Você Nasceu pra Mim

Cerca de 54684 frases e pensamentos: Você Nasceu pra Mim

"Se sei é por que busquei saber, e o saber á saber nasceu da constante procura de saber o que não sei.."

Inserida por AlanCarreiro

Nasceu no dia 07 de maio.....
Branca como a nuvem
Vermelha como o vinho
Pequena como a estrela
Chorava feito uma trombeta
Pesava como uma borboleta

Inserida por Imigrante

Foi assim que nasceu -

Tão estranho sentir o que sinto desde quando te vi
Mas o amor sempre chega quando a gente não espera
Talvez seja a vontade de amar que um dia perdi
Quem sabe se és tu o luar da minha quimera
Foi assim que nasceu este amor que eu sinto por ti!

E Vi nos teus olhos o destino que tanto pedi
E tu nos meus olhos o amor que tanto esperaste
Nem mar, nem silêncio, nem vendavais que vivi
Não voltarei a chorar porque tu já chegaste
Foi assim que nasceu este amor que eu sinto por ti!

Inserida por Eliot

Se já nasceu, olhe profundamente, prá o que de fato é seu, no teu, do aonde se meteu.

Inserida por ClaudethCamoes

Se hoje o sol nasceu mais uma vez para você...

Continue lutando pelo seu sonhos e acredite sempre que tudo ficará bem.

Contudo, ainda que o dia se apresente entre as molduras de um quadro cinza, que você pegue a caixa de lápis de cor da vida e também diferentes tintas e pincéis e pinte um novo cenário na perspectiva de um novo amanhecer com inúmeras possibilidades de felicidade.

Afinal, é assim que damos cor ao que realmente vale a pena na arte da vida.

Inserida por Samuelblessedoficial

Poema de Vila Franca de Xira.

A lenda viva de um guerreiro e poeta vilafranquense que nasceu numa das cidades mais antigas da Europa que ele simplesmente se dedicou à arte militar, psicologia, filosofia e á poesia.
Que viveu nas terras do Ribatejo, e desde 1236 que é falado e admirado por muitos desde então.
Vila Franca de Xira da palavra Árabe as-Shirush.
Que foi fundada nos tempos áureos loucos e aventureiros da Europa antinga
Fundação do município
(ou foral) 1212
E assim começou a Lenda viva e dito assim no seu encanto.
Comece a espalhar as notícias, eu vou embora hojeporque vi Vila Franca de Xira Crescer e se tornar épica e linda.
Eu quero fazer parte disso, porque o nascer do sol e o por do sol é contangiante e maravilhoso, ai Vila Franca de Xira linda, Vila Franca de Xira cheirosa do jardim de jasmin.
Esses sapatos vagabundos estão desejando se perder pelas terras das lezirias e cavalgando pelas planícies.
Bem no coração disse, ai
Vila Franca de Xira cheirosa, Vila Franca de Xira Linda.
Eu quero acordar, em uma cidade que não dorme desde 1212.
E descubra que eu sou o rei e o poeta da colina do sável e das lezirias e do monte gordo.
Topo da pilha do monte gordo no miradouro em que tínhamos as nossas aventuras e desejos ardentes e apaixonantes.
Esses azuis da cidadezinhadesde 1212 fazíamos fogueiras e cantávamos nas grutas.
Estão derretendoe nos aquecendo.
Vou fazer um novo começoe ver o mundo no topo do monte gordo no miradouro.
Na velha Vila Franca de Xira.
Se eu conseguir chegar lá, chegarei a qualquer lugar no mundo.
Cabe a ti, Vila Franca de Xira épica, Vila Franca de Xira aventureira.
Vila Franca de Xira de festas, Vila Franca de Xira de fados tradicionais.
Eu quero acordar em uma cidade que nunca dormepara poder abrir um vinho nas lezirias e apreciar a paisagem do campo e das estrelas a iluminar a cidade velhinha do Ribatejo.
E descobri que sou o número um, no topo da lista, porque eu sou uma cidade do futuro.
Rei da colina, número um, poeta e conquistador do miradouro e das lezirias.
Esses azuis da cidadezinha estão derretendopelos céus do Ribatejo e de Vila Franca de Xira.
Vou fazer um novo começo para desfrutar e acordar com um manto de neve e poder admirar a cidade debaixo de um manto de neve e a beber eggnogs natalícios.
Na velha Vila Franca de Xira desde 1212.
ESe eu conseguir chegar lá irei conquistar as lezirias.
Eu vou fazer isso em qualquer lugar. Porque é a minha cidade velhinha.
Cabe a ti, Vila Franca de Xira.
Vila Franca de Xira cheirosa.
Vila Franca de Xira aventureira.
E ainda me lembro quando nos deitavamos no campo nas lezirias e a beber um vinho e festejar-mos e desfrutarmos dos sabores Ribatejanos com as estrelas por cima de nós.
E quando fazíamos festas nas grutas do monte gordo e povos nos tempos antigos, e eramos felizes e caminhávamos pelas colinas de vila franca de xira.
Vila Franca de Xira velhina possui um património histórico-cultural vastíssimo e de diferentes tipologias e que nós amamos. Caracterizado pelas assimetrias geográficas e pela continuada fixação das populações apaixonadas desde os tempos pré-históricos das suas aventuras e conquistas até à atualidade, ao longo das margens ribeirinhas do Tejo e nos montes sobranceiros fazíamos amor e festas que em épocas remotas e no decurso da história eram um eixo estratégico de defesa do território para lutarmos e vencer.
A excelente localização revela um valioso e extraordinário património natural de rara beleza para apreciamos e sentirmos a beleza da velhinha cidade. - O Rio Tejo e a Reserva Natural do seu Estuário – única na Europa que fazia a gente mergulhar no Tejo e fazermos amor com os golfinhos a passar ao lado; o esplendor das suas Lezírias e Mouchões e a imponência dos seus montes aventureiros.
Este território foi palco de estruturas defensivas que o marcaram ao longo da história e nos encantando e revelando-se em diferentes testemunhos e vestígios da história e património Cultural que nós admiramos:
Monte dos Castelinhos na Castanheira que faziamos festas, Estação arqueológica do período romano que dançavamos e cantávamos; Castelos árabes e medievais de Povos e Castelo de Alverca que simplesmente faziamos loucuras lá e que os deuses admiravam; Linhas defensivas de Torres Vedras-Observatório de paisagem de Alhandra e Centro interpretativo do Forte da Casa que permitia o Adão e Eva se fascinar com lendário guerreiro e poeta vilafranquense; e assim reja a lenda viva desde 1236 nesta cidade velhinha do Ribatejo e da Europa.

Inserida por richard_felix

A lenda viva de um guerreiro e poeta vilafranquense que nasceu numa das cidades mais antigas da Europa que ele simplesmente se dedicou à arte militar, psicologia, filosofia e á poesia. Topo da pilha do monte gordo, em que tínhamos as nossas aventuras e desejos ardentes e apaixonantes. Esses azuis da cidadezinhadesde 1212 fazíamos fogueiras e cantávamos nas grutas. Rei da colina, poeta e conquistador do miradouro e das lezirias. Esses azuis da cidadezinha estão derretendopelos céus do amor.

Inserida por richard_felix

A Revolução dorme na Periferia

Revolução nasceu na periferia, magrela e desdentada mal podia chorar. Não teve forças pra mamar pela primeira vez no peito murcho e já quase seco de sua (ama de leite), vizinha de parede, que havia parido alguns meses antes uma dupla de desajustados (como fez saber alguns anos depois a escola). Ela, Revolução, cresceu em uma rua de terra agitada no bairro mais violento da Zona Norte, onde até o medo tinha medo de estar. Lá não tinha nada (parques, praças, quadras, ruas asfaltadas, essas coisas), mas também não tinha nada de mais, era um lugar comum, feito qualquer um, feito outro lugar qualquer. Era lugar onde se podia encontrar a mais variada gente, onde a alegria vivia cercando as pessoas e a vida pulsava em uma intensidade diferente.
De fato, lá tudo era mais intenso! Os sorrisos, o choro, o cheiro de frango frito, a catinga da cachaça no hálito seco e duro dos bêbados quase mortos caídos na calçada de qualquer jeito e o cheiro da erva, da pedra e da dor que ecoava da tristeza dos olhos da mãe resoluta, sem saber o que fazer diante do excesso que a intensidade do lugar propiciava. Lá democracia era na (b) fala de quem pudesse se impor e, o silêncio, a primeira lição aprendida já ao nascer. Lá buraco era buraco mesmo, fundo, bem fundo! E cavava-se até não ter mais como continuar e quando o buraco já estava mudo, criando impossibilidade de se continuar, cavava-se ainda um pouco mais até o fundo escondido abaixo do fundo que existia no buraco, antes desse se tornar cova. O que não era incomum!
De Revolução só se sabe os sonhos que contava baixinho ao pé dos ouvidos da professora, única pessoa que ela confiou até hoje. Uma senhorinha bem velha, com hábitos estranhos e vestes (alternativas), que contava com orgulho ter pegado em arma nos tempos de escola, durante o período da ditadura militar, onde se reunia com suas colegas durante a noite dentro de uma manilha abandonada na Rua Um (primeira rua a ser pavimentada no bairro), e lá tramavam subversivamente contra os desmandos do governo golpista. Revolução lembra-se dos limões que chupava pra matar a fome e do nó nas tripas que sentia sem poder gritar, lembrava-se dos amigos e amigas que morreram mudos e também dos que conseguiram a liberdade, ainda com pouca idade, na mão de algum salafrário abusador. Revolução reconhecia naquela senhorinha a sua única saída, se espelhava nela e em sua filosofia de vida; a Educação tanto falada pela professora tornou-se seu hino da mudança, sua única esperança de evoluir, já que tudo ali parecia fadado a murchar. As manchas brancas e a pele áspera de Revolução eram dos vermes e das lombrigas adquiridas no contato com a água podre que corria sob sua casa. Revolução cresceu faminta, lambendo os beiços enquanto assistia o frango rodar na ilha de assar exposta no passeio da padaria de seu bairro, onde aprendeu desde muito cedo a se virar. Aos treze anos, Revolução se perguntava por quem todos ali morriam? E perguntava-se também, porque morriam tantos ali todos os dias? Revolução era feliz, apesar de tudo! Talvez procurasse algo, talvez não soubesse ainda o quê, tateando sempre no escuro era mesmo difícil de saber.
Revolução já dava sinais de cansaço e andava meio sonolenta nas aulas, já não se importava com as revoltas nas ruas, nem se revoltava com as incursões da polícia na favela, nem com a iminência da morte de seus amigos subindo e descendo vidrado(s) feito soldados, nos becos e nas vielas, nem com o cheiro de pó e pólvora que impregnavam as suas narinas e oprimiam seus olhos. Revolução incrédula olhava pela janela e sem poder acreditar via a vida diferente. Mas não sabia explicar o que estava vendo ou sentindo! De repente, tudo que foi sempre torto parecia ter se endireitado, parecendo fazer algum sentido. Revolução sentia as juntas doerem e parecia ter os sentidos alterados, as pernas reclamavam o peso de seu corpo e os enjoos e náuseas acentuavam. Já sem paciência, Revolução curvou seu corpo franzino e em meio ao sangue que jorrava angustiante por entre as suas pernas juvenis, pariu gêmeos. Caída no chão da cozinha e sozinha no barraco, nem lamentar podia. E se lhe perguntassem quem era o pai... O que ela diria!
Os dois filhos de Revolução foram criados pela professora e cresceram e viveram até a vida adulta e, apesar da culpa, todos entenderam a importância da luta daquela mulher. Filhos (bem sucedidos) da Revolução nasceram do ventre estreito de sua genitora, mirrados, sem esperança e famintos, foram acolhidos pela professora; e apesar do karma em seus (DNA’s) cresceram argutos, espertos, astutos e hoje lutam pra que outros também possam revolucionar. Lutam para que outros vivam, para que outros não se calem, nem sejam silenciados. E se hoje vivem, é para servir de exemplo, ser espelho da Revolução que na periferia ocorreu... Preta, catadora de lixo e guerreira que nos pariu e morreu. Revolucionária do dia a dia que viveu e morreu um dia de cada vez, que cresceu ouvindo a professorinha dizendo que quem luta e não se cala, cala a fala de muitos e muda a forma que o mundo conforma quando distribui a sorte e desenforma a forma que o deus dos brancos escolheu. Cresceu ouvindo a professorinha dizendo que: - “Quando a periferia tomar consciência de sua importância para a sociedade verá, nesse dia, o desencadeamento da maior revolução da história do Brasil”. E de tanto ouvir a professora falar moveu seu mundo e mudou o rumo de tudo, revolucionando o rumo que a vida preestabeleceu, seguiu em frente orgulhosa enquanto o futuro moldava o presente de toda aquela gente que o passado estranhamente esqueceu. Hoje dorme na memória revolucionária da periferia que na história dos livros ninguém leu.

Inserida por JWPapa

51,
uma boa ideia nasceu hoje.
metade de uma vida percorrida,
ops, como definir metade de uma vida?
não sabemos.
nos resta apenas viver cada dia como se fosse o último.
51 anos não de vida, mas, digamos que sejam de vivências,
várias ao longo do período,
infância, onde aprendemos vários valores e nos firmam para o resto da vida,
adolescência, onde muitos se perdem e muitos se acham,
é uma fase de aprendizado e decepções,
maioridade, onde achamos que podemos tudo,
beber, fumar, fu... ( ao menos na minha época )
e alguns aprendem, outros ainda sofrem até hoje.
eu sofro, ainda sou o mesmo,
não posso ser recriminado, culpado por ser eu mesmo,
não me prendo a dogmas da sociedade,
meus princípios sempre serão os mesmos,
isso é inato.
Por isso hoje, só tenho a agradecer a todos que estão,
e aos que passaram pela minha vida,
vocês fizeram o que sou hoje,
( ou seja, se sou um erro, a culpa é de vocês :P )

Costumo sempre dizer uma frase a minha esposa antes de dormir:

"Obrigado por tudo, me desculpe por tudo."

Pensem nisso; quantas vezes durante o dia,
fazemos coisas que podem ser ofensas a outra,
ou algo que merecia um agradecimento e não o recebemos.

Tudo que se faz na vida, não é para ter um reconhecimento,
é para nos sentirmos bem,
se você fez algo errado,
seu interior vai saber e te cobrar.
E se fez algo de bom, :)
vai se sentir bem e feliz.

Que a vida de vocês seja boa,
e parabéns não a mim, mas,
a vocês, por ainda estarem na minha vida.

Obrigado por tudo, me desculpem por tudo. :)

Namastê.

Inserida por wilsonfjunior

a menina nasceu
aos olhos do avô ausente
uma mãe, duas meninas

(para Marcela Viana Franzol, minha primeira neta, nascida em 15 de abril de 2005)

Inserida por rogeriobviana

NUNCA DUVIDE DA CAPACIDADE DE NINGUEM,
LEMBRE-SE QUE VOCE NASCEU E NADA SABIA,
COM O TEMPO FOMOS CAPACITADOS PRA NADA...

Inserida por CONDIOLOV

Eu pari um sentimento que sabe ser grande desde a hora que nasceu.

Rebeca

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Inserida por Nectardaflor

E nasceu o amor...


Quando te avistei.
Parecia que meu mundo havia começado naquele exato momento.
E que a luz do sol, a beleza da manhã, as flores, ganharam vida naquele dia.
Eu não pensei que fosse encontrar tamanha força e maravilhosa expressão do amor em um único ser.
Mas encontrei em ti, que em um piscar de olhos fez com que tudo que eu imaginava sobre a felicidade e o prazer somente poderia encontrar depois que te conheci.
Minha vida se transformou noites se iluminaram, dias ficaram mais encantados.
Tudo porque eu estava amando e, me sentia feliz do teu lado.

Inserida por soudenis

TINHA UM GAROTINHO QUE NASCEU CEGO, O SEU SONHO ERA PODER VER UM DIA, SEU PAI CHEGOU EM CASA E DISSE:
- FILHINHO PAPAI COMPROU REMEDINHO PARA VOCÊ, VAMOS PINGAR NO SEU OLHINHO!!
O GAROTO TODO FELIZ DISSE:
- ENTÃO PINGA PAPAI, PARA EU PODER ENXERGAR!!
SEU PAI DISSE:
- VOU FAZER UMA GRANDE FESTA PRA VOCÊ, NO GINÁSIO DA CIDADE, PARA TODOS PARTICIPAREM DE SUA ALEGRIA!
O MENINO NÃO AGÜENTAVA DE VONTADE E EXPERIMENTAR O TAL REMÉDIO, PEDIU PARA A VOVOZINHA, MAS AVÓ NÃO QUIS PINGAR O REMÉDIO NO SEU OLHINHO, EMBORA O AMASSE DEMAIS NÃO PODIA ESTRAGAR A SUA FESTA. CHEGADO A HORA DA FESTA, A MÃE DO GAROTINHO O PÔS, NO CENTRO DO GINÁSIO QUE ESTAVA LOTADO, SEU PAI CHEGOU E GRITOU:
- VOU PINGAR O REMEDINHO NO OLHINHO!!
O MENINO DISSE:
- VEM PAPAI, DEPRESSA!
SEU PAI PINGOU O REMEDINHO NUM OLHO, E DEPOIS NO OUTRO. O MENINO ESFREGOU OS OLHOS E DISSE:
- PAPAI, NÃO ESTOU VENDO NADA!!
E TODO MUNDO DO GINÁSIO GRITOU:
- PRIMEIRO DE ABRILLLLL, PRIMEIROOO DE ABRIILL!!!!!!!!!!!!!!

Inserida por mateusriddle

Ah eu não queria mais me apeguei, nasceu um sentimento quando te beijei, sei lá, você abriu a porta do meu coração,não da pra esconder que estou apaixonada por você, vem correndo pros meus braços, não sei mais o que faço pra me fazer feliz, a felicidade é você, seu beijo me alucina, vem pra matar meus desejos, procuro um jeito, dou um jeito pra te encontrar, apaga o fogo da saudade, estou morrendo de vontade de te beijar, mais uma vez, eu me sinto tão carente, quero sentir seu corpo quente pra me aqueçer do frio da solidão.

Inserida por caroldrehmer

Devo dizer que o ser humano nasceu para ser devorado? O que me define é esta provocação banal... o ser humano nasceu para devorar também.

Inserida por lolystyle

Alberto Pereira - nasceu em 1970 na cidade de Lisboa; licenciado em enfermagem, participou em diversas antologias, tendo obtido, em 2008, o 1.º Prêmio de Poesia "Ora, vejamos".
A 6 de Dezembro de 2008 foi apresentado em Lisboa, a obra poética "O Áspero Hálito do Amanhã" de Alberto Pereira, com prefácio de Xavier Zarco.
Obra e autor foram apresentados pelo emérito poeta Firmino Mendes. O prefaciador e o apresentador foram distinguidos com o prêmio Vítor Matos e Sá, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Inserida por suallinda

Manuel Gusmão
Nasceu em Évora em 1945. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado com a tese sobre a poética de Francis Ponge, em 1987.
É professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desenvolvendo trabalho nas áreas da Literatura Portuguesa, Literatura Francesa e Teoria da Literatura. É membro da Associação Internacional de Literatura Comparada e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada.
Pertenceu às redacções das revistas “ O Tempo e o Modo” e “ Letras e Artes” e foi colaborador permanente do Jornal “Crítica, entre 1961 e 1971. Foi fundador das revistas Ariane (revue d’études littéraires françaises), que se publica desde 1982, e “Dedalus”, da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, desde 1991). É coordenador editorial da revista “Vértice” desde 1988.
É tradutor português de poemas de Olivier Cardiot, Christian e Francis Ponge.

Vencedor, em 2004, do Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus.
Vencedor, em 2005, do Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora.

Inserida por suallinda

JOÃO BATISTA DO LAGO
Nasceu em 24 de junho de 1950, em Itapecuru Mirim, Maranhão.
Se considera um poeta “surracionalista”
(palavra cunhada pelo filósofo Gaston Bachelard),
ou seja, “tal qual no surrealismo utilizo as palavras como objeto para alcançar o objetivo de uma ‘experienciação’ para uma nova realidade experimental, sacando-a do campo da simples epistemologia e introduzindo-a no campo daontologia pura; (...) isso sugere a desverbalização da palavra em si, de si e para si, o que significa a desconstrução do discurso da palavra ou do texto homófono, para constituí-lo e fixá-lo como ‘sujeito’ do discurso substancial, real e concreto”.
Outra paixão:
o jornalismo - profissão exercida há mais de 30 anos

Inserida por suallinda

A Ciência nasceu para trazer a cura para os seres, e não a dor.

Inserida por samiinfernus