Vontade de te ver nem que Seja de longe

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O homem é um ser temporal dotado de consciência, cuja vontade atua no presente para transformar condicionamentos do passado em possibilidades futuras.

QUANTO DE SUA VIDA COTIDIANA ESTÁ REALMENTE SUBORDINADO À VONTADE?

Jesus Cristo , o Espírito Santo e os Anjos,
só agem, segundo a vontade
de DEUS!

⁠Quando você mudar de verdade, jamais sentirá vontade ou desejo de voltar para onde você não era feliz.

A vontade de viver




Quando eu sonhava demais,
eu pintava as cores
mais lindas no céu
por onde eu voava...


Aos poucos, depois
de muitas decepções, as cores
foram esmaecendo,
junto com elas, alguns sonhos
também com os ventos
tomaram rumos diferentes...


Agora que já não sonho, agora
que naquele velho amor,
eu não acredito…
As cores se perderam.
Eu não, antes me reencontrei.


Tudo à minha volta é tão real,
tão crua é a desilusão,
nem por isso tenho a alma triste,
viver é tudo, eu sei.


Ao contrário; o meu desejo
de amor morreu, mas a minha
vontade de viver é intensa,
é o que mais existe.

Ninguém chega ao topo da montanha se não for da vontade de Deus.

A Vontade e a Raiz


​O mundo pede a praia aberta e o topo da serra,
pede a mala pronta e o horizonte distante,
mas a poesia verdadeira finca a sua garra
é na terra da casa, no minuto presente.


​Há um olhar curioso que não passa batido:
repara na planta que finca a raiz no chão,
busca saber como a vida se tece por baixo,
vê a força invisível que sustenta a criação.


​E no fim da lida, quando o dia se entrega,
o banho quente acolhe a mulher que lutou;
a água desce, o cabelo se esparrama em cascata,
lavando o cansaço do mundo que ela carregou.


​Deitada no escuro, ouvindo a chuva na telha,
o corpo finalmente encontra o seu descanso,
mas a mente acesa não aceita o silêncio:
transforma a vivência em conselho e remanso.


​Não escrevo por vaidade, por status ou aplauso,
nem para enfeitar a frase com falso valor;
escrevo pelo chão que eu pisei e venci,
para deixar uma luz no caminho do outro.
​E se a voz se cala por medo, cultura ou guerra,
se o corpo não pode ir onde o mundo sufoca,
a palavra escrita atravessa qualquer portão,
entra na casa remota e a alma toca.


​Sem sair do leito, a leitura faz a travessia,
o texto vira farol, mapa e libertação:
a maior viagem é essa que a gente faz
com a força da vida guardada no peito.

As belas curvas do teu corpo
são como as ondas do mar.

Despertam em mim
a mesma vontade de caminhar sem pressa,
de sentir a brisa,
de me perder na imensidão
sem medo de não encontrar o caminho de volta.

Porque existem belezas
que não foram feitas apenas para serem vistas,
mas para serem admiradas
com o mesmo respeito
que se contempla o oceano
quando ele encontra o céu.

Entre a Razão e a Vontade


Por que é que a mente insiste em te buscar,
do instante em que adormeço ao despertar?
Se a noite me silencia, sem sequer avisar,
é teu nome que o pensamento insiste em chamar.


Há lembranças que não sabem partir,
ficam na pele, fazendo o sentir persistir.
Outras viram saudade, difíceis de conter,
moram dentro do peito sem pedir pra nascer.


A razão tenta explicar o que aconteceu,
mas o coração responde: “isso ainda é teu”.
E quanto mais eu tento deixar pra trás,
mais a vontade sussurra que quer um pouco mais.


Talvez seja a memória querendo ficar,
talvez seja a saudade querendo voltar.
Ou talvez seja aquilo que ninguém consegue entender:
quando alguém toca a alma, é difícil esquecer.


E assim vou da noite esperando o amanhecer,
com pensamentos que insistem em você.
Porque há sentimentos que não pedem permissão:
ficam na pele, na saudade, no peito e na razão.


E se a vontade insiste em permanecer,
talvez seja porque ainda há algo em mim querendo viver.
Não sei se é saudade, desejo ou emoção…
Só sei que você ainda mora
entre a razão e o coração.

⁠Cultive á si primeiro
a vontade de existir.

⁠O que você sabe não te faz especial, mas sim a sua vontade de saber mais

"Pensar demais não te paralisa, o que te paralisia é o fato dela tirar a sua vontade de agir⁠.

Hoje eu acordei com vontade chupar sorvete de fogo


Depois percebi que acordei de fogo com vontade chupar um sorvete

... a vontade
do nosso Criador está perfeitamente
ajustada aos nossos mais justosquereres — ao que,
por nós absorvido e aplicado,nos aperfeiçoe — pois, como acentuou Jesus, o Cristo: "tudo é possível
àquele que crê", sobretudo,quando alinhado
a princípios que já nosmostremos
capazes de sustentar
e viver! ⁠

Você pode até me achar fraco por sumir, mas lutar contra a vontade de te ver exige uma força gigante.

Tem dias que eu acordo com tanta fome, que só de pensar na comida, perco a vontade de comer.

O maior perigo do narcisismo religioso é quando a pessoa confunde a vontade de Deus com os seus próprios caprichos.

“O Direito começa onde a vontade encontra um limite que também vale para quem manda.”

A ROUPAGEM DOS ESPÍRITOS: O FLUIDO CÓSMICO, A VONTADE CRIADORA E A APARÊNCIA TANGÍVEL DO PERISPÍRITO
UMA INVESTIGAÇÃO ESPÍRITA SOBRE A FORMA, A MATÉRIA SUTIL E A AÇÃO DO PENSAMENTO NO MUNDO INVISÍVEL.

NOTA: - INDISPENSÁVEL BUSCAR A QUESTÃO de número 100 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ESCALA ESPÍRITA. Para uma compreensão melhor quanto ao grau evolutivo do Espírito e seu livre-arbítrio condicionado a esta evolução.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre os temas profundos e mais estudados oferecidos pelo Espiritismo encontra-se aquele que procura responder a uma antiga pergunta: como se apresentam os Espíritos após a desencarnação? Se o Espírito não possui mais o corpo físico, de onde vêm as vestes, os objetos, as formas e até mesmo certas características visíveis nas aparições espirituais?
A Doutrina Espírita, através das pesquisas conduzidas por Allan Kardec e dos esclarecimentos posteriormente desenvolvidos por Léon Denis, apresenta uma explicação que ultrapassa as concepções tradicionais: o Espírito não utiliza roupas confeccionadas por processos materiais semelhantes aos da Terra. Ele age sobre elementos sutis da criação, utilizando o pensamento e a vontade como forças modeladoras.
A aparência espiritual é, portanto, uma expressão da inteligência, da memória e da vontade do ser imortal.
O FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL: A MATÉRIA-PRIMA DA CRIAÇÃO ESPIRITUAL.
Allan Kardec, em A Gênese, capítulo XIV — Os Fluidos, estabelece a base para compreender os fenômenos do mundo invisível:
“Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam; o meio onde ocorrem os fenômenos especiais, perceptíveis à visão e à audição do Espírito, mas que escapam aos sentidos carnais...”
Essa definição apresenta uma verdadeira mudança de perspectiva. Kardec não descreve um universo espiritual imaginário ou simbólico, mas uma realidade composta por elementos sutis, imperceptíveis aos sentidos físicos, porém reais para os habitantes do mundo espiritual.
O fluido cósmico universal seria, dentro da compreensão espírita, o elemento primordial de onde procedem todas as formas da criação. Ele é para o Espírito aquilo que a matéria comum representa para o homem encarnado.
Entretanto, existe uma diferença fundamental: enquanto o homem transforma a matéria através de instrumentos físicos, o Espírito atua diretamente por meio do pensamento e da vontade.
A mão é o instrumento do corpo.
O pensamento é o instrumento do Espírito.
Pela ação mental, o Espírito imprime direção aos fluidos, combina elementos, modifica propriedades e organiza estruturas que podem apresentar forma, cor, densidade e características específicas.
O mundo espiritual seria, assim, uma grande oficina onde a inteligência atua diretamente sobre a matéria em seus estados mais sutis.
O PENSAMENTO COMO FORÇA CRIADORA NO MUNDO INVISÍVEL.
Em O Livro dos Médiuns, no capítulo VIII — Do Laboratório do Mundo Invisível, Kardec analisa fenômenos que demonstram a capacidade dos Espíritos de agir sobre elementos fluídicos.
O princípio apresentado é profundo: o Espírito não necessita fabricar objetos utilizando ferramentas materiais. Basta a força da vontade associada ao pensamento para produzir determinadas formas.
No plano espiritual, pensamento e realidade encontram-se intimamente relacionados.
O Espírito que conserva uma imagem mental muito intensa pode exteriorizá-la através dos fluidos que envolvem sua individualidade.
Por isso, muitos Espíritos aparecem com a aparência que possuíam durante a última existência terrestre. Não significa que estejam presos biologicamente àquele corpo, mas que a imagem espiritual conservada pela memória e pela vontade encontra meios de manifestar-se.
O Espírito pode apresentar-se com a aparência de sua juventude, de sua maturidade, ou ainda conservar sinais característicos pelos quais será reconhecido.
A forma espiritual torna-se uma linguagem.
O PERISPÍRITO: O CORPO SUTIL DO ESPÍRITO.
Entre o corpo físico e o Espírito existe, segundo o Espiritismo, o perispírito — envoltório semimaterial que serve de ligação entre o Espírito e a matéria.
É através dele que o Espírito atua sobre os fluidos e manifesta sua individualidade.
O perispírito não é uma veste pronta recebida após a morte. Ele é um organismo espiritual capaz de absorver, modificar e exteriorizar elementos fluídicos conforme o pensamento e a vontade do Espírito.
Assim compreendemos a explicação dada pelo Espírito de São Luís a Allan Kardec no episódio conhecido como o da caixa de rapé.
Perguntado se o objeto que aparecia durante o fenômeno era uma ilusão ou possuía alguma realidade, respondeu:
“Certamente. É com o auxílio deste princípio material que o perispírito toma a aparência de vestuários semelhantes aos que o Espírito usava quando vivo.”
Kardec explica que o Espírito não encontra roupas previamente fabricadas no mundo espiritual. Ele cria a aparência através da manipulação dos fluidos.
Da mesma forma que cria, pode desfazer.
A TANGIBILIDADE DOS OBJETOS ESPIRITUAIS.
O fenômeno torna-se ainda mais extraordinário quando Kardec questiona sobre a possibilidade de um objeto espiritual possuir características materiais.
No diálogo sobre a caixa de rapé, pergunta-se:
— Poderia alguém segurá-la acreditando estar segurando uma caixa verdadeira?
A resposta é afirmativa.
Pergunta-se ainda:
— Se fosse aberta, haveria rapé em seu interior? Poderia esse rapé provocar efeitos físicos?
A resposta igualmente confirma essa possibilidade.
O ensinamento é profundo: a ação espiritual não se limita à aparência externa. O Espírito pode imprimir aos fluidos determinadas propriedades capazes de produzir sensações e efeitos semelhantes aos da matéria comum.
Isso explica relatos de manifestações espirituais acompanhadas de perfumes específicos, associados à personalidade do Espírito comunicante.
Dentro da tradição espírita, existem relatos envolvendo médiuns como Francisco Cândido Xavier, em que determinadas manifestações eram acompanhadas de aromas característicos, interpretados como exteriorizações fluídicas.
JOANA D'ARC E A INTUIÇÃO SOBRE A VESTE ESPIRITUAL.
Um episódio histórico frequentemente citado em estudos espiritualistas é o interrogatório de Joana d'Arc durante seu processo.
O bispo de Beauvais, buscando confundir a jovem, perguntou-lhe se São Miguel aparecia desnudo.
A resposta de Joana revelou uma simplicidade profunda:
“Pensas que Deus não tem com que vesti-lo?”
Embora formulada dentro da visão religiosa de sua época, essa resposta apresenta uma percepção intuitiva: o mundo espiritual não estaria submetido às limitações materiais da Terra.
A espiritualidade, segundo o Espiritismo, confirma que os Espíritos podem revestir-se de formas adequadas à sua condição, aos seus pensamentos, aos seus hábitos e até aos seus valores estéticos.
A criação divina oferece recursos infinitos para que a inteligência espiritual se manifeste.
LÉON DENIS E A VONTADE COMO PODER TRANSFORMADOR.
Léon Denis, grande continuador do pensamento espírita, amplia esses conceitos em No Invisível e em O Problema do Ser, do Destino e da Dor.
Ele demonstra que a vontade é uma força fundamental na vida espiritual.
Segundo Denis, o Espírito pode reproduzir, através da ação mental sobre os fluidos, as formas e os objetos necessários para ser reconhecido.
As roupas, acessórios e elementos simbólicos presentes nas aparições teriam principalmente uma finalidade: facilitar a identificação.
O Espírito apresenta-se conforme a imagem que deseja transmitir.
Denis cita experiências em que manifestações produziram formas visíveis através da ação fluídica, como o caso de uma entidade que teria formado uma espécie de tecido de gaze diante dos presentes.
Também menciona o caso de Emma Hardinge, relatado pelo Sr. Colville, no qual a aparição teria se apresentado com uma vestimenta simbólica associada à sua juventude.
Esses relatos reforçam a ideia de que muitas aparições podem ser compreendidas como imagens mentais exteriorizadas e revestidas de consistência suficiente para serem percebidas.
A GRANDE LIÇÃO MORAL: A VESTE ESPIRITUAL REVELA A ALMA.
O estudo da roupagem dos Espíritos não é apenas uma curiosidade sobre o mundo invisível.
Ele revela uma profunda consequência moral.
Se o pensamento possui força criadora, compreendemos que cada Espírito constrói gradualmente sua própria realidade espiritual.
A aparência exterior no mundo espiritual estaria relacionada ao estado íntimo do ser.
O Espírito elevado utiliza os fluidos para expressar beleza, harmonia e amor.
O Espírito perturbado pode carregar consigo as marcas de seus desequilíbrios, não como condenação eterna, mas como reflexo temporário de sua própria condição interior.
A verdadeira veste do Espírito é, portanto, sua própria alma.
Os tecidos fluídicos podem ocultar ou revelar a aparência; porém, a realidade profunda permanece sendo aquilo que o pensamento e os sentimentos construíram.
CONCLUSÃO.
Os Espíritos não se vestem como os homens encarnados.
Não compram roupas, não costuram tecidos e não encontram armários preparados no mundo espiritual.
A roupagem espiritual é uma criação fluídica realizada através do pensamento e da vontade.
O perispírito funciona como instrumento intermediário dessa manifestação, permitindo ao Espírito atuar sobre o fluido cósmico universal e produzir formas, cores, objetos e características perceptíveis.
A veste espiritual possui duas grandes finalidades:
identificação e expressão.
O Espírito pode apresentar-se com a aparência que melhor permita ser reconhecido por aqueles que deixou na Terra, utilizando elementos de sua memória, sua história e sua personalidade.
A ciência espírita, ao estudar esses fenômenos, apresenta uma visão grandiosa: o universo não é apenas matéria organizada pelo acaso, mas uma criação dinâmica onde a inteligência espiritual participa continuamente da obra divina.
FONTES CONSULTADAS.
KARDEC, Allan. A Gênese — Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Capítulo XIV — Os Fluidos, itens 13 e 14.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Capítulo VIII — Do Laboratório do Mundo Invisível.
KARDEC, Allan. Revista Espírita. Estudos e diálogos sobre manifestações espirituais e ação dos Espíritos sobre a matéria.
DENIS, Léon. No Invisível. Capítulo XX — Aparições e Materializações; O Vestuário dos Espíritos.
DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Capítulo XX — A Vontade do Ser.
Processo histórico de Joana d'Arc e interrogatório conduzido pelo bispo Pierre Cauchon de Beauvais.
Relato de manifestação envolvendo Emma Hardinge, citado por Sr. Colville.
Referências complementares: estudos de Ernesto Bozzano, William Crookes e Alexander Aksakof, além de relatos mediúnicos associados a Francisco Cândido Xavier.

"Quando a educação se torna profunda, ela não apenas ilumina a mente. Ela purifica a vontade."