Vou Tentar

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Então vou continuar querendo pra vida toda duas coisas: uma, a de que você morresse de mim, a outra, a de que você voltasse pra mim.

Te espero de braços abertos,pra quando você quiser voltar pra mim, eu vou estar aqui te esperando. E espero o tempo que for, porque meu sentimento por ti nunca vai mudar, se sentir saudades volta pra mim, vou esperar o tempo que for.

Agirei sistematicamente como uma pessoa que já está a alcançar estes objetivos. É assim que vou respirar. Assim que vou caminhar. Assim que vou reagir ás pessoas.

Vou me acrescentando em folhas.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Eu sei que te magoei. E sinto muito. Mesmo. Eu me arrependo demais das minhas atitudes e vou me culpar para sempre se eu te afastar da minha vida por causa disso. Prometo que vou aprender com meus erros e tentar melhorar se me der mais uma chance.

Não vou pedir desculpas por ser idiota demais, babaca demais ou trouxa demais. Por que alguém com tantos defeitos como eu, se preocuparia em lamentar imperfeições? Acostume-se.

Decepção antiga,
Serve como lição de vida,
Com os meus tombos
E tropeço,
Vou aprendendo a me equilibrar,
Para que eu jamais esqueça,
De uma cilada,
Diante dessa jornada,
De cabeça erguida,
Unindo forças para andar,
Continuo a caminhar,
Com os meus próprios pés,
Para jamais cair,
Sem pensar em desistir.

* Hoje vou ficar em evidência, como acontece em todo aniversário. Vou aproveitar este momento de exposição demasiada para me expor mais ainda. Os fragmentos abaixo, pela primeira vez, são totalmente autobiográficos. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
*Quero que lembrem de mim pela ausência de grandes feitos. Ser como um saco plástico de supermercado que voou para nenhuma platéia.
Eu o notei, e isso bastou. Que esqueçam minha fisionomia e o meu nome. Eu não sou concreta. Quero ser o vento que bate as portas e some antes de assumir a culpa, deixando apenas dúvidas. Isso é a coisa mais importante que eu poderia dizer sobre mim. Para todos que tentaram me entender. Para os meus ex-analistas, que eram pagos para tentar me entender. Para os (coitados) que convivem (obrigatoriamente ou não) comigo. Eu quero ser o saco plástico dançando a melodia do vento que vinha do recôncavo. Nada mais.

*Minha existência se resume, desde que nasci em 24 de agosto de 1988, em um ciclo constante de mortes e renascimentos. Já perdi a conta de quantas vezes (principalmente nos últimos quatro anos) eu morri e renasci, fênix. E eu acho isso muito normal. Anormal, para mim, é tentar contar quantos anos eu tenho.

*Não sei se acredito em coincidências e destino. Sei que tudo na vida está relacionado de uma maneira tão cheia de pequenos detalhes e minúcias que é difícil não acreditar em energias que regem o universo.

......E ai,eu fui uma boa atriz de improviso!!???

Otário, eu vou te avisar, o teu intelecto é de mosca de bar.

Se depender de mim nunca vou fazer voc triste,
quero sempre ver um sorriso na sua boca,
e nunca uma lagrima descendo em direção a ela..

Para não sofrer eu vou me drogar de outros, eu vou me entupir de elogios, eu vou cheirar outras intenções.

Em algum lugar, pra relaxar, eu vou pedir pro anjos cantarem por mim.

Vou te contar, foi difícil. Precisei revirar minha vida, pra te transferir pro quartinho de empregada. Me mudei por completo, por fora, cabelo, unha, roupa. Por dentro, jeito, pensamentos, coração. Precisei de outros caras andando pela casa e me enjoando, até um dia, um deles me fazer rir. Como você nunca tinha feito. E depois outro e você foi deixando de fazer falta. Só não quero que você me culpe. Sou outra, porque você me transformou, porque foi preciso. A mesma ia continuar sendo sua, de corpo e alma presa num nada. Você nunca foi embora, mas também nunca ficou. Pensava em mim, mas nunca se importou de verdade, nunca se esforçou pra dar certo. Sua ausência já me feriu muito, me fez pensar que eu nunca ia conseguir de fato partir e aceitar uma ausência definitiva. Mas hoje já não me importa, porque tua presença não compensa os dias de espera. Porque seu telefonema não me dá frio na barriga e sua voz não me deixa mais sem chão. Eu fechei meus olhos pro mundo pra só enxergar você e fiquei cega por muito tempo. Mas depois de olhar o mundo de novo, você já não tem mais cor, não se destaca. E tudo isso foi culpa sua, obrigada. Tantos conselhos de amiga que eu engoli pra continuar de olhos fechados, mas é assim, não é? Era você quem tinha que me fazer desistir, mais ninguém. E tá feito, tô feliz, sou outra e sou minha. Aprendi contigo mais do que havia aprendido toda a minha vida, voltei a ser minha com a mesma intensidade que fui sua um dia. Precisei de mil textos sobre você, distribuir essa loucura em linhas e hoje, vim te encerrar com as mesmas linhas que te deram início, continuidade e, agora, fim.

Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… E vou indo.

Eu só precisei provar que consigo fazer isso sozinha, porque vou ter que fazer as coisas sozinha agora! .

E se deixar eu vou...
Ser ombro onde você pode chorar,
assim, vou cuidar de você, mesmo sem você notar,
e vou estar por perto sempre que precisar.
Nem precisa chamar!

Só quero dar o abraço que vai te confortar,
pra ser o pilar a te sustentar.
E te cuidar...

Pra te mostrar o valor da sinceridade,
da confiança e da verdade.
Ser a sua metade...
Isso se chama amar!

Eu morro a cada decepção, a cada mentira, a cada pessoa que me abandona. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim. Porque morrer é assim, um processo longo que merece ser estudado. A gente começar a morrer a partir do momento que nasce, a gente morre quando criança, nossa mãe não nos deixa colocar na boca aquele brinquedo tão interessante. Morremos a espera, morremos de esperança, morremos de amor, morremos de dor. A gente morre quando percebe que a vida não era e nunca vai ser o que pensávamos, a gente morre com a mudança. A gente morre quando cresce, morremos quando se envelhece. Quando estamos jantando à espera de um prato que nunca vem. Morremos quando percebemos que ser apenas você mesmo não é o bastante. A gente morre na calçada enquanto andamos sempre na mesma direção, sabendo que tudo na vida que vira rotina, morre em vão. Morremos toda manhã ao acordar e perceber que quem nos queríamos ao nosso lado não está lá, morremos ao café da manhã, nossos ovos hoje estão podres, morremos ao ver que o do vizinho não. Morremos sem querer, morremos de propósito. Morremos em partes, e repondo essas partes que morremos de novo. Nada voltará a ser o que já foi um dia, morrer querendo ou não te torna mais vivo. Estamos gradativamente morrendo. Se perdendo em partes, vivendo de escassos, caindo aos pedaços. Eu morri uma vez. Hoje nasci de novo, e amanhã voltarei a morrer. E vou continuar morrendo até levarem a última parte de mim.

Ando meio adoentado, sabe. Doença de amor. Aguda. Vou entrar de quarentena, por favor não me procure. Deixa eu ficar repousando no teu sorriso por uns tempos, vai ser bom.

Nunca esquecerei o dia em que a nossa história começou...
Nunca vou esquecer nossa primeira troca de olhares.
Nunca vou esquecer o dia que você veio em minha direção e me deu oi.
Nunca esquecerei do seu sorriso em todas as manhãs.
Tenho toda a certeza que jamais esquecerei daquele sábado que você disse que me amava.
Sempre irei lembrar das noites que passamos olhando as estrelas.
E nunca vou esquecer, vou contar para nossos filhos desde o começo e como a mãe deles me faz o homem mais feliz do mundo.
A nossa história vai ser a historinha de dormir deles.
Nunca vou esquecer o dia que começamos a namorar.
Nunca vou esquecer seus lábios.
E vou lembrar do seu cheiro do seu toque e de todos os sorrisos que você me deu.
E jamais vou esquecer do dia que você nos deixou.
Do dia que você morreu.
Mas principalmente jamais vou esquecer como você viveu.

Vou apenas sentir
Já que não estou conseguindo entender.
Vou apenas viver
Chega dos meus princípios.