Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

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A história vivida não morre.

Autismo : Almas de som azul




“As Almas de Som Azul não nasceram para se destacar nasceram para harmonizar o mundo.”

Não ter dado certo antes;

Não significa que não tenhamos tentado certo ou que era literalmente errado!

Às vezes só dá errado o que não é o melhor para nós.

Não há nada mais sufocante do que guardar o que se sente.

É tão ruim assim não ser forte como me ensinaram a ser?
Eu só queria ser fraca, quero ser fraca e que isso seja ok.


Quero não ter que ser forte o tempo todo.
Quero chorar por coisas bobas
e não sentir culpa por isso.


Quero chorar por coisas fúteis,
por uma amizade de merda que eu sei que nem vale meu tempo,
e que talvez eu nem esteja tão mal assim.


Quero chorar porque meu cabelo não acordou bonito,
porque a roupa que me disseram pra usar não fazia eu me sentir eu.


Quero chorar porque tô cansada.
Porque eu preciso.


Então por que eu sou fraca?
Ser fraca é tão ruim assim?


Sempre me disseram que eu tenho mania de querer parecer forte,
mas então por que me julgam, apontam e brigam
quando eu não sou?


Por que EU não posso ser?
Por que eu não posso ser
e isso ser tudo bem?


Você sempre me ensinou a ser forte.
Me ensinou sobre o mundo
e todas as suas dificuldades.


Mas eu não sou você.
Não sou “forte” como você.
Nunca fui. Nem por um momento.


Então me deixa.
Me deixa desmoronar,
cair em prantos por besteiras,
ser mimada,
chame do que quiser.


Isso é tão ruim assim?

Afastar-se de quem não te agrega é um ato de amor próprio.

O sol se inclina no horizonte,
e a Base de Santa Cruz silencia por um instante...
Não é o som das armas que domina o ar,
mas o pulsar de dois corações que escolheram caminhar juntos.


Hoje, diante dos irmãos e irmãs de farda,
somos testemunhas de algo que nenhuma patente explica:
o amor força que nenhuma guerra vence, e nenhum comando apaga.




Loba Hanson e Ravenna Leatrice...
duas almas forjadas na disciplina,
lapidadas na dor,
e elevadas pela coragem.


Hoje não há hierarquia entre vocês.
Não há posto, nem comando
apenas o sagrado laço de duas vidas que se reconhecem.


O amor é o mais nobre dos pactos,
e esta cerimônia não marca o início de uma caminhada,
mas o reencontro de duas almas que sempre pertenceram uma à outra.






Loba — que carrega em si a bravura e o instinto de proteção.
Ravenna — que traz na alma a sabedoria e a chama serena.


Juntas, formam o equilíbrio perfeito entre força e ternura,
razão e sentimento,
guerra e paz.


Que este laço seja luz nos dias escuros,
escudo nas horas de batalha,
e abrigo quando o mundo lá fora se tornar frio demais.




Bênção poética


Então que o vento leve o nome de vocês
para além dos muros da Base,
e que os céus de Santa Cruz testemunhem esta união.


Que as estrelas desta noite guardem suas promessas,
e que, onde houver escuridão,
seja o amor de vocês a primeira luz que se acende.


Pelo poder que me é confiado,
sob o olhar do Alto Comando e sob a benção do próprio destino,
declaro:
Loba Hanson e Ravenna Leatrice unidas pelo amor, seladas pela coragem, e eternas sob o símbolo de Santa Cruz.


🕊️✨
Que viva o amor, e que jamais falte honra ao coração que escolhe amar.


Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.

"O toque humano sobre a tela não move apenas pixels, mas libera fragmentos de DNA ao ar — memórias biológicas que se entrelaçam à luz digital. E é através da captura dessas partículas em filtros HEPA, seguida da extração, purificação e amplificação de eDNA por PCR, que o cientista pode sequenciar esses fragmentos genômicos suspensos, transformando o código individual da respiração em registro informacional da existência humana na atmosfera do invisível.”

“Não dependo de aplausos; penso, logo persisto.”

"O verdadeiro investidor não tem pressa de ficar rico; ele tem paciência para se proteger de ficar pobre. Blindagem é a sua primeira e melhor rentabilidade."

"O medo de agir não é a ausência de coragem, mas a priorização do conforto imediato sobre a inevitabilidade da mudança."

"A vida não é medida pelo que foi acumulado, mas pela qualidade do tempo que se recusou a trocar por dinheiro."

"Não existe equanimidade sem educação. Isso inclui até mesmo as crianças que, desde cedo, nascem com desafios à saúde mental; elas ainda assim aprendem e estudam."

Sou o que sou
Vivo o que vivo
Mas não vivo de aparência.

"Macumba não existe; o que se chama de macumbeiro é apenas um rótulo. Intolerância religiosa é crime. É necessário se colocar no lugar do outro, seja em relação à Umbanda ou a qualquer outra crença. O Brasil é um país de pluralidades, com rico sincretismo religioso, e cada pessoa tem o direito de seguir aquilo em que acredita, seja religiosa ou não."

Fragilidade é um querer muito forte lutando contra um não poder muito mais forte!

Eu não tenho argumentos para contra argumentar estes argumentos.

⁠continue sendo uma pessoa gentil não deixe que pessoas amargas te tornem amarga.

Ela brincava com os dedos perdida em algum pensamento desimportante. Não que se pudesse entrar em sua mente e se saber o que se entranhava por ali. Nem que se fosse possível avaliar a exatidão de suas prioridades, a ponto de se calcular o que lhe importava ou não. Ela tinha um jeito meio prisioneiro de sentir: se ria, não ria. Não chorava, se chorava. Não que houvesse algum meio de se saber se guardava no peito tempestade ou pouca brisa. Mas, enquanto o vento fazia o seu curso, enquanto as mulheres com olhar cansado encurvavam o corpo de frio, e os passantes pisavam a calçada molhada... algo dela, e estritamente dela, ficava no ar. Eu apanhava com as mãos frias, disfarçando. Com um esforço quase místico. Ela doía por dentro. E eu sabia com exatidão, talvez por me doer também. Vivíamos no mesmo mundo, eu e ela, respirando a fumaça indiscreta da solidão. Sentei à sua frente inquieto. E não pelo frio ou o cinza do céu. Nem pelos cachorros solitários da praça. Sentei à sua frente. Ninguém nos compreendia. Ninguém, entre pernas e olhares apressados.
Ela tinha o olhar ensimesmado. Olhava talvez para dentro de si. Fazendo talvez as perguntas que eu fazia. Não que se pudesse investigar as possibilidades do seu mundo, nem que eu ousasse averiguar com precisão os seus anseios. Eu lhe era um desconhecido. Ela me era uma estranha. E não havia entre nós qualquer comunicação que pudesse revelar o espírito. Mas eu sabia. Eu sabia muito sobre ela. Aquela estranha. Talvez a conhecesse de alguma outra vida. Quem saberá? Depois de algum tempo ela levantou e se foi, levando parte de mim. E eu fiquei com o frio e a chuva, respirando a fumaça indiscreta da solidão.


Michelle Portugal

A escola não pode continuar a ser uma fábrica de adaptações curriculares; precisa de se tornar num laboratório de possibilidades,onde o erro é a ferramenta,o diálogo a ponte e o aluno o protagonista.



© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro