Voce Precisa Confiar em Mim

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A vida é cheia de decisões; só precisa escolher aquelas que são melhores para fazer ousados desafios.

Covarde é aquele que precisa da presença de mais covardes
para desencorajar os corajosos.

Se Deus está no controle de sua vida, então não precisa perder o domínio próprio para que vá bem.

O demônio precisa de um corpo para usar a língua:
Cuide da sua para não ser hospedeiro da míngua.

O mundo precisa de casais no Senhor, ousados, fortes e corajosos que projetem horizontes da felicidade e do futuro promissor para suas respectivas famílias.

Antes de pedir cura, o espírito precisa consentir em ser visto por inteiro, pois nenhum ritual funciona enquanto partes da alma continuam escondidas pelo medo.

Crescer é aceitar que nem tudo será compreendido, mas ainda assim precisa ser vivido com responsabilidade.

O fingimento é aquilo que não é quando precisa parecer ser. Quanto mais se finge mais se enfrenta o medo da verdade.

Não precisa carregar
Tudo isso só porque
Aprendeu que amar
Era esquecer de si - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

Apenas um por cento a cada dia
E já me sinto inteiro com você
Não precisa pressa, nem magia
Só fica e deixa acontecer - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo

Toda cura precisa conter o desenho do seu próprio esgotamento.

HAICAI


A pele do tempo
Precisa de muita mirra
E pouco vento.

Se até o básico precisa ser cobrado, repense.
Onde o afeto vira negociação, o respeito não é natural e o conselho soa como ameaça, talvez esse não seja o lugar certo.
Fomos ensinados a amar, não a mendigar amor. Ainda assim… repense. Cassamo António Novela

⁠Não precisa gritar, melhore o argumento da sua voz.

Velhice e solidão: o abandono de quem mais precisa de companhia


Ontem, no ponto de ônibus da avenida principal, vi o seu Antônio esperando. Ele estava lá há quarenta minutos, talvez mais. Sentado no banco de concreto, com a bengala encostada na perna e o olhar fixo num ponto invisível além da rua. Ninguém se aproximava. Os ônibus passavam, cheios de gente que olhava o celular ou o relógio, e ele continuava ali, pequeno, encolhido dentro do paletó que já foi azul-marinho e hoje é um cinza desbotado.
Seu Antônio tem 87 anos. Mora sozinho desde que a dona Maria se foi, há sete. Os filhos vêm “quando podem”. Um mora em Campinas, outro em Portugal, a filha mais nova tem três crianças e “mal dá conta da própria vida”. Ele entende. Repete isso como quem recita uma ladainha que já não acredita mais: “Eles têm a vida deles”. Mas no Natal passado ninguém apareceu. Ele comeu o peru que a vizinha deixou na porta e assistiu à missa do galo pela televisão, sozinho, com o volume alto para não ouvir o silêncio da casa.
A gente passa por essas cenas todos os dias e finge que é normal. Um idoso falando sozinho no mercado, outro sentado no banco da praça olhando os pombos como se fossem velhos conhecidos, uma senhora que liga para o programa de rádio só para ouvir a própria voz sendo respondida por alguém. Chamamos de “envelhecimento natural”. Mas não é natural. É abandono disfarçado de destino.
A velhice não é só rugas e esquecimento. É o telefone que não toca. É a cadeira vazia na mesa de jantar. É descobrir que os amigos morreram ou mudaram de cidade e ninguém avisou. É perceber, de repente, que você virou peça de museu: as pessoas olham, comentam “como ele está bem para a idade”, e seguem em frente. Você deixa de ser sujeito e vira adjetivo: “o velhinho”, “a tia”, “o senhor de bengala”.
Eu já vi filho dizendo, com orgulho, que colocou o pai num “lar excelente, cinco estrelas”. O pai, lá dentro, chora toda noite porque não sabe o nome da mulher que dorme no quarto ao lado e sente falta do cheiro do café que ele mesmo fazia às seis da manhã. Mas o filho tem reunião às oito e a culpa cabe no bolso como um cartão de visitas.
A solidão do idoso é a mais cruel porque é silenciosa. Criança chora alto, adulto reclama, cachorro late. Velho se cala. Aprendeu que ninguém quer ouvir sobre dor nas pernas, sobre saudade, sobre medo de morrer sozinho. Então sorri amarelo, diz que “está tudo bem” e guarda o resto. Guarda tanto que um dia explode num infarto ou numa depressão que ninguém percebeu.
Na semana passada, a dona Neuza, 82 anos, morreu em casa. Foram quatro dias até o cheiro denunciar. Tinha três filhos, sete netos, bisneto a caminho. A geladeira estava cheia de comida que a vizinha levava. Mas ninguém entrava para conversar. “A gente ligava todo dia”, disseram eles no enterro. Ligava. Desligava. Seguida a vida.
A velhice não pede muito. Pede presença. Um telefonema que não seja só para saber se tomou o remédio. Uma visita que não tenha hora para acabar. Um neto que tope ouvir pela milésima vez a história da enchente de 1968. Pede que a gente pare de tratar o tempo deles como algo que já passou, porque para eles ainda está passando, minuto a minuto, e cada minuto vazio dói.
O seu Antônio finalmente entrou num ônibus. Levou quase cinco minutos para subir os degraus, com o motorista buzinando atrás. Ninguém ofereceu o braço. Ele se sentou no banco da frente, daqueles reservados para idosos, e ficou olhando a cidade pela janela. Eu o vi de longe, pequeno, frágil, carregando o peso de ser o último capítulo de uma história que ninguém mais quer ler.
Um dia seremos nós ali. Com sorte, com saúde, com algum dinheiro no banco. Mas talvez sem ninguém que segure a nossa mão quando o corpo tremer. E aí vamos entender, tarde demais, que o maior patrimônio que a gente pode deixar para os filhos não é casa, não é poupança. É o exemplo de que filho cuida de pai como quem cuida de criança: com paciência, com presença, com amor que não se mede em minutos visitados por mês.
Porque a velhice chega para todos. A solidão, não. Essa a gente escolhe dar, ou escolhe evitar.
Raimundo grossi

O diferente precisa fugir para sobreviver.

Sabe que deve fazer o bem e não faz nem para si mesmo; esse precisa saber o que é oportunidade, conquistas e gratidão.

O mundo precisa de homens sábios e experientes para mostrarem aos incrédulos, desiludidos e soberbos que o viver está no poder da Palavra de Deus.

Faça o melhor que puder, pois um dia vai conhecer o que precisa fazer pela fé.

Cristão sábio não precisa abrir a boca quando alguém lhe acusa, porque já sabe que Deus é o seu Defensor.