita no coração que sonha! Sonho.
5ª Dica: Multiplique amor. Ele precisa estar dentro e fora de você! Amor.
Se a cruz é pesada,
ele te ajuda a carregar.
Se a vida é amarga,
ele te ajuda a adoçar.
Se o caminho é difícil,
ele te ajuda a caminhar.
Se a batalha é intensa,
ele te ajuda a jamais desistir.
Se a tua vida está difícil,
ele te ajuda a entender,
porque és o Deus do impossível
que jamais deixará de amar
eu e você.
Uma análise dos meus medos me permite enxergar detalhes mais profundos de quem sou.
Quem sou?
O que tem a revelar nossos temores?
Você está disposto a defrontar-se?
A partir de hoje cansei desta zona de conforto!
Chega!
Eu quero é desestruturar este palacete fincado em terras fracas...
O que desejo vai além de tudo isto.
Eu desejo ser tocado na alma!
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insta: @william.calixto.barbosa
Sou escritor Alagoano e meu primeiro "filho"... Quer dizer "filha" chama-se:
"Dama de Cabelos Negros - O Resgate da Subjetividade" - Editora/Livraria Viva
"Uma mulher que deseja ser tocada na alma"
ADQUIRA JA O SEU!
É Preciso Acreditar...
Muitas vezes na vida, desacreditamos na força do amor. Há sonhos que se projetam em cima de algo que é maior do que tudo, que prevalece todo o desejo do inalcansável. Vemos uma linda história de amor em um desses belos filmes americanos, que nos faz viajar, pensar em ir além de nós mesmos. Mas a cada dia que passa, por situações diversas, deixamos de acreditar que o impossível possa se realizar.
Perder as esperanças não faz com que seu sonho deixe de existir, mas nos faz crer que um dia possa se tornar realidade. A magia do amor existe, nos resta apenas acreditar, porque um sonho jamais será irreal....
As vezes a distância ajuda...
No nosso caso só nos perturba...
O seu jeito me atrai,o teu olhar me
domina...
E o que mais me deixa louco é o seu
jeito de menina...
Eu sinto o coração bater mais forte.
Quando o arco-íris posso ver.
Assim foi quando a vida começou,
Assim é agora quando adulto sou,
E assim será quando eu envelhecer...
Senão, melhor a morte!
A criança é o pai do homem;
E eu hei de atar meus dias, cada qual,
Com elos da piedade natural.
Cinco toques para fazer alguem feliz:
1º toque: Às vezes, o que o outro precisa é simplesmente alguém para que possa abrir seu coração. Ouça!
2º toque: para fazer alguém feliz basta doar seu mais largo sorriso sempre que precisarem! Sorria!
3ºtoque: doe um abraço. Aqueles que não gostam de abraçar são os que mais precisam desse gesto de afeto! Abrace!
4º toque: não responda mal a um ato de grosseria, ele pode ser um pedido de amor. Ame!
5º toque: aqui está o segredo: faça as pazes com alguém que você rompeu os laços. Dê o primeiro passo! Perdoe!
A crueldade tem humano coração,
E tem a intolerância humano rosto;
o terror a divina humana forma,
o secretismo humano traje posto.
O humano traje é ferro forjado,
a humana forma, forja incendiada,
o humano rosto, fornalha bem selada,
humano coração, abismo seu esfaimado.
São só sorrisos.
Eu gosto do meu sorriso bonito,
gosto do meu sorriso sangrento
que de madrugada no escuro
é que resolve sorrir.
O sorriso cortado
que por instantes anestesiantes
me tira de mim mesmo
e me trás o sonho que eu sonho depois de sorrir.
E se eu não sorrir a noite
eu passo o dia
pensando na noite.
E quando chega a noite
eu abro mais outros sorrisos
que me aliviam até voltar o dia.
Poemas à Morte. 3.
Quando tua escuridão refletir.
Surgir o reflexo do vermelho,
do azul, do negro, do peito,
de mim irá fugir.
E sentirá só,
com sangue, sem dó.
Até que a morte vos mate,
disso eu farei arte.
O zelo que sentiste,
inútil chegaste ao fim.
Sem despedidas partiste,
nem pensaste em mim, com ti.
Fugiste de mim,
quando tua escuridão rugiu,
meu peito aberto, e assim
o espírito a ti, seguiu.
Morto sem bússola,
no caminho, sem culpa.
Entende que o fato de morrer,
é só escolher com quem ficar?
Um aventureiro ferrenho, desbravador das dores aquelas chamadas rumores.
Tem em mãos apenas o instrumento que busca no lúdico da realidade transformada uma forma engajada de ostentar sua plenitude nas verdades aclamadas.
Desde o breve momento que viu o que olhava em ares pesados presenciados.
Aquela que guia, dita como velha amiga de textos antigos lidos de forma corrida.
Agora transpassa letra a letra de manuscritos,
entre gritos e berros queimados a ferro, sem fogo.
Apenas a chama metafórica pulsando no tutano do osso,
delegado pelo dorço da arte que o anseia.
