Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Senhor, Tu podes mudar o meu espinho em flor; e eu quero que o meu espinho seja uma flor. Jó recebeu o brilho do sol, depois da chuva — mas teria sido em vão aquela chuva? Jó queria saber, e eu também quero, se o brilho do sol não teve nada a ver com a chuva. E Tu podes dizer-me — a Tua cruz pode dizer-me. Tu coroaste o Teu sofrimento. Seja essa a minha coroa, Senhor. Eu só poderei triunfar em Ti, se conhecer o esplendor que há na chuva.
Poema
Certa vez eu estava sobre o topo de uma montanha. Dali podia ver tudo ao meu redor. Fiquei ali admirante e entristecida, vendo sua beleza e destruição! Suas riquezas e pobrezas! Suas alegrias e tristezas! Homens cantando, homens chorando! Crianças nascendo, crianças morrendo! Velhos amparados e velhos abandonados! Enfim, tudo o que há em nossa terra amada. Um homem ali ao meu lado que também observava tudo perguntou-me:
— O que vê?
— Um mundo tão desigual que beleza não tem igual. Seus verdes e montanhas, seus coloridos me fazem delirar, mas, a desigualdade me faz chorar.
— O que pensa sobre isso? — perguntou-me novamente o homem.
— Não sei! Daqui de cima nada posso fazer pelas crianças que choram e pelos homens que não tem o que colher!
— Então, fique com isso e jogue até eles! — pediu o homem, me entregando uma âmbula cheia de grãos, e antes que eu fizesse uma pergunta ele desapareceu. Então, olhei ao redor, e dali do alto eu fui jogando os grãos, e as pessoas, cada qual foi pegando um. De repente percebi que os grãos havia se acabado e chorei, porque muitas pessoas não tinham pegado e nem para mim havia sobrado um. De repente me transformei em um pé de milho, e, algumas pessoas que sobraram se tornaram animais e começaram subir a montanha para me devorar, mas não conseguiram chegar até mim, porque, fracos, morreram pelo caminho. E a esperança novamente em mim nasceu, porque pude florir, e, espigas de milhos brotaram em meu caule, e, aos poucos fui me espalhando e descendo pela montanha, onde até hoje, sou alimento e esperança de muitos.
Assinado: Um grão de milho.
Ando vivendo aqueles dias em que se pensa em uma pessoa só, tenho mudado meu jeito carrancudo pra fazer essa pessoa sorrir e tenho andado pelos caminhos mais claros, pra que todos vejam em minha face que sou feliz, sou feliz porque me encontrei, sou feliz porque sou dele.
Onde um homem afirma que o meu futuro está nas mãos da minha esposa, é porque a vida que ele vive no presente está sendo manipulada por ela.
As pessoas que gosto
permanecem comigo.
E recebem de mim meu carinho e atenção.
As que pouco me importam
podem permanecer a meu lado.
Mas, de mim...
resta-lhe meu silêncio!
Meu gostar, não significa
eu te ligar a cada minuto,
nem lhe enviar milhoes
de mensagens.
O meu gostar de ti,
reflete-se nas delicadezas
de minhas atitudes.
A saudade questiona o tempo,meu coração se enche de porquês,meus olhos ainda brilham,ainda ha luz,falta coragem.
Ha muito amor em mim.
Comigo a dose de decepção sempre vem acompanhada de duas doses de vergonha na cara. É o meu jeitinho!
Porque o meu sorriso só existe porque te faz sorrir, mas por dentro é apenas lágrimas, porque sei que seremos apenas amigos.
"Talvez meu encantamento por histórias, sejam elas como ou de quem, se dão pelo fato de não me permitir buscar novas respostas, mas sim novas perguntas. O novo dentro de um contexto passado, me fascina."
Eu te entreguei meu coração, assim, simplesmente acreditando que eu estava fazendo a coisa certa. Como fui tola, ingênua, por acreditar nas pessoas, por acreditar acreditar em você. Dói, ainda dói. Te ver tão longe, me ver sem você. E eu fico aqui, quieta, chorando por você. Quanto tempo que isso vai durar? Apenas espero que acabe, realmente desejo que acabe. Pois diferente de antes, hoje mesmo sentindo sua falta, já não te quero mais. Ou se quero, tento não querer. Mas eu vou te esquecer, você vai ver, um dia irei conseguir te esquecer, e não importa o quanto isso demore, mas eu vou conseguir.
Mendigo ao meu coração pra bater continuamente, mas ele me garante apenas um batimento que depois deste, as portas das nuvens, abrir-se-ão para mim sem que eu queira entrar, pra pisar num suposto tapete vermelho...!
