Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Porém na sombra que o retrato fez eu
Sonhei já que um dia entregue o retrato
Meu a natureza canta nunca mais eu
Encontrei-te a alma que pensei.
A morte não é o fim e apernas o começo de uma nova vida loge de casa
meu caraçco esta devera de amor por ti tentado enteder o porque de ti querer
Criador de mim!
Tu que enxergas no profundo do meu interior,
Tu que sabes o que nem mesmo sei se virei a saber,
Impede, pois, a insídia a que tende esta criação que é tua.
Se o meu coração é falaz;
Se fugaz é a minha intenção.
É da tua interferência,
Que se impele o renascer desse ser que é teu.
Criador de mim!
Tu que tens a direção da cena,
Tu que és o autor da trama,
Refaz o cenário dos meus próximos atos.
Se preciso, sopra de novo,
Se essencial, forma outra vez;
Contanto que intuas em mim o teu querer,
E desde então, nada mais haverei eu de olvidar.
Criador de mim...
À Saudade
Saudade-hífen das distâncias,
Une o seu destino ao meu ,
Pois aquela que o fazia
Para sempre adormeceu...
"Oh ridículos do meu passado, que tão presentes estão, como é fácil voltar no tempo, nas asas da imaginação "
Solidão.
Sentia apenas meu próprio coração,
nem o vento ou mesmo a brisa estavam presentes,
por isso a sensação de "sufocar".
O nada existia, aponto de só se ouvir a voz de Deus
meu próprio corpo a única fonte de energia.
nem mesmo o vibrar de uma corda no violino
nem mesmo o pedal que sustenta o acorde do piano.
A música era lembrança.
Duas coisas que nao podia existir
Distancia e saudade
No meu caso sao as piores coisas
Poderia ser tudo perto,
Pra que eu pudesse te ver todos os dias
E poderia ser seu visinho pra que quando
Me desse saudade ia bastar com olhar
Pra janela pra ver voce
Infelizmente nao eh assim,
Escolhi o caminho mais dificil
Espero que tenha premio um dia
Porque do contrario nao me Perdoaria
Te amo mais do que a distancia e a saudade juntas
Te amo mais do que tudo.
Alegorias.
O outono adentrou as janelas do meu quarto, e eu ali fiquei, congelada. Havia esquecido o casaco no momento em que em sua cama, começou a despir-me em parcelas, peça por peça. Casaco, calças, blusa, calcinhas e sutiãs de cores ofuscantes e por último despiu-me os sorrisos – dizia que eu sorria demais e naquele momento, além de composta, eu deveria transluzir uma fórmula um pouco mais vulgar que a habitual. – Logo fizemos de nós dois, juntos, num só.
Senti um frêmito gélido subir no dorso e escutei o crepitar das folhas secas despedaçando-se por baixo da sola dos meus pés também frios. As folhas representando uma atração fatal entre dois cadáveres abrasadores desnudos num chão frio, revelaram-me o inevitável: os corpos agora se encontravam frígidos demais.
"Procurem, sem cessar.
Está nas entrelinhas, o mais meu profundo 'eu',
Desconhecido até mesmo pra mim".
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Se eu quiser fumar, eu fumo
Se eu quiser beber, eu bebo
Não me interessa mais ninguém
Se o meu passado foi lama
Hoje quem me difama
Viveu na lama também
Comendo a mesma comida
Bebendo a minha bebida
Respirando o mesmo ar
E hoje, por ciúme ou por despeito
Achar-se com o direito de querer me humilhar
Quem foste tu?
Quem és tu?
Não és nada!
Se na vida fui errada,
Tu foste errado também
Se eu errei, se pequei,
Não importa!
Se a esta hora estou morta,
Prá mim, morreste também!
Tatuagens marcam em meu corpo o que o meu coração não consegue marcar, a tristeza permanece, o que muda e o lugar
Sou uma mulher doce, calma... Mas no fundo escondo o meu amargo por de trás da minha plenitude serena. Provar desse amargo é uma ecolha sua.
