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Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

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Não mais estabeleço metas, também não busco agradar, não vivo mais para ser agradável, nem amável, nem sociável… Socialidade eu deixo para os que buscam serem reconhecidos mesmo que um alto preço custe. Não vivo mais para ser de todos, para estar com todos, hoje vivo para não perder-me em meio a todos. Pois é muito fácil perder-se, o difícil é reencontra-se!
O que você chama de arrogância eu chamo de personalidade.

É imprescindível saber ler o mundo... Não, não com os olhos, mas com o coração.

Carinho quando especial é aquele que toca não só o coração mas também a alma das pessoas!

⁠O "vício" das pessoas tolas: — Falar sobre o que desconhece, fingir Amar o que não ama, e, não calar-se quando lhe é dado a oportunidade.

⁠Não tenho problema com ninguém... me ocupa o tempo suficiente, cuidar dos meus.

⁠Não tenho medo de dizer o que penso, no dia em que me ver com medo de me expressar, ou estarei seguindo o "efeito manada", ou eu já terei "batido com as botas".

Se tem algo que aprendi — e valorizo profundamente — é não permitir que o comportamento dos outros envenene minha mente, adoeça meu estado de espírito ou apodreça minha alma.

Do Pouco
Porque quero tudo o que o pouco pode me dar,
Não me farto do pouco que ainda tenho, mas
também não me contento com o que ele me traz,
desejo mais daquilo que posso fartar.


É do pouco e com pouco que muito se faz,
Mesmo tão finito, se ao infinito somar,
com o pouco e muito, muito hei de amar,
Porque quero tudo do que o pouco é capaz.

Não precisar corresponder à aprovação alheia nunca é simples, mas ter personalidade é entender que viver para agradar aos outros é deixar de existir para si.

O saber não é uma montanha, mas sim uma trilha: jamais se alcança, apenas se caminha.

Há caminhos que não nos levam a lugar algum, e outros que nos levam de volta a nós mesmos.

Ecos:
Que não nos tornemos surdos ao clamor do tempo,
cegos diante da injustiça,
nem mudos perante a verdade.
Que não sejamos ecos da caverna de Platão,
preferindo o conforto das sombras
à dor de enxergar.

Não há plenitude sem que se rasgue o campo e se lavre, em si, o solo fértil da autenticidade.

Um poema que carrega o próprio cansaço não esbraveja contra o tempo; apenas observa — com a lucidez amarga do seu dissabor.

A Lápide da Alma:


Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.

"Para não esquecer a paciência, não se apresse."

Tudo tem um porque, só não sabemos o por que de tudo...

⁠Não suportando a dor causada por tanto ódio e rancor fora revestir-se de algo que jamais teve e mesmo assim, faltava-lhe algo.

A tempos...




Depois e tanto tempo e convivência juntos não como queríamos, mas sim como amigos de muita cumplicidade e sinceridade,


Foram tantos movimentos e momentos que passamos sem perceber o quanto nossos olhares se encontravam e queriam dizer algo,


Uma certa elegância e charme tomaram conta da nossa distância, porém algumas atitudes que faltaram em determinado período foram se revelando através de sonhos e memorias saudosas,


Ao nos reencontrarmos no mercado depois de anos longe um do outro, tudo passou a se ressignificar automaticamente,


Por anos nos queríamos do mesmo jeito, por anos nos desejamos sem saber sobre os sentimentos um do outro,


Agora podemos entregar atitudes e presença, agora podemos viver um amor do tamanho da nossa própria essência.

A arte da Paula não se limita à pele, ela atravessa.
Cada traço que ela desenha carrega intenção, história e uma precisão quase ritualística. Não é só tatuagem, é linguagem ancestral sendo reescrita em carne viva.
A tattoo maori exige mais do que técnica. Exige respeito. E Paula entende isso como poucos. Ela não copia, ela interpreta. Ela não marca, ela traduz.
O que ela fez em mim não foi apenas estética. Foi identidade. Foi força. Foi um símbolo que agora respira comigo.
Existe artista… e existe quem transforma pele em narrativa.
Paula é dessas.
E eu carrego isso comigo agora. Permanente. Como tem que ser.