William Shakespeare Poema de Crianca
Projeto Gotinhas de Amor
Oceanos das Marés da Adolescência: Voz, Identidade e Futuro.
Poema
Marés da Adolescência
(Letra & Poesia)
No mar da adolescência,
A gente aprende a navegar,
Entre as ondas do medo
E a esperança de um lugar.
Navegando no escuro,
Buscando a direção,
Com a força da nossa voz,
Identidade e coração.
Este é o nosso oceano! Descobrindo a coragem,
Nosso projeto de vida.
Navegando nessa maré,
Construindo a nossa rota,
Fortalecendo a fé.
Todo capitão aprende
Com o peso da tempestade,
No poema Tabacaria, de Fernando Pessoa, esse trecho me chamou a atenção e às vezes lembro dele:
"o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada".
Representa o vazio, a falta de sentido ou o destino final de todas as coisas: o esquecimento e a inexistência. Sugere que, embora a carroça esteja cheia, o caminho por onde ela transita não leva a lugar nenhum.
Será que nosso destino individual é conduzido por essa carroça e a vida é um chegar em nenhum lugar?
Sou cristão, mas confesso que escuto o silêncio de Deus. Esse tema foi explorado pelo diretor que gosto bastante, Ingmar Bergman; tem um filme em que ele fala sobre o maior sofrimento de Jesus Cristo, e ele diz que não foi o sofrimento físico, mas o silêncio de Deus: o momento em que Jesus grita na cruz: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?".
E é isso: a fé é uma batalha, dolorosa e difícil, e às vezes desesperada; às vezes a gente pensa que não tem sentido nenhum. Mas, embora pareça isso, acreditar que tudo está indo para o nada faz menos sentido ainda. A própria palavra diz o que ele é: nada, algo que não existe. Então, o nada é uma palavra sem sentido no nosso vocabulário, pois só existem coisas e tudo. Embora não vejamos todas elas e suas relações, elas existem.
Creio que a história do ser humano é criação, queda, momento em que estamos, e restauração. Quando acabar a era da queda, tudo vai ser exposto, e as coisas, as pessoas, anjos caídos, Deus e anjos, e toda a teia e cadeia de causas aparecerão. Como diz o apóstolo Paulo: agora vejo em parte, depois verei face a face.
Poema de amor
Tudo o que falo
O que penso ou escrevo
E por meio das narrativa
Do bico da caneta
E a folha de papael
Não por ser apaixonado
Mas por ser uma pessoa
Sinto atração por minimas coisa
Mas sei que me iludo
Minha paixao e como
A lua e o sol
Que se encontram em um eclipse
Eu sou ser humano
Mas como o sol
Apaixonado pela a beleza de sua amada
Com esse amor que facina
E emociona
Eu sou o que sou
Ou que pensa de um modo
Mas sou eu
Que vivo seguindo
E continuo a escrever
Para ser lembrado......
Autor: Flavio Luz
COADJUVANTE
ENSAIO POÉTICO
POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO
Torci o nariz
Porque não queria
ser somente um
coadjuvante.
Mas isso não é o caso:
O orgulho de um banguelo
é achar que pode
exibir os dentes!
Félix Di Láscio
Poeta Brasileiro
Postado em 27/02/2016 às 13:30h
Repostado 04/07/2026 às 20:45
Félix Di Láscio
ENSAIO POÉTICO
POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO
LÍNGUA PÁTRIA
Um homem branco
Pergunta ao nativo, às margens
Do rio:
— Fala tua língua fluente?
Aquele cidadão de origem das terras
das matas respondeu:
— Buá!!! buá!!! buá!!!
"Só o afluente do Rio Sanhauá."
— Ah!!! ah!!! ah!!!
Félix di Láscio, Poeta e Letrista Brasileiro.
Postado em 10/06/2019 às 10:05h
Repostado no dia 02/07/2026 às 20:30h
A TARTARUGA TUNGA
ENSAIO POÉTICO.
Infantil.
Poema De Félix di Láscio
A Tartaruga Tunga,
Devagar
no seu mundo.
Nem olhou por céu,
Tirou de mansinho ,
Nem contou os segundos.
Tunga, Runga, Lunga ,
Lunga, Runga ,Tunga...
Lá vem ela,
Mastigando os dentes,
Deu para perceber ,
O seu ar,
De contente!
Lá vem ela ,
Tunga, tunga,tunga,
Tunga, tunga , tunga...
Nas pressas ,ela esqueceu
a sua Sunga.
Tunga, Runga, Lunga,
Lunga, Runga, Tunga.
Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro.
O poeta também,escreve para crianças.
POEMA: NADAR — inspirado em SWIM do BTS
Deixar a terra firme, o mundo que cansa,
mergulhar fundo, sem medo da dança.
A água salgada leva o peso da estrada,
renova a alma, acalma a jornada.
Não correr, apenas seguir a corrente,
manter a cabeça erguida, firme e consciente.
Sem pressa, sem tempo a controlar,
nadar é viver, é simplesmente continuar .
Ondas vêm, mas não fazem parar —
é no movimento que se encontra o lugar.
Água escorrendo, limpando a dor,
nadar é coragem, é liberdade, é amor .
Mesmo confuso, mesmo sem saber,
basta seguir: só nadar, só viver.
Esse é o caminho que o mar nos ensina:
quando continuamos, a alma se ilumina .
ENSAIO MUSICAL INFANTIL
Poema de Félix di Láscio
TIA ZULÚ
Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não ouve,
Ela não escuta.
A vovó ficou biruta.
Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não larga
O penteado,
Nem sabe quem
Está do seu lado! (bis)
Tia Zulú,
Tia Zulú.
Por que todo mundo
está de azul?
Tia Zulú,
Tia Zulú.
Ela não ouve
O canto do peru:
— Glu! Glu! Glu!
— Glu! Glu! Glu!...
Tia Zulú,
Tia Zulú.
(REFRÃO)
Ela não ouve,
Ela não escuta,
A vovó ficou
Biruta.
Não espalha brasas,
Cortaram as
minhas asas.
Félix di Láscio
Poeta e letrista brasileiro.
06/07/2026 – 20h26
Eu achava que aquele seria o último poema meu para você, mas ainda há um pedaço seu em mim, talvez um pedaço permanente.
Eu juro que tentei deixar esse sentimento de lado, pena que é a ele que me controla.
Meu coração sempre foi lento mesmo em aceitar despedidas, só que quando soube da sua partida — vi que meu amor por você continuaria viva, até o silêncio pareceu mais pesado e percebi — sua ausência vai me afetar em tanto.
Minha visão vendo você ir embora irá ficar por algum motivo embaçada, pelo menos irei tentar aceitar oque mais dói.
Você não foi feito para ficar.
Poema do além
24/11/25
Acordado, talvez?
Me sinto perdido, mas livre
As folhas balançam e eu as escuto
Seria algo me dizendo algo?
Não sei, mais se sei, nunca descobrirei
É algo invisível?, ou do além?
Existe algo fascinante, ou estou fascinado?
Isso dizia mais sobre quem sou
Mas nunca daonde vim
Viemos de muito longe, só passamos tempo aqui
Vamos voltar e voltar
Até que um dia
Seremos nós o além....
Sábado à Noite/poema
Hoje o dia foi mais tranquilo —
mas o trabalho, cansativo,
mil pensamentos querendo sair correndo
pela porta do serviço.
Vontade de ir embora,
mas o medo da instabilidade
segura meus passos
como âncora no peito.
E no meio do barulho das tarefas
surge o sonho antigo:
abrir meu próprio negócio,
ser dono do meu tempo,
da minha coragem,
do meu caminho.
Foi um dia corrido.
Relógio apressado,
mente acelerada,
coração dividido.
À noite cheguei em casa mais leve,
mas não vazio.
Pensando em mudar de cidade,
por não ter amigo nem parente
onde estou agora,
achando a cidade tão chata,
tão silenciosa demais.
Fui ao posto,
na conveniência comprei
uma coxinha e uma coca —
pequenos confortos de sábado.
Na esquina, perguntei do hospital.
Particular. Pago.
E lá veio de novo a pergunta
que nunca dorme
onde está minha estabilidade?
No meio de tudo isso,
só queria alguém para desabafar,
uma conversa sincera na madrugada,
um ouvido que ficasse.
Mas não encontrei.
Entre sonhos e contas,
entre vontade e medo,
o sábado termina
quieto por fora,
barulhento por dentro.
Poema depois do sábado
Domingo amanheceu em silêncio
com o sol entrando devagar.
A noite foi longa nos meus pensamentos,
mas nenhuma noite sabe durar.
Ainda caminho sozinho,
mas já não me sinto perdido.
Há vazios que são só espaços
esperando ser preenchidos.
Talvez o próximo sábado
me encontre com outro olhar —
não procurando alguém no mundo,
mas aprendendo a me encontrar.
Porque a solidão, quando escutada,
não é castigo nem fim:
é o começo de um abraço
que nasce primeiro em mim.
LAGOA AZUL...
(Autoria: Otávio Bernardes. Poema baseado no filme...)
Por um momento, eu paro
e penso em você.
Mais do que uma “lagoa azul”,
eu imagino você vindo para mim...
Acho-a linda, muito linda...
Meus pensamentos se perdem
na imensidão das águas,
buscando, procurando por você!
Olhe, meu bem, a solidão pior do mundo,
é a solidão de um ser querendo outro ser!
“Lagoa azul,” misto de pureza e inocência.
Mas, meu amor, eu não sei...
Estou revoltado, deveras chateado!
Por um momento, eu paro e penso em você.
Talvez, desaparecer por um lugar assim... azul..
Aliás, azul é uma cor que admiro muito.
Anseio um lugar só pra nós dois,
para poder te amar.
Por isso, meu amor, pra mim
a vida está vazia, bastante sem sentido...
Não encontro lugar para te amar.
O mundo apregoa tantos lugares,
mas, não encontro o ideal...
Até parece que pra você
sou “trancado,” “múmia,” ensimesmado.
E é por isso, meu bem...
Não encontro o lugar ideal
para dedicar-te o meu amor.
“Lagoa azul,” apareça, converta-se em realidade!
Eu preciso de você, do jeitinho que é,
do tamanho que você é...
“Lagoa azul,” talvez os namorados, os casais,
os que se amam possam te encontrar...
Porque a vida seria melhor
se eu, se você, se nós,
se nós que nos amamos,
construíssemos uma “lagoa azul” assim... desse jeito...
Meu bem, meu amor, saia de você,
esqueça o mundo lá fora
e venha para os meus braços,
para todo o meu ser, para a minha “lagoa azul” imaginária...
onde encontrei você!
Otávio Bernardes
Um poema à graça.
—
Graça é um dom — graça é amor de Deus.
A graça produz alegria — é boa notícia.
Não há evangelho sem graça
A graça nos salva e dá vida.
..
A graça é razão de amar
A graça nos faz perdoar.
A graça é riqueza do grande pensar:
Que somos peregrinos de volta ao lar
..
A graça edifica e produz crescimento.
A graça é esperança — sabedoria de Cristo.
Antes da Cruz, havia a casa da lei
Na nova aliança — surgiu a beleza de Deus
O valor de uma cruz, o favor de um pai!
A beleza de Cristo.
O mais belo poema da vida
Universo escondido
Nos recônditos da alma
Arte esculpida de algodão
Nas nuvens que vi no céu
Dos sonhos de criança
Que um dia todos sonham
Em voltar a ser
Onde a única lei
Que desejamos ver obedecida
É a lei da gravidade
Quando a gente escorregar num papelão
Por sobre um imenso barranco gramado
Não precisa ir muito longe
Não preciso ter dinheiro
A beleza mora nos detalhes
Agora mesmo, olhando em volta
Olhando as folhas lá no alto
Eu pressinto, um dia vão cair
Meus passos apressados ao pisar o asfalto
As contas atrasadas
A parede que precisa há muito uma pintura
Vamos todos cair, a exemplo das folhas
Minha pressa não levou-me a nada
A conta que interessa é o correr
Dos dias que não vão jamais voltar
As paredes das nossas vidas
Essas sim, precisam ser pintadas
Com as cores da coerência e fantasia
Pra que a gente enxergue em volta
A mais linda poesia da vida
Continua sendo escrita todo dia
Com a tinta da saudade que sentiremos
Das pessoas apressadas e insensíveis
Que um dia fomos.
Edson Ricardo Paiva
Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.
Poema(autor: Levy Cosmo Silva)
NAS RUAS CLAMAM
"Escuto vozes que clamam,
sinto o sangue que grita,
lembranças na mente emanam,
e o meu ser então se agita.
Perdoem almas que vagam,
também as mães que choram,
do mal muitos se livraram
e ao bem hoje se aportam.
Nunca fui um santo ,
nem tampouco monstro,
Luto silenciosamente no canto,
usando a dor como encosto.
Morte, solução de covarde,
Sorte, coube a mim.
Gratidão em Deus me invade,
pois ele adiou meu fim.
Vou indo a caminhar,
rumo ao desconhecido,
vendo o mundo fico a pensar,
onde há um só amigo?"
Autor: Levy Cosmo Silva
Tu
Tu és o poema que não ouso escrever, mas que o meu coração declama-o em segredo.
Tu és o segredo do meu corpo
quando ele pede mais.
Cada suspiro meu, tem a tua pele ,
cada gemido, a tua eternidade em mim.
Tu és o fogo que me devora
e a calma que me consome depois.
Quando tu me prendes ao teu corpo, sou infinito.
Dentro de ti, descubro que o amor
também sabe ser vulcão .
O teu calor envolve -me inteiro,
as tuas unhas riscam o meu desejo,
e dentro de ti, vagarosamente,
afundo-me cada vez mais fundo.
Não há palavra — só o choque,
o atrito, a explosão de nós dois,
quando o mundo se dissolve
no momento em que
juntos gememos um verso de fogo.
Pele e Chocolate
Passo o dedo
no chocolate
e escrevo na tua
zona umbilical
um poema, que o irei ler
com a minha boca.
A minha boca aprendeu
a língua do Amor
quando encontrou
o teu molhado beijo - e um pedaço de chocolate.
