Vou Morrer

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"Não vou desistir, mas, sem oportunidade, como posso continuar?"

“Eu nunca vou ganhar dinheiro fazendo fretes, as pessoas que eu conheço não mudam.”

“Tanto faz se vou colher o que plantei.”
Meu amanhã é um mostro que devora tudo que faço hoje.

Não caio nessa que os opostos se atraem, não vou deixar de voar porque você não quer tirar os pés do chão, não vou deixar de criar porque você quer viver em uma vida em preto e branco. “Quem ama não prende que ama solta.”

Eu nunca vou conseguir retribuir todo o amor e cuidado que minha mãe e meu pai dedicaram a mim. Foram tantas vezes em que estiveram ao meu lado: nos puxões de orelha (que eu mereci), nos acertos e nos desafios. Sou grato por cada sacrifício e por cada bronca, por tudo o que me ensinaram ao longo do caminho. Obrigado por me guiarem pelas curvas e reviravoltas da vida, porque isso vai muito além do que as palavras podem descrever.

Com o passar do tempo, vou entendendo as minhas colheitas e as mudanças que a gente deveria ter feito lá atrás. Carrego comigo a culpa por não ter feito diferente quando podia, mas também o aprendizado que a vida traz com o tempo. Continuo seguindo nessa caminhada, buscando bons resultados e esperando colher frutos melhores na próxima estação. Que venha o novo tempo, com novas colheitas e novos começos.

Para ser sincero, hoje estou em um momento em que vou a poucos lugares. Tenho preferido ficar mais comigo mesmo, no meu lugar favorito: minha casa. Estou buscando paz, inclusive dos olhares indiferentes que às vezes são servidos como boas-vindas.

Enquanto eu tentar ser o que os outros esperam de mim, nunca vou ser feliz. Felicidade é viver sem pedir permissão para existir. Tem gente que diminui o outro só para se sentir maior, e disso eu já me cansei. Todos os dias deixo para trás o que não me cabe, o que me fere, o que me apaga. Prefiro a minha companhia à dor de me moldar para agradar. Já me machuquei demais e não aceito mais migalhas. Não corro atrás de ninguém, sigo apenas em direção ao que vem inteiro até mim. Sou inteira, não sou troféu, não sou brinquedo. Gosto do meu barulho, da minha verdade. Quem ficar, que fique por quem eu sou— sem me rasgar para caber. Eu só sento à mesa onde me reconheço

Em uma tarde fria de um dia qualquer, vou tentando me reerguer… entre lembranças que insistem em doer e a esperança que, mesmo frágil, ainda teima em permanecer. Cada passo é lento, mas carrega em si o peso da coragem de não desistir.

Aos poucos vou me reconstituindo, tentando colar os pedaços de mim que a vida esfarelou, mas sei, com uma dor que queima por dentro, que nunca serei inteiro. Sempre restarão fendas abertas, buracos que sangram lembranças e ausências que me rasgam por dentro.

Elegantemente, vou ignorando tudo e todos, um gesto contido que guarda meu silêncio como quem preserva um relicário.

Não regresso ao que me quebrou, vou reconstruir o que resta.

Em vão eu vou carregando o peso dos anos acumulados, se não transformarmos a experiência em aprendizado para os outros.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Eu já comi o pão que o diabo amassou.
Mas agora vou ser o dono da padaria.

Nem sempre vou saber demonstrar e isso não significa que eu não me surpreenda.

Independente de meu humor, semeio o bem todos os dias por onde vou e todos os lugares me são receptiveis, amáveis e prósperos.

Vou deitar-me, com as tristezas do mundo pelo bem que não pude fazer. Ao acordar, hei de participar das alegrias e das justiças do mundo, em um novo dia, na esperança que poderei mais um pouco fazer.

⁠A linguagem do ESCRAVO é a greve, se não for como eu quero não vou mais.
A linguagem do SERVO é o salário, só vou se tiver algum benefício.
A linguagem do FILHO é o amor, vou porque amo-os, mesmo na imperfeição, desvantagem e dor, pois vou para entregar não para receber.

Por todos os lados aceitos
e considerados condenados
com beijos latinos de Bacupari
vou alcançando sem regresso
o teu fino avesso com sucesso


Para junto ir rumo ao universo
subverso cálido e metaverso
criptografado nos teus sensores
finos que pelos meus respondem
entusiasmados plenos de amores


No paraíso austral secreto
tem se revelado para os olhos certos
do teu jeito pleno que quero
o quê nunca sequer sonhado
nem pela História neste Hemisfério.