Voce Precisa Confiar em Mim
Porque às vezes a alma precisa
parar, respirar, se refazer…
pra lembrar, no meio do caos,
que viver também é se acolher.
Helaine machado
"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "
"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "
A perfeição é um mito, é no processo de imperfeição que encontramos a nossa verdadeira forma. É como se a vida fosse um processo de modelagem, e as imperfeições fossem as marcas que nos tornam únicos.
Devemos dar importância, aceitar e abraçar as nossas imperfeições, em vez de lutar para alcançar uma perfeição inalcançável. É no imperfeito que encontramos a beleza e a autenticidade.
Às vezes eu quebro ...
Então eu cresço diferente...
"A perfeição é um obstáculo para a criatividade e a inovação. É no imperfeito que encontramos a liberdade de criar e crescer."
Às vezes, o encanto pelo "lá" precisa morrer para que a gente aprenda a dar valor ao "aqui". O contraste é o melhor professor de gratidão.
No fim das contas, um lugar mágico é apenas qualquer lugar onde você não sinta necessidade de estar em outro lugar. Quando você está disposta a largar o que não te serve, nenhuma decepção é difícil de carregar .
Vamos rezar uns pelos outros e por esse mundo caótico que precisa muito de amor.
De um prato de comida em mãos daqueles que têm fome e não por meio de grandes mídias.
As marquises dos centros continuam cheias.
Enquanto a obra que nunca acaba escolhe as moedas do cristão que tentou ajudar o irmão.
ﮩـﮩﮩ٨ـ🫀ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ♰ﮩـﮩﮩ٨ـ♡ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ🕊️⋆⌂ᰔᩚ
"Senhor, Deus de Paz, escutai a nossa súplica! Abri os nossos olhos e os nossos corações e dai-nos a coragem de dizer: 'nunca mais a guerra'; 'com a guerra, tudo fica destruído!' Infundi em nós a coragem de realizar gestos concretos para construir a paz"
Que possamos ser instrumentos de paz e de amor que o mundo tanto precisa, agindo na simplicidade, estendendo a mão ao próximo e transformando a oração em gestos reais de solidariedade.𓂃✍︎
"Senhor, fazei-me um instrumento de Vossa paz."
⋆⭒˚.⋆♡𓍼ོ𓂃
ོ𓂃
CONVENIENTE
(...)
Ás vezes, a gente só precisa
escolher o conveniente,
e parar de sonhar com o impossível.
O mal não precisa do silênciopara se fazer
O mal se faz sem perceber
E depois se esquece
Igual ao ébrio que pouco se lembra depois de muito beber
Lembrar de alguém somente quando precisa é uma atitude parasitária, onde o indivíduo(a) necessita sugar algo para suprir sua necessidade momentânea, seja financeira ou emotiva.
Em um mundo feito de aparências e afetos passageiros, o nosso amor não precisa fazer barulho para ser gigante, ele se cura no silêncio do teu abraço e se eterniza na certeza de que encontramos o nosso abrigo um no outro. Não preciso de promessas barulhentas ou de grandes palcos. Me basta o teu olhar na calmaria do dia a dia, a certeza do teu cais e a paz de saber que, não importa a tempestade lá fora, aqui dentro nós somos LAR.
___ENZO RUCHELL _
Uma Mulher
Linda é aquela
que sabe que
não precisa gastar
dinheiro com
procedimentos
estéticos para
ser Linda.
_____Um Entusiasmo
Irrefutável_
Sim
❤️
Quem entra numa disputa sem a honesta intenção de vencê-la, nem precisa de outro adversário.
Porque, antes mesmo do primeiro embate, já há uma rendição silenciosa em curso — não ao oponente, mas à própria covardia disfarçada de prudência, ao medo travestido de estratégia, à vaidade que prefere parecer justa a ser verdadeira.
Disputar sem querer vencer é, no fundo, querer preservar uma imagem, não conquistar um resultado.
E há algo de profundamente contraditório nisso: quem entra para não vencer também não entra para aprender.
Fica suspenso num território estéril, onde não há entrega suficiente para evoluir, nem coragem bastante para transformar.
Apenas participa — como quem assiste à própria vida da arquibancada, fingindo que está no campo.
A intenção de vencer, quando honesta, não é sinônimo de esmagar o outro, mas de se comprometer com o melhor de si.
É colocar em risco as próprias certezas, testar limites, aceitar o desconforto da possibilidade de falhar.
Quem não quer vencer, na verdade, não quer se expor a esse processo — e, por isso, já escolheu perder, ainda que nunca admita.
No fim, o adversário externo torna-se irrelevante.
A disputa real sempre foi interna: entre o impulso de crescer e o conforto de permanecer o mesmo.
E, nessa arena, não há empate possível.
Ou se entra inteiro, cheio de vontade de ganhar, ou já se saiu derrotado antes mesmo de começar.
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!
Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.
Há problemas que não pedem força, pedem escuta.
Não exigem resistência, exigem cuidado.
E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.
Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.
Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.
O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.
O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.
É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.
Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.
Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.
Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.
Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.
Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.
Salve as Forças Armadas brasileiras!
São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.
Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.
Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.
E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.
E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.
O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.
Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.
E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.
Respeito não se implora.
Se pratica, se demonstra, se preserva.
E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.
Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.
Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.
Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.
Tenha fé, aquietai o vosso coração!
Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.
A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.
Aquietai o vosso coração!
A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.
Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.
Aquietai o vosso coração!
Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.
E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.
Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.
Assim seja, amém!
No jogo democrático, quem precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, pode — também — acreditar que a única ideia válida seja a dele.
Mas há um vício muito silencioso neste jogo: quando alguém precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, já não está defendendo ideias — está protegendo certezas.
E toda certeza que não suporta a existência do contraditório passa a exigir exclusividade, como se o debate fosse ameaça e não fundamento.
É nesse ponto que a democracia deixa de ser arena de escuta e vira palco de monólogos.
Não se argumenta para convencer, mas para calar.
Nem se discorda para construir, mas para anular.
Quem acredita que só a própria opinião é válida, não busca diálogo; busca submissão.
E onde a divergência é tratada como inimiga, a democracia não perde só o tom — perde o sentido.
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