Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
Não cheguei pronto, mas fui forjado pela disposição. A vida me obrigou atravessar por tempestades, mas aprendi que meu espírito é o mastro mais forte.
No muito barulho, há silêncio de coração. Nos ruídos do mundo, há vazios de escuta. Não há relação nos ruídos, o que há são desencontros entre humanidades e algoritmos.
A Desagregação e o Retorno ao Todo
A morte
não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, retornam à natureza e, nesse mesmo processo, libertam aquilo que nunca lhes pertenceu inteiramente: o intelecto, a vida, o eu, a individualidade. aquele que sentiu e viveu embarcado no corpo, que agora se desfaz, que volta a natureza
O intelecto (a capacidade de perceber, julgar pensar, coordenar cada membro) não é uma criação do criação do cérebro apesar de estar intimamente ligado a ele, mas uma expressão do próprio universo. Ele é a centelha consciente do infinito, um fragmento do Todo que, por breve tempo, assume a forma humana e experimenta a existência sob os limites da carne e no comando desta.
Quando nascemos, é como se uma fração do cosmos se adensasse em nós, uma gota do oceano cósmico ganhando forma e identidade. Vivemos, pensamos, sonhamos, e por um curto lapso acreditamos ser algo separado. Contudo, quando o corpo já não consegue sustentar a contínua dança celular que chamamos comumente de vida, essa gota retorna ao mar.
Nada se perde, tudo se transforma, (parafraseando um grande cientista ), e o intelecto, sendo energia consciente, não poderia ser exceção. Ao desprender-se da matéria, ele se reintegra ao universo, dissolvendo-se em tudo o que existe. Passa a ser todos os lugares, todos os tempos, todas as dimensões, assim como uma pedra de gelo no oceano que ao derreter e “morrer”, não morre apenas passa a integrar o oceano.
Assim como nos sonhos, onde somos muitos e estamos em toda parte, o intelecto liberto já não conhece fronteiras: torna-se o Todo novamente. Não há mais o “eu” individual, há apenas a unidade essencial do ser. A morte, então, não é uma tragédia, mas um retorno, o reencontro do fragmento com o infinito, do gelo com o oceano da consciência com o silêncio que a gerou.
A vida não espera. O tempo é agora. O futuro é apenas o próximo segundo.
Plante com propósito, mas viva com presença; porque só quem vive o agora tem tempo de colher o amanhã.
Aniz
A incerteza, insegurança;
Podem até passar pelos seus pensamentos.
Elas só não podem estacionar na sua mente.
A vida é um fio de luz que se apaga lentamente a cada amanhecer. Por isso, viver não é apenas resistir ao tempo, mas preenchê-lo de sentido. Cada gesto, cada olhar, cada silêncio é um modo de eternizar o instante antes que ele se despeça. Não espere que o tempo lhe pertença. Ele pertence, sim, ao que você faz dele. Porque viver é transformar o efêmero em memória e o agora em eternidade.
A vida não é feita apenas de picos, mas também dos intervalos, onde nada parece acontecer, mas tudo está sendo preparado.
A verdadeira inovação não está em substituir o homem, mas em reproduzir o seu raciocínio ético e empático nas máquinas.
Seja o meu último amor, por favor. Não um pedido romântico, desses que a gente faz no auge da paixão. É uma súplica de quem já se cansou de começar do zero, de quem sente a alma pesada por recomeços que parecem ter sempre o mesmo fim.
Sejas o meu último amor, não por medo do futuro, mas pela exaustão do passado. Fui colecionador de "sempre", de "para sempre" e de juras que o tempo desfez como se nunca tivessem existido. Acreditei que se podia amar várias vezes, mas a cada nova tentativa, sinto que perco um pouco de mim. Já não sei o que é amar de verdade, ou se apenas me vicio na ideia de ter alguém.
A cada novo relacionamento, a rotina de apagar e reescrever se repete: novas lembranças para construir, novas lições para aprender e, principalmente, novos nomes carinhosos para inventar. Nomes que precisam ser únicos, para evitar a nostalgia dos apelidos antigos que, mesmo no silêncio, ainda ecoam. O cansaço é real. A cada novo "corpo" a que me adapto quimicamente, sinto que as cargas emocionais se misturam e o meu coração se sobrecarrega.
O ciclo é sempre o mesmo: a apresentação aos amigos, as promessas, e o inevitável fim. De quatro em quatro meses, parece que preciso aprender um novo idioma do amor. É uma apresentação de novos parceiros e histórias, que no fundo, sinto que ninguém mais aguenta ouvir.
Mas apesar de tudo, a minha esperança permanece: que sejas o meu último amor. Que venhas para me curar, para me fazer acreditar que ser um casal pode ser realmente bom. Eu vivi tantas conexões intensas, com finais em dor, ansiedade e tristeza, que a minha mente se tornou um arquivo de memórias a comparar qual amor foi o melhor, qual me marcou mais, e qual me feriu com a sua partida.
És tu a cura que busco para a dor que habita no meu coração e na minha mente. Aquele que me fará esquecer o que é a tristeza para me mostrar onde mora a felicidade.
Sejas o meu último amor... por favor...
#viral
O melhor uso da fortuna é comprar liberdade para dizer não; o melhor uso da glória é dar voz a quem não a tem.
© 04 mai.1998 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Eles não morrem, apenas se vão antes de nós, o que deve ficar é a boa lembrança e a esperança do reencontro no devido tempo.
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