Voce vai ser pra Sempre
Sobre meu processo de escrita?
Ah! O texto vai nascendo, delineando-se aos poucos.
Tomando formas, quase como um embrião.
Quando menos espero, posso vislumbrar seu rostinho estampado na tela do computador.
Tudo que estamos vivendo vai passar, logo estaremos vivendo dias melhores. Que possamos aprender com tudo isso e nos fortalecer em Deus cada dia mais. Que sejamos gratos não só nos dias bons mas em todo o tempo.
Bom Dia!
RECIFE DA JANELA
O Recife lá de cima
Cabe na palma da mão
Lágrima vai escorrendo
Ofuscando minha visão
Ao partir a gente chora
Acho até que vai embora
Um pouco do coração
Um dia vc vai encontrar alguém que vai te fazer perceber que não tinha nada de errado com vc desde o início.
Natal
O Natal (ainda) vai mal...o Cristo nasceu nesta data... ou será que morreu?
...tanta confusão das tradições, que ao nos lembrarmos das comemorações natalinas, o que nos vem à mente é um velho gordo vestido de vermelho, um pão com frutinhas, sorrisos ameaçados pelo dia seguinte que tende a apagar tudo isso, um peru que esteve apavorado às vésperas e finalmente descansará em paz na panela de alguém. Ah, tem os familiares e os amigos... brincam de "amigo secreto"...deve ser por isso que muitos nem vão mais à casa um do outro durante longa data, senão perde-se o sentido da brincadeira no natal... fogos iluminam o céu... tão lindos, mas se dissolvem tão rapidamente, assim como aqueles sorrisos (ainda bem que temos smartphones).
Festa da alegria, de fartura e comunhão, não podemos negar. Muitos dizem que nesta data as pessoas ficam melhores...
Presentes e mais presentes... estão presentes, todos...
E o Cristo?
Eii...será que o convidaram??
Se todo mundo vai ficar rico como dizem certas igrejas, quem é que vai trabalhar para produzir as riquezas?
Eu nasci nessas estancias
Da pampa que ao largo vai
Trago a sina de ginete
Que herdei do meu velho pai
Nas dita demarcatória
Não tive terra tropilha
Me toca o sangue encarnado
Do lanceiro farroupilha
Que maula, sou pelo duro
A história se me esqueceu
Fiquei cuidando cavalos
E campos que não são meus
É a vida é a história
Cosas de destino, revolução
Uns nascem pra maiungo
Outros nascem pra Peão.
Um dia na estancia
Um flete se desmamo
Me deram como descarte
E o potro guacho vingo
Era ´último oficio
Pras corda dum domador
O primeiro cavalo
Que vida me regalou
Se fomo quage dez lua
Naquele lançante inclemente
Onde cavalo e ginete
Medem força e pacença.
Era pura resistença
No palanque inclinado
O cabresto estirado
Preste se arrebentar
O tempo faz sujeita
A força é quage em vão
Dei nome de solidão
E terminei de enfrenar
Era flor aquele pingo
Clinudo, zoio salgo, Ligeiro como tainha
Era sestroso o bagual
Não tinha marca, sinal, Mas era tudo que eu tinha.
Que lindo aquele retosso
Naqueles findar de tarde
Era a própria liberdade
Demarcando território
O taura fica simplório
No orgulho do preparado
Se brandeava pro meu lado
Como quem nos pede um mate.
Nas noite despois das lida
Nos rumava pro bolicho
Saia dando relincho
Facero bem aplumado
Eu todo perfumado
No estrato de amor gaúcho
Era os dois virado em luxo
Pronto pra um retrato
Facerice era medonha, naquela nossa toada
Ringindo basto na estrada, encurtando os corredor
A sina de um payador
Que a vida não deu parada.
Sempre quis erguer um rancho
Nas volta de algum fundão
Pra eu, mais o solidão
Ter na morte um poso certo
Um galpão, Mangueira perto
A sombra de um caponete
Pro descanso do ginete
E uns ponteio no violão.
Pra quem tem quage nada
Qualquer cosa é furtuna
O campo beijando a laguna, aa silhueta da tarde
Galpão, pelego, um catre, pra lua que se boleia
A cada gole de canha
As ideia se empareia,
O pensamento volteia
Tal um compasso de tango
Assim no mais, vai ao tranco
A vida se faz pequena
O branco mescla a melena
O tempo que se perdeu...
A china que nunca tive, a cria que não lambeu
O campo que não é meu, mas rondei como se fosse.
A vida é quase um coice
Pra quem sem nada nasceu.
Pra se campeiro me basta
O céu, planuras, as estrada
É muito pra um monarca, sem posse nem procedência
Que te por dono a querência, cantada numa payada.
Um dia se vai um taura, como quem puxa um bocal
A doma agora é solita não trás amadrinhador.
Por fim em algum corredor, a de sobrar uma terra
Uma cruz onde se encerra a vida de um domador.
Nem quero muito alvoroço, também quem vai se importa
É só no mas pra constar nos anais do campeirismo
Nessa vida de xucrismo
Alguém hay de se lembrar
Só meu pingo,
Só ele me basta
Nessa última tropeada
No fim dessa estrada, onde repousa um tropeiro
Eu recordo, meu parceiro
Dos bolicho, das função
Foste meu único amigo
E te chamei de solidão.
Se afaste do tipo de pessoa que não faz bem para sua saúde mental, só vai aumentar sua ansiedade e sua preocupação. No começo vai doer, por incrível que pareça vai fazer falta, mas no fim, você vai perceber que foi a melhor escolha que você já fez!
Assim que as vozes são levantadas, a produtividade é perdida. Discordar por discordar não vai te levar muito longe. Para vencer uma discussão acalorada, você tem que manter a calma.
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