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Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

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“Minhas pernas pedem calma, cansadas de sustentar.. Mas é a alma teimosa que não me deixa parar.”

Quem quase me teve,
achou que era opção..
Mas eu sou escolha,
ou é tudo… ou não.

“Falo vários idiomas, mas tem sentimentos que ainda não traduzo.”

O tempo passa, sim.
E não pede licença.
Ele desgasta o toque,
apaga o costume,
e transforma presença
em lembrança mal resolvida.
A intimidade, que um dia foi abrigo,
vira território estranho —
onde dois corpos se reconhecem,
mas já não se encontram.
Porque o tempo, quando não é cuidado,
não cura…
ele afasta.

“O tempo não acolhe - ele expõe.
E a verdade que ele traz
raramente é gentil.”

Quem ama não provoca.
Não faz cena, não disputa atenção, não usa terceiros pra atingir.
Quem ainda joga…
nunca entendeu o que era amar.
E eu?
Ainda sinto.
Mas sentir não me obriga a voltar
pra um lugar que me destrói.

Eu, no date, não jogo pra inflar ego.
Não sou narcisista, não preciso disso.
Quando estou com alguém
eu quero oferecer o meu melhor.


Não pra impressionar,
não por interesse,


Nem esperando algo em troca.
Mas por respeito.
Porque o tempo dela importa.
Porque estar ali comigo é escolha.
E eu valorizo isso.
De verdade.

A arte da Paula não se limita à pele, ela atravessa.
Cada traço que ela desenha carrega intenção, história e uma precisão quase ritualística. Não é só tatuagem, é linguagem ancestral sendo reescrita em carne viva.
A tattoo maori exige mais do que técnica. Exige respeito. E Paula entende isso como poucos. Ela não copia, ela interpreta. Ela não marca, ela traduz.
O que ela fez em mim não foi apenas estética. Foi identidade. Foi força. Foi um símbolo que agora respira comigo.
Existe artista… e existe quem transforma pele em narrativa.
Paula é dessas.
E eu carrego isso comigo agora. Permanente. Como tem que ser.

Te soltei.
E a vida te trouxe de volta, sem aviso.
Só pra lembrar
que eu não sou mais a mesma.

Não é o lugar, nem quem passou,
o tempo mente... Nada levou.
Há algo em mim que insiste em ficar:
não acaba… aprende a morar.

Criança não entende orgulho,
não entende briga de adulto,
não entende silêncio imposto.

Ela só sente falta.

Sente no vazio da pergunta que ninguém responde,
no “cadê?” que vira rotina,
no abraço que simplesmente parou de existir.

E quem afasta…
acha que tá vencendo.

Mas não percebe que tá ensinando abandono,
plantando insegurança onde só devia ter amor,
e deixando marcas que o tempo não apaga.

Porque criança cresce…
mas o que faltou nela
não cresce junto.

Fica.

E grita em silêncio pro resto da vida.

Não imploro espaço, eu ocupo território.

“Aqui o vento é mais frio.
O ar não traz cheiro.
Não recordo a infância há algum tempo.
O que antes era desespero por não estar aqui
agora é calmaria
sem memória.”

Imaginação não é suposição, é de alto patamar, dissipe a ignorância de má ação.

⁠Arrependimento nasce onde não se precisa o perdão.

Poucos sabem reger a gratidão pra sustentável paz, isso não é lamentável, pode ser notá-vel pra muitos, assumir-se é necessário.

⁠O amor é um gosto que não nos dá opções de escolha. 💞

No conflito,
o silêncio
às vezes
é cansaço.
Não cura —
pausa.
E quando for possível,
permanecer.

Quando a carência é reconhecida e não nutrida,
dons se refinam, talentos amadurecem
e a energia pra vida encontra caminho mais sereno.

"Só é solitário quem não faz do livro o seu melhor amigo"⁠