William Shakespeare Poema de Crianca

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Tríplice Poema


1. [Ciclone]


Natureza,
Nem boa, nem má,
Apenas implacável.




2. [Definição Abdominal]


Tanque de guerra,
Tanque de roupa,
Tanquinho.




3. [Transbordado]


Ele teve tudo
O que todo mundo quer na vida,
Mas como todo mundo sabe,
Ter tudo nunca é o bastante.


22/01/23
Michel F.M.

[A relatividade do autodeclarado melhor poema de todos os tempos]


talvez este
não seja
o melhor
poema de
todos os
tempos.


contudo,
há quem diga,


que em nenhum
dentre todos
os tempos,
fora escrito
poema melhor
do que este.


Michel F.M. - Trilogia Flores do Pântano
Bruno Michel Ferraz Margoni
28/12/23

ENSAIO POÉTICO


Dedicado a
Maria das Dores
(Dona Dorinha - Minha mãe)


POEMA
OU QUASE VERSO MATUTO


Félix di Láscio


Arruma tudo, vambora
qui hoje vai tê animaçan;
sigura na mão di Rosinha,
si ajeita ca bichinha,
qué prumode Dona Dorinha,
sabê qui voismecê
tem muito amô no coração!


Félix Di Láscio - Poeta e Pensador Paraibano
www.napoltrona.net | felixdilascio.facebook


Reeditado no dia 16/16 às 21:40

ENSAIO POÉTICO
Poema de Félix di Láscio.


PONTO DE QUESTÃO


Um novelo de linha
Ao ponto de tantas
interrogações:
“Ponto daqui e ponto
de lá...”


Não conseguiu se segurar.
E ficaram as questões
pendentes.
Pôs fim no assunto
e trancou.




Poeta e letrista brasileiro.
Postado em 29/05/2026 às 21h:00.

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

Projeto Gotinhas de Amor
Oceanos das Marés da Adolescência: Voz, Identidade e Futuro.
Poema
Marés da Adolescência
(Letra & Poesia)
No mar da adolescência,
A gente aprende a navegar,
Entre as ondas do medo
E a esperança de um lugar.
Navegando no escuro,
Buscando a direção,
Com a força da nossa voz,
Identidade e coração.
Este é o nosso oceano! Descobrindo a coragem,
Nosso projeto de vida.
Navegando nessa maré,
Construindo a nossa rota,
Fortalecendo a fé.
Todo capitão aprende
Com o peso da tempestade,

A ÁRVORE DA VIDA – UM POEMA
Eis que, antes das emanações serem emanadas
e das criaturas serem criadas,
a Luz Superior Simples preenchia toda a existência.
Não havia vazio,
nem ar vazio, nem vácuo.
Tudo estava preenchido
por essa Luz Simples, ilimitada.
Não havia cabeça nem fim,
mas tudo era Um:
Luz simples,
equilibrada, igual e uniforme.
E esta foi chamada
a Luz de Ein Sóf.
Quando, por Sua simples vontade,
surgiu o desejo de criar os mundos
e emanar as emanações,
para revelar a perfeição de Suas ações,
Seus nomes e Suas denominações,
— causa da criação dos mundos —
Então, Ein Sóf restringiu-Se a Si mesmo
em Seu ponto médio,
precisamente no centro.
A Luz foi contraída,
afastando-se para os lados
que circundam esse ponto.
E ali permaneceu
um espaço vazio:
ar vazio, vácuo,
no exato centro.
Essa restrição ocorreu igualmente ao redor,
de modo que o vazio
ficasse circundado de forma uniforme.
Após a contração, restou
um espaço oco e silencioso
no meio da Luz de Ein Sóf:
um lugar onde
Emanação, Criação, Formação e Ação
pudessem existir.
Então, da Luz de Ein Sóf,
uma única linha desceu do Alto
até esse espaço.
E por meio dessa linha,
Ele emanou, criou, formou e fez
todos os mundos.
Antes desses quatro mundos,
em Ein Sóf,
Ele e Seu Nome eram Um,
em união oculta e maravilhosa.
E mesmo nas proximidades mais íntimas,
não há força nem compreensão em Ein Sóf,
pois nenhuma mente criada pode alcançá-Lo.
Ele não possui lugar,
limite
ou nome.


-Isaac Luria

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

No poema Tabacaria, de Fernando Pessoa, esse trecho me chamou a atenção e às vezes lembro dele:
"o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada".

Representa o vazio, a falta de sentido ou o destino final de todas as coisas: o esquecimento e a inexistência. Sugere que, embora a carroça esteja cheia, o caminho por onde ela transita não leva a lugar nenhum.

Será que nosso destino individual é conduzido por essa carroça e a vida é um chegar em nenhum lugar?

Sou cristão, mas confesso que escuto o silêncio de Deus. Esse tema foi explorado pelo diretor que gosto bastante, Ingmar Bergman; tem um filme em que ele fala sobre o maior sofrimento de Jesus Cristo, e ele diz que não foi o sofrimento físico, mas o silêncio de Deus: o momento em que Jesus grita na cruz: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?".

E é isso: a fé é uma batalha, dolorosa e difícil, e às vezes desesperada; às vezes a gente pensa que não tem sentido nenhum. Mas, embora pareça isso, acreditar que tudo está indo para o nada faz menos sentido ainda. A própria palavra diz o que ele é: nada, algo que não existe. Então, o nada é uma palavra sem sentido no nosso vocabulário, pois só existem coisas e tudo. Embora não vejamos todas elas e suas relações, elas existem.

Creio que a história do ser humano é criação, queda, momento em que estamos, e restauração. Quando acabar a era da queda, tudo vai ser exposto, e as coisas, as pessoas, anjos caídos, Deus e anjos, e toda a teia e cadeia de causas aparecerão. Como diz o apóstolo Paulo: agora vejo em parte, depois verei face a face.

O mais belo poema da vida
Universo escondido
Nos recônditos da alma
Arte esculpida de algodão
Nas nuvens que vi no céu
Dos sonhos de criança
Que um dia todos sonham
Em voltar a ser

Onde a única lei
Que desejamos ver obedecida
É a lei da gravidade
Quando a gente escorregar num papelão
Por sobre um imenso barranco gramado

Não precisa ir muito longe
Não preciso ter dinheiro
A beleza mora nos detalhes
Agora mesmo, olhando em volta
Olhando as folhas lá no alto
Eu pressinto, um dia vão cair

Meus passos apressados ao pisar o asfalto
As contas atrasadas
A parede que precisa há muito uma pintura
Vamos todos cair, a exemplo das folhas

Minha pressa não levou-me a nada
A conta que interessa é o correr
Dos dias que não vão jamais voltar
As paredes das nossas vidas
Essas sim, precisam ser pintadas
Com as cores da coerência e fantasia

Pra que a gente enxergue em volta
A mais linda poesia da vida
Continua sendo escrita todo dia
Com a tinta da saudade que sentiremos
Das pessoas apressadas e insensíveis
Que um dia fomos.

Edson Ricardo Paiva

Poema de amor


Tudo o que falo
O que penso ou escrevo
E por meio das narrativa
Do bico da caneta
E a folha de papael
Não por ser apaixonado
Mas por ser uma pessoa
Sinto atração por minimas coisa
Mas sei que me iludo
Minha paixao e como
A lua e o sol
Que se encontram em um eclipse
Eu sou ser humano
Mas como o sol
Apaixonado pela a beleza de sua amada
Com esse amor que facina
E emociona
Eu sou o que sou
Ou que pensa de um modo
Mas sou eu
Que vivo seguindo
E continuo a escrever
Para ser lembrado......


Autor: Flavio Luz

COADJUVANTE
ENSAIO POÉTICO


POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO


Torci o nariz


Porque não queria


ser somente um


coadjuvante.


Mas isso não é o caso:


O orgulho de um banguelo


é achar que pode


exibir os dentes!


Félix Di Láscio


Poeta Brasileiro


Postado em 27/02/2016 às 13:30h


Repostado 04/07/2026 às 20:45


Félix Di Láscio

Forma de sentir


Não sei dizer se o que escrevo é
poema ou poesia…
acho que só sigo o que o meu coração diz.


É expressão em estado bruto.


Talvez uma prosa poética —
quando narrativa e poesia se misturam
até não dar mais para separar
onde termina uma
e começa a outra.


Eu não me preparo para escrever —
eu sinto…
e as palavras vêm.


Às vezes em silêncio,
principalmente quando estou ansiosa,
triste ou nervosa,
elas vêm em rimas,
como se a vida,
por um instante,
virasse melodia
só para me confortar.


Como um drama,
um conto
ou romance antigo —
talvez de filmes
ou de uma época desconhecida.


Escrevo quando algo transborda,
quando aperta,
quando precisa existir
fora de mim.


As palavras apenas saem —
e eu as escrevo.


Não sigo regras,
não penso demais…
apenas deixo acontecer.


As frases vêm como ondas:
às vezes calmas,
às vezes quebradas,
às vezes interrompidas…
como quem respira fundo
ou engasga com o próprio sentir.


Dou saltos —
de assunto,
de emoção —
como batidas irregulares
de um coração apaixonado.


E, muitas vezes,
quando termino,
leio de novo
com um certo estranhamento —
como se não tivesse sido eu…


mas, ao mesmo tempo,
sabendo que nunca fui
tão autêntica assim.


Talvez não seja texto.
Nem poema.
Muito menos poesia.


Talvez seja só
o meu jeito de sentir
ganhando forma. 🌙

ENSAIO POÉTICO
POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO


LÍNGUA PÁTRIA


Um homem branco
Pergunta ao nativo, às margens
Do rio:
— Fala tua língua fluente?
Aquele cidadão de origem das terras
das matas respondeu:
— Buá!!! buá!!! buá!!!
"Só o afluente do Rio Sanhauá."
— Ah!!! ah!!! ah!!!


Félix di Láscio, Poeta e Letrista Brasileiro.
Postado em 10/06/2019 às 10:05h
Repostado no dia 02/07/2026 às 20:30h

Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.

A TARTARUGA TUNGA
ENSAIO POÉTICO.


Infantil.


Poema De Félix di Láscio


A Tartaruga Tunga,
Devagar
no seu mundo.
Nem olhou por céu,
Tirou de mansinho ,
Nem contou os segundos.


Tunga, Runga, Lunga ,
Lunga, Runga ,Tunga...


Lá vem ela,
Mastigando os dentes,
Deu para perceber ,
O seu ar,
De contente!
Lá vem ela ,


Tunga, tunga,tunga,
Tunga, tunga , tunga...


Nas pressas ,ela esqueceu
a sua Sunga.


Tunga, Runga, Lunga,
Lunga, Runga, Tunga.




Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro.
O poeta também,escreve para crianças.

Sábado à Noite/poema


Hoje o dia foi mais tranquilo —
mas o trabalho, cansativo,
mil pensamentos querendo sair correndo
pela porta do serviço.
Vontade de ir embora,
mas o medo da instabilidade
segura meus passos
como âncora no peito.


E no meio do barulho das tarefas
surge o sonho antigo:
abrir meu próprio negócio,
ser dono do meu tempo,
da minha coragem,
do meu caminho.
Foi um dia corrido.
Relógio apressado,
mente acelerada,
coração dividido.


À noite cheguei em casa mais leve,
mas não vazio.
Pensando em mudar de cidade,
por não ter amigo nem parente
onde estou agora,
achando a cidade tão chata,
tão silenciosa demais.


Fui ao posto,
na conveniência comprei
uma coxinha e uma coca —
pequenos confortos de sábado.
Na esquina, perguntei do hospital.
Particular. Pago.


E lá veio de novo a pergunta
que nunca dorme
onde está minha estabilidade?


No meio de tudo isso,
só queria alguém para desabafar,
uma conversa sincera na madrugada,
um ouvido que ficasse.
Mas não encontrei.


Entre sonhos e contas,
entre vontade e medo,
o sábado termina
quieto por fora,
barulhento por dentro.

Poema depois do sábado


Domingo amanheceu em silêncio
com o sol entrando devagar.


A noite foi longa nos meus pensamentos,
mas nenhuma noite sabe durar.
Ainda caminho sozinho,
mas já não me sinto perdido.


Há vazios que são só espaços
esperando ser preenchidos.


Talvez o próximo sábado
me encontre com outro olhar —
não procurando alguém no mundo,
mas aprendendo a me encontrar.


Porque a solidão, quando escutada,
não é castigo nem fim:
é o começo de um abraço
que nasce primeiro em mim.

Poema para a Mamãe

⁠Rainha da minha vida
Ouro dos meus dias
Sabedoria que me ampara
Amor profundo e toda a poesia
Não existe outra igual
Anjo da Guarda em tempo integral.

⁠No oitavo dia do ano

No oitavo dia do ano
celebro a poesia
do seu divino olhar,
poema luminoso
e que me faz sonhar
que ainda vale
a pena nesta vida amar.