Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
“Eu sei o que eu falo. E principalmente, eu sei o que eu vivo. Quem não vive minha rotina não pode definir minha verdade.”
Uma borboleta entrou na minha casa
como quem não pede licença,
mas traz recado.
Veio leve…
pousou no silêncio da sala
e, sem dizer palavra,
falou direto com a minha alma.
Talvez não fosse só asa e cor.
Talvez fosse transformação
batendo à minha porta,
me lembrando que o casulo
não é prisão —
é preparo.
No espiritual, ela sussurra:
“Ciclos se encerram.”
No emocional, ela abraça:
“Você sobreviveu.”
Veio dizer que o peso não é eterno,
que a dor não é morada,
que o inverno não impede
a primavera de acontecer.
Entrou como sinal,
como visita invisível de esperança,
como quem diz:
— Você já não é quem era.
E isso é milagre.
A borboleta foi embora.
Mas deixou em mim
asas que eu ainda estou aprendendo a abrir. 🦋
Não faça escolhas nos momentos em que seus sentimentos estão mal!
Faça escolhas em seus melhores momentos!
Os sentimentos passam, como as estações do ano!
Suas escolhas é muito duradouras:
O profissional de exercício deve saber onde termina a sua competência.
Particularidades não define a formação.
Seja ético!!!Habilitação Legal: O serviço deve ser prestado exclusivamente por quem possui o Título Profissional de Técnico de Exercício Físico (TPTEF).
Base Científica: O profissional deve aumentar a sua literacia científica e pensamento crítico para aplicar práticas baseadas em evidências.
Individualidade: A competência revela-se no respeito pelas idiossincrasias articulares, musculares e fisiológicas de cada cliente.
Se fosses parar para pensar na vida, irias sorrir ou chorar? Não temas chorar pelo passado; no final, tudo é aprendizado.
Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.
Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.
É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.
Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.
Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.
Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.
Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.
Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.
Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.
E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.
Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.
Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.
A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.
Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.
Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.
Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.
Talvez eu seja apenas essa divisão.
Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.
Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.
Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.
Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.
E espiar por cima.
E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.
Não quero simplesmente, estar na sua vida.
Quero fazer parte da sua vida.
Poder te ajudar sempre.
Te apoiar em todos os momentos.
Quero olhar nos seus olhos e dizer o quanto eu te amo.
Te amo de verdade.
Não importa a dificuldade.
Que iremos enfrentar.
O importante é ao seu lado lutar.
A luta muitas vezes não vamos ganhar.
Mas ao seu lado vou estar.
Sempre para te apoiar.
E com uma simples palavra.
Com doce do seu olhar.
Com você eu vou estar.
Segurar tua mão e juntos caminhar.
No seu sorriso, me encorajar, para as batalhas que vamos enfrentar.
Em seus braços quero descansar.
Uma coisa tenho certeza.
Que ninguém vai me tirar,h o direito de te amar.
Uma das melhores coisas que a maturidade me presenteou foi saber relevar, deixar para lá, não revidar. A opinião dos outros não muda o que eu sou.
Não sou simpatizante da mesmice, embora, seja obrigada a conviver com ela. Ponho um pouco de entusíasmo na rotina e vou enfeitando os meus dias comuns.
Nos meus momentos de quietude e solidão eu ouço minha própria voz. Não há como fugir de mim mesma quando estou só. Neste momento tudo faz sentido, tudo se encaixa como num jogo de quebra cabeça com todas as peças.
Não quero que Deus seja para mim um momento de euforia, louvor e alegria sem limites, quero que ele permaneça comigo quando tudo estiver dando errado, quando as lágrimas me machucarem e sufocar minha fé. Que eu permaneça nele e ele em mim quando eu menos merecer.
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