Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Me livra de nada Senhor: Apenas me mostra o que preciso remover do meu caminho para que eu não seja injusta ...
Liberto-me! Apenas me deixo fluir e sintir!
Faço-me e refaço-me.Me reinvento,mudo meu passo crio-me com consciencia daquilo que sou e o que posso me tornar.
Dou-me vários nomes,mas um de cada vez apenas para ter o sabor de mais vidas....Tenho mais de sete,muito mais de sete!
Brinco com meus risos,desesperos,desapegos,e quando findo-me me redescubro!
E passo a brincar e brindar novamente!
Não sei o que me leva:inspiração,força,criatividade,divindade!
Gosto de pensar que um pouco de cada me guiar por essas linhas mágicas as quais invento amores e horrores.
Não importa qual é real,o que importa é o que faço ser real atraves de instrumentos.
Libero-me,sonho,amo,brigo,choro,chingo,amo....
Me deixo ser invadida,hora por cousas boas hora ruins...
Não reclamo,apenas faço,crio,amo!
Cada vez que observo, meu encanto se apaga. É como regar uma semente morta, dali nada nasce, nada floresce.
Sorri sem motivo,
chorei de emoção,
me apaixonei sem querer,
te guardei no meu coração,
corri, andei, me arrastei,
sem nenhuma reação,
você nem se importou,
vivi mais uma ilusão.....
Obrigada por, junto comigo, ensinar o meu filho a viver em conjunto, brincar sem medo e crescer com a certeza que é feliz e amado.
Meu coração está ferido sem saber como me refazer ou me erguer, pois ninguém sabes a dor que sinto;
Vivo a esperança de tudo mudar e conseguir transpassar as ilusões sem deixar perder a restituição;
O que erá festa é luto do que já morreu, pois minha cura será do coração;
o dramático é uma forma indireta de me expressar
pq na maioria das vezes meu drama é na realidade o que eu sinto e n consigo falar
Deuses do lodo ou da lama!
Abaixo minha cabeça, cubro com as mão
o meu rosto, e choro;
É um pranto silencioso, onde ás lágrimas
não escorrem, vago entre meditações cruciantes.
Penso que somos bons ou parecemos bons,
Enquanto não nos assaltam a tentação a,
impiedade em nossa viagem pelos caminhos da vida.
Somos Deuses do lodo ou da lama não importa!
Somos Deuses mas, tanto sofrimento me arrojara a tantas plagas.
Meu olhar vivaz cansados de errar de sofrer sofrer,
me perco no fundo do oceano de minhas recordações, dos meus martírios Vejo uma alma alanceada por duras amargurosas, provações.
Débitos tormentoso em meu destino
Como uma fera mortalmente ferida. Minha cabeça tomba para o lado vergavando-me,
as pernas arrasto-me até a minha cama e lá...
minha cabeça pendera para o lado para nunca mais ergue-la.
Toda estrada tem espinhos, pedras no caminho
Mas mesmo assim eu vou... meu coração mandou
Pode ser que assim, sozinho
Cruze o meu destino um anjo protetor, meu verdadeiro amor...
O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.
Noite fria
Vazia
Sombria
Tarde triste
Insiste em corroer meu ser como um punhal transpassando meu coração
E apunhalando bem no fundo da minha alma,
Passam-se os dias, passam se as horas passam se semanas, meses...
O que não passa é essa angustia que parece durar uma eternidade
Chove lá fora, e com cada gota desaba parte do meu ser
Ser inútil no contexto evolutivo
Simples ser em meio a tantos outros
Simples pessoa num mar de outras tantas
A lua não brilha reclusa sobre as nuvens que a prendem
Assim como minha alma presa no meu corpo sem suspirar sufocando a cada minuto.
Em um lugar bem longe daqui eu encontro a minha paz, encontro meu sossego e, principalmente, meu bem-estar, queria eu ser capaz de acreditar que esse lugar é real, porém meu pensamento insiste em dizer que isso não passa de um mero sonho. Por mais que eu lute comigo mesmo, minha alma sempre me vence, e eu me entrego novamente ao irreal. Já era o tempo que conto de fadas era sina, o tempo passa, e com ele vem a dor, a sabedoria e a reconstituição. O amor, fonte de tudo acima do bem e do mal, exige da gente mais do que a nossa capacidade moral. E, sem notar, o amor toma conta de um jeito inexplicável. E você jamais ousou pensar que amaria novamente, mas o amor tá ali, bateu na tua porta de novo e você vai abrir ? Vai deixar o medo tomar conta de você? Perguntas provocam mais perguntas, respostas provocam mais perguntas ainda. Porém, pense, faça, aconteça.
Cuidar das flores do Nosso Jardim passou a ser meu fascínio depois que transformei meu coração em um condomínio.
Porque viver é ser. E eu sou, meu Deus do céu, eu sou. Meio desajeitada, meio apressada, meio abusada. Mas sou.
Não vivo mais numa eterna busca, vivo um dia de cada vez. O final do meu arco-íris é bem debaixo do meu nariz. Minha vida é desalinhada, não sou de farra, nem boa pra casar. Sou do avesso, me gosto assim. Acredito no amor, escolhi viver assim. Valorizo até a menor das intenções. A boa fé. Acredito mais no presente. Do futuro, desconfio muito. Acredito quando a conversa é com os olhos. Acredito no que a alma fala. Na verdade, exagero demais na risada que só frouxa quando o vento é forte e estoura em risada outra vez.
