Vou dar Volta ao Mundo
"Você é o projeto grandioso de Deus, desenhado para crescer, vencer e trazer luz ao mundo com cada passo que der.
21/10/2024
O que se passa nas ruas e nas mentes inquietas de hoje é, talvez, reflexo de um mundo que se esqueceu da verdadeira essência do homem. Andamos a confundir o que é lei com o que é luta, e pior ainda, transformamos um acontecimento num espetáculo, onde se agarram às divisões mais fáceis. Mas a lei, não vê cores, nem se interessa por identidades. A lei é, ou devia ser, o pacto entre os homens para viverem em paz, sem temor, sendo julgados não pelo que parecem, mas pelo que fazem.
Se um homem transgride, não importa a cor da sua pele ou de onde vem. O que importa é o que escolheu fazer, e se isso feriu o acordo coletivo, deve ser julgado por esse ato. O problema é que a nossa sociedade, em vez de se centrar no cumprimento da justiça, prefere o caminho mais rápido, o da vitimização fácil, usando a emoção como arma. O que é grave, porque desvia-nos da verdadeira questão: a preservação da ordem, da segurança, da convivência.
E ao mesmo tempo, não podemos confundir indignação com legitimidade para a violência. Não há injustiça que justifique o caos. Quando se responde ao que se considera errado com mais transgressão, a causa perde a sua força, transforma-se numa afronta ao próprio conceito de justiça. A legitimidade não se constrói no tumulto, mas na persistência pela verdade, através dos caminhos corretos, por mais difíceis que sejam. Quem opta pelo caminho da destruição ou do ataque à ordem, perde o direito de reclamar a justiça. A partir do momento em que se cruza essa linha, a causa dissolve-se em erro.
Devemos entender que a justiça, para ser justa, exige paciência, serenidade e, acima de tudo, respeito pelas leis que nos unem. Quem infringe a lei, seja pela frustração de uma injustiça ou por puro desdém, deve ser punido conforme essa mesma lei. Não há lugar para violência, para desordem, se queremos construir uma sociedade melhor. Não se trata de dividir entre “nós” e “eles”, mas de compreender que o desrespeito pela lei, seja de onde vier, só perpetua o ciclo de destruição. E nós, como seres pensantes, deveríamos estar a quebrar esse ciclo, não a alimentá-lo.
Se nos afastarmos deste princípio, perderemos o sentido de comunidade e de justiça real.
Só eu e o tempo
É só silêncio ao redor, um vazio sem fim,
O mundo caminha, mas não me leva a mim.
Sinto a distância entre mim e o lugar,
Como se não houvesse onde repousar.
Família é palavra que soa distante,
Um laço invisível, mas nunca constante.
Olho ao redor, não encontro ninguém,
Sou sombra de mim, perdida em alguém.
Os rostos que passam não sabem quem sou,
Vago entre os dias, sem porto, sem flor.
A casa não é casa, o chão não é meu,
E o que eu procuro? Nunca apareceu.
No fundo, eu sei, é só eu e eu,
Sem laços que prendam, sem mão que acolheu.
A vida é um ciclo que segue, sem par,
E no fim das contas, sou eu a cuidar.
É a angústia de ser sem nunca pertencer,
De existir no espaço e, ao mesmo tempo, perder.
Mas há uma certeza que aprendi a aceitar:
No final da estrada, sou só eu a me abraçar.
A sedução faz parte
Pense um mundo sem
Cresceríamos até o céu
E esqueceríamos do chão
Consumiríamos tudo
Os recursos se acabariam
Por pura fome ao poder.
Poder não é sedução
É uma forma de sobreviver
Ao mundo cão
A beleza está na ilusão
De ser diferente desse caos
De procurar o belo nos contornos
Que a vida possa prosperar
Em relação com a natureza
Para estarmos sempre despertos
Às cores da vida e da luz
De nos entendermos nos
Piares dos pássaros como pilares
Entre o chão e o espaço
Que o pio ocupa em nosso ser.
O mundo precisa de suas ideias inovadoras. Não subestime o que você pode realizar! Cada invenção incrível que você cria pode ser a resposta que muitos esperam.
Se nos olhos
surgem lágrimas
o sorriso continua
no rosto
se tudo for
pouco, se o
mundo parecer
louco,
a vida, por si,
se basta,
pois toda dor
vem, maltrata
e passa.
O mundo vai de mal a pior. As pessoas visivelmente querem parecer ricas e importantes. Sobrepujar sobre os outros. (Uma volta no shopping)
A empatia é a capacidade de enxergar o mundo pelos olhos do outro, sentindo suas alegrias e dores como se fossem suas. É um ato silencioso, mas poderoso, que aproxima e humaniza. Quando nos colocamos no lugar do outro, criamos pontes de compreensão e cultivamos relações mais profundas e verdadeira.
A existência humana é absurda, mas, na visão de Sartre, isso abre espaço para a criação de um mundo novo.
As palavras
À noite enquanto,
Todo mundo dormia,
Ele, por vez, escrevia
E sonhava acordado
Com um futuro bom,
Ouvindo em silêncio o som
Da negatividade das tentativas
Frustradas, em sua mente.
As palavras têm
a leveza do vento
E a força da tempestade.
Algumas te abraçam
Com a sutileza da aragem fria,
E outras te espancam
Com a fúria de um furacão.
Causando confusão,
Em seus pensamentos.
Amor na praia
À beira do mar, onde o mundo se apaga,
Um casal se encontra, em paz se embriaga.
Com pés na areia e o vinho ao alcance,
Selam o instante num eterno enlace.
Eles trocam olhares, faíscas e sonhos,
Com sorrisos leves, carinhos risonhos.
Entre tragos suaves e goles de vinho,
Se perdem, famintos, no mesmo caminho.
A brisa sussurra promessas no ar,
O toque é macio, no vai e vem do mar.
Ele oferece o peito, ela, o seu riso,
Cada gesto um pedaço de paraíso.
Planos murmurados, segredos trocados,
O futuro é vasto, como o céu estrelado.
Cada palavra, um pedaço de chão,
Onde constroem, juntos, a própria canção.
No toque das mãos, no calor do abraço,
Se devoram inteiros, num doce cansaço.
E ali, onde a onda se encontra com a areia,
Selam o amor, como quem nunca anseia.
Na praia deserta, ele é dono ela é musa,
Bebem do desejo, a noite confusa.
Entre o vinho e o cigarro, no seu vai e vem,
Amam-se, livres, como ninguém.
Eu sou
É o nome do que, dentro de mim,
Acessou o inconsciente coletivo e
Viu o mundo através dos olhos da unidade.
Rói dentro do mundo
O queimor do sem nem o quê
Rói o ácido espalhado
No mundo interno
Do corpo extenso
Rói o rueiro
Sem medo
Corrói a fome.
*Poema do livro Anjo da Guarda, de Rafael Rodrigo Marajá.
A arte de ouvir
Ouvir é uma arte, um ato de cuidado,
Em cada palavra, um mundo revelado.
Quando o silêncio nos envolve o peito,
Conhecemos o outro, no seu mais puro jeito.
Ao ouvir mais do que a voz própria ecoar,
A vida ensina a melhor forma de amar.
Há muito a se aprender em cada conversa,
Um universo vasto em cada alma imersa.
De um gesto sutil, de um riso, um olhar,
Conhecemos histórias, deixamos penetrar.
Cada palavra é uma peça encaixada,
Na construção de decisões mais ponderadas.
Porque ouvir de muitos é ouvir a vida,
É enxergar mais fundo, sem pressa, sem medida.
Respeitar o que o outro traz em essência,
Para que cada escolha tenha real consciência.
Assim, quem ouve com o coração aberto,
Sabe que o caminho se torna mais certo.
É saber que as vozes são faróis de luz,
Guiando a jornada que em nós se traduz.
O amor é uma força invisível que move o mundo e floresce em cada gesto e palavra. Ele nos ensina a ser melhores, a perdoar, a compartilhar, e, acima de tudo, nos conecta uns aos outros. É nas simplicidades do dia a dia que o amor se revela — no cuidado, no abraço, no sorriso que conforta. Amar é doar-se, plantar beleza e esperança. No fim, o amor nos inspira a sermos inteiramente humanos.
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