Voce me faz Querer Viver

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⁠"Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas me faz sonhar."
(Vincent van Gogh)

Dia após dia,
aguento isto só para te ver de novo,
e me dar esperança
de que ainda posso sonhar;

Noite após noite,
eu te espero, sem olhar a previsão do tempo,
pedindo a sorte e o destino,
para nos reunir de novo;

A única escuridão da quão não tenho medo.

⁠Há sempre um infinito em nós por
definir ...
Uma saudade, um vazio, uma falta que
alguém nos faz!
E nos ardentes campos da ausência
onde nascem rosas brancas,
feitas de mágoa e de silêncio,
há também estrelas invertidas em Céus
de Primavera ...
Um dia hei-de abraçar-te novamente ...

Para Celeste Rodrigues
3 anosde saudade.

O amor nos faz enxergar grandes versões nossas que há escondidos em nosso interior.

⁠O tempo que não escrevo

É faz tempo que não escrevo
parece uma nuvem tapa
a minha imaginação
comecei a ler as minhas poesias
tão cheias de inspiração
Era outros tempos,
sei lá o que mudou
eram tempos sem pandemia
tempos de pura purpurina
aonde tomava a alegria
e agora eu mudei,
o mundo parou
Como eu me distancie tanto
fico pensando sobre isso
agora com esse paraíso todo
para me inspirar
como eu deixei nisso?
como a minha imaginação foi acabar?
Bom faz tempo que eu não escrevo
isso fez-me perder um pouco
eu era tão poética
mas o mundo ficou louco
esqueci da minha profissão
poetizar o mundo, dar inspiração
Prometo voltar a escrever
isso alivia meu ser
minha imaginação continua forte
nem a morte a levou
prometo voltar a escrever
pois a minha a minha inspiração não acabou!

⁠Davi saiu do pasto para o trono. O rei Nabucodonosor saiu do trono para o pasto. A soberba te faz virar bicho, mas a humildade de te faz virar rei.

Se permita, se teste, se conheça, se ame, faça o que te faz feliz. E repito: a vida é uma só!

⁠Liberdade vem pelo conhecimento e o cárcere se faz pela ignorância.

⁠Bacanal

Quero beber! Cantar asneiras
No esto brutal das bebedeiras
Que tudo emborca e faz em caco…
Evoé Baco!

Lá se me parte a alma levada
No torvelim da mascarada,
A gargalhar em douro assomo…
Evoé Momo!

Lacem-na toda, multicores,
As serpentinas dos amores,
Cobras de lívidos venenos…
Evoé Vênus!

Se perguntarem: Que mais queres,
além de versos e mulheres?
– Vinhos!… o vinho que é o meu fraco!…
Evoé Baco!

O alfange rútilo da lua,
Por degolar a nuca nua
Que me alucina e que não domo!…
Evoé Momo!

A Lira etérea, a grande Lira!…
Por que eu extático desfira
Em seu louvor versos obscenos,
Evoé Vênus!

Manuel Bandeira
LIMA, Alceu Amoroso. Poesia: Manuel Bandeira. Rio de Janeiro: Agir, 1983.

Quando voltar já não faz parte dos planos

Não é fácil criar coragem e desfazer as amarras. É fácil fazer as malas, comprar uma passagem e seguir o seu destino rumo a um outro país. Difícil é aceitar a nova realidade durante esse tempo, aceitar o fato de que você não pertence ao local em que viveu a maior parte da sua vida.

Porque ao partir é preciso estar preparado para se reconstruir, para aceitar que é chegado o “agora ou nunca”, a hora de se encontrar, se conhecer e definir quem você quer ser mesmo já sendo bem crescido. É preciso ter coragem para se desfazer das frescuras, de alguns hábitos, criar asas fortes que te ajudem a dar um dos voos mais importantes da sua vida. É preciso se desfazer de preconceitos e aprender de uma vez por todas o significado do respeito.

Mudar de país é, quase sempre, fugir de alguns problemas, e então, se ver cercado por mil outros. É viver numa montanha-russa quando se tem medo de altura. Os primeiros meses trazem a mesma sensação da subida: empolgação, felicidade, orgulho de estar lá. E então, a gente acorda certo dia e percebe que reconstruir a vida não é tão lindo quanto parecia, é difícil, desgastante, cansativo. Mas a gente está lá no topo; o investimento foi caro, os seus amigos, a sua família, todo mundo que não veio está lá, te observando de longe. Não dá para desligar a máquina, você não tem coragem de pedir para descer. Você sorri e esconde o desespero. Fecha os olhos e vai. Com medo e sem saber se vai dar certo.

Alguns desistem após a primeira descida. Outros se acostumam com a adrenalina e resolvem continuar. Porque nada melhor do que descobrir que você é capaz.

Morar fora não é reconhecer os seus limites, é esticá-los um pouquinho mais, dia após dia. É descobrir que você pode ir muito além. É ralar para ser reconhecido onde você é apenas mais um e reconhecer que ser apenas mais um pode ser muito para quem chegou a ser ninguém.

Morar fora é dar luz a um novo “eu”, é ser mãe e pai de si próprio. É sofrer para se criar sozinho e ter orgulho do adulto que você recriou. É aceitar que você jamais será o mesmo e ter coragem para decidir que voltar já não faz parte dos seus planos.

⁠Toda pessoa que não sente prazer no que faz, está sempre ocupada demais.

⁠⁠Livre não é quem faz o que deseja, mas quem detém poder sobre o próprio desejo.

Claro que meu primeiro beijo seria com um monstro psicótico, um assassino em série. Acho que faz meu tipo.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 7.

Um cavaleiro é definido não pela habilidade em batalha, mas pelos juramentos que faz.

Willow (série)
1ª temporada, episódio 1.

⁠Deus, obrigado por tudo que o senhor tem feito e ainda faz por mim. Me guie para perto de ti e me faça brilhar ✨🙇🏻‍♂️♥️

⁠...Já faz muito tempo que percebi que sou diferente dos demais, sinto como se esse não fosse meu habitat, não sinto a mesma sintonia e a vibração como os outros indivíduos. Por muito tempo achei que eu tivesse emoções mas na verdade o vazio faz parte de mim, tenho uma sensação de acorda dessa realidade mas de alguma forma algo me impede. Tenho a impressão de estar conectado com indivíduos com a mesma perspectiva…

⁠Já não sei se é carma, destino ou se nada faz sentido.

⁠'Nossa ansiedade de ganhar nos faz perder, não temos foco e concentração para lidar com o passo a passo.'

⁠Os animais não sabem que Deus existe, mesmo assim, não faz mal a ninguém. Os homens sabem que existe, e mesmo assim fazem mal uns aos outros.

⁠Existem coisas que só vivem na nossa cabeça. Porque criar, sobretudo perigos, faz parte de algum sentimento inferior que ainda atua de maneira mais forte em nossa personalidade, realidade de infinitas causas, principalmente as ligadas à nossa formação.
É algo absolutamente genuíno, mas que precisa ser transformado em nome da nossa evolução.
Interrogar tudo que pensamos e continuamente buscar o sentido positivo para os eventos é gratuito.

⁠Ninguém faz duas mil tentativas sem ter convicção de que vai conseguir.