Vou Tentar Sorrir

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Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você...

Brena Braz

Nota: Trecho de um texto de Brena Braz.

- Joguei comida no cabelo dela - Eu disse, dando outra gargalhada.
- Não vou esquecer disso, cachorro - Sibilou Rosalie.
- Não é tão difícil apagar a memória de uma loura - contra-ataquei. - É só sobrar a sua orelha.

Eu preciso de você ao meu lado, não sei como eu vou sobreviver.

Hoje me encontro pensado,
não sei, sei, não realmente não sei.
vou esquecer é viver,
pois, espero sinceramente,
que meu amanha, seja melhor que meu hoje,
pois o meu hoje, eu não desejo para ninguém.

Todo caloteiro diz amanhã se receber vou levar seu diinheiro.
Amanhã de que ano?

Como é que vai dar certo
Como é como é que vou vencer
Sempre tem alguém querendo convencer
De que é tão bom
E tudo vai certo
É só votar em mim
Que eu começo o manifesto
Como é que vai mudar
Como é que vai crescer
Com o deputado querendo se vender
Por um tostão fiado que nem paga minha tv

(Semana passada mataram uma criança
Por mais que era pobre, mas era só uma criança)

Não basta ser otário
E não vê o que acontece do seu lado

Não acredito no que dizem
Acredito no que penso
Se conseguir mudar a minha vida
Mudo meu pensamento
Por enquanto estarei aqui
Duvidando do que dizem
Do que passa na TV
Sou simplesmente um aluno
E não quero me perder

Não é porque deixei de falar contigo que vou sair espalhando seus segredos por aí. O que acabou foi nossa amizade, não meu carater

Esta noite estarei ao seu lado
Vou enxugar essas lágrimas dos seus olhos
Vou fazer você se sentir bem
Esta noite serei um com a sua alma
Deixe o nosso amor perder o controle
Não deixarei você ir

Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Se amar e perdoar é o segredo para ser feliz neste mundo,
Não me resta outro caminho, vou continuar amando e perdoando.

⁠Eu não chego querendo ensinar nada nos lugares que eu vou, eu chego querendo aprender. Se tenho que ensinar algo para alguém, é para mim mesmo.

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Não importa se eu cair eu sempre vou me levantar

Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.

Conquisto as coisas passo a passo; o sol de amanhã começo a desenhar hoje, mas se chover, vou ter uma capa na bolsa

Vou compartilhar o segredo de como eu constelo. Sempre faço só uma constelação. Nela todo o essencial, o decisivo, sai à luz. Um constelador deve de ter claro que: "A felicidade se logra quando primeiro se vai até a mãe."

Sempre vou ser contra todos aqueles que maltratam, exploram, humilham e expõe os animais ao ridículo. Se todos fossem iguais a mim, tenho certeza que os animais não estariam nessa situação.

É o que tenho para hoje, para amanhã, para os dias. O pensamento de que tudo de certo. Não vou abandonar o barco, me abandonar, abandonar a vida.

Vou fugir de casa e montar uma cabana qualquer. Vou levar umas mentiras na bolsa, porque estou fugindo de explicações.

“Se te fizer bem, vai! Só não olha pra trás, se olhar, vou te pedir pra voltar.”