Vou Morrer

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Saudades... Saudades que não sai da minha vida,
Deita comigo e não me deixa dormi,
vou trabalhar e ela vem junto do meu lado,
tento mudar o meu pensamento,
mas é a saudade que vem em todos os momentos...
Não aguënto mas sentir saudades,
Deixa eu matar ela para que ela não me mate,
Deixa eu tiver para eu me sentir melhor
Eu ti adoro!!!

Eu to bem, por que vou esconder isso? Esse sorriso é meu, e seu.. quando você quiser.

Minha revolta é precisa avisa q eu não vou correr
Se não sabe sua missão melhor rever o seu viver

Eu sei que eu nunca vou amar ngm como eu amo você, mais eu não posso ficar vivendo na esperança de um dia ter você de volta. E sendo assim a Minha vida segue!

É tão incomum eu ficar esperando, mas eu não quero apressar as coisas. Eu não vou ser aquele que vai estragar tudo mais uma vez. De agora em diante, eu vou deixar isso em suas mãos.

Não me coloque em um circo sem os meus amigos, eu não vou conseguir rir.

Não é que eu desista fácil... Eu só não vou insistir em algo que sei que não dará em nada.

Oscilando entre a fantasia e a realidade vou buscando o que me convém... Me perdendo em devaneios tolos, acredito naquilo que me faz bem.

Eu devo corrigir os erros quando for demonstrado que são erros, e eu vou adotar novos pontos de vista tão rápido quanto eles aparentam ser verdadeiros pontos de vista.

Perto ou longe, noite ou dia, horas e minutos iguais ou diferentes. Lembre-se: Eu sempre vou estar pensando em você.

Eu posso até, e provavelmente vou, olhar para trás. Mas vou continuar seguindo em frente com um sorriso levado no rosto e pura determinação no olhar. Sem medo de trilhar novos caminhos. Sem medo de mudar tudo de vez em quando.

Não se pode experimentar a sensação de existir sem se experimentar a certeza que se tem de morrer.

Por enquanto estou inventando a tua presença, como um dia também não saberei me arriscar a morrer sozinha, morrer é do maior risco, não saberei passar para a morte e pôr o primeiro pé na primeira ausência de mim – também nessa hora última e tão primeira inventarei a tua presença desconhecida e contigo começarei a morrer até poder aprender sozinha a não existir, e então eu te libertarei. Por enquanto eu te prendo, e tua vida desconhecida e quente está sendo a minha única íntima organização, eu que sem a tua mão me sentiria agora solta no tamanho enorme que descobri. No tamanho da verdade? Mas é que a verdade nunca me fez sentido. A verdade não me faz sentido! É por isso que eu a temia e a temo. Desamparada, eu te entrego tudo – para que faças disso uma coisa alegre. Por te falar eu te assustarei e te perderei? mas se eu não falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Pior do que morrer é passar pela vida e não ter vivido.

Gosto de tudo que ameaça morrer e de repente se levanta, mais vivo ainda, surpreendendo a todos!

Nesta vida morrer não e difícil.
O difícil é a vida e seu ofício.

Primeiramente, me espanta o fato de todos terem certeza absoluta de que você vai morrer. Eu prefiro encarar a morte como uma hipótese. Mas, no caso de acontecer, serei obrigada mesmo a cumprir todas estas metas antes? Não dá pra fechar por cinquenta em vez de cem?

Inserida por lucijordan

Mas não se pode morrer do meio do quinto ato.

Inserida por katharinalanza

É que tudo o que eu tenho não se pode dar. Nem tomar. Eu mesma posso morrer de sede diante de mim. A solidão está misturada à minha essência...

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por lai1989

Deus, o que nos prometeis em troca de morrer? Pois o céu e o inferno nós já os conhecemos - cada um de nós em segredo quase de sonho já viveu um pouco do próprio apocalipse. E a própria morte.
Fora das vezes em que quase morri para sempre, quantas vezes num silêncio humano – que é o mais grave de todos do reino animal –, quantas vezes num silêncio humano minha alma agonizando esperava por uma morte que não vinha. E como escárnio, por ser o contrário do martírio em que minha alma sangrava, era quando o corpo mais florescia. Como se meu corpo precisasse dar ao mundo uma prova contrária de minha morte interna para esta ser mais secreta ainda. Morri de muitas mortes e mantê-las-ei em segredo até que a morte do corpo venha, e alguém, adivinhando, diga: esta, esta viveu.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Morte de uma baleia.

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Inserida por gabi196